O reencontro com minha vizinha depois de dez anos
Ela morava no apartamento ao lado quando éramos adolescentes, antes da família se mudar de cidade. Uma década depois, reapareceu na reunião de condomínio como se nenhum tempo tivesse passado — e a tensão que a gente nunca admitiu também não tinha ido embora.
Quando eu era adolescente, morava em um prédio antigo e charmoso no centro da cidade. Meus pais eram arquitetos e tinham comprado o apartamento anos atrás, quando ainda eram apenas namorados. Era uma casa grande e cheia de história, com paredes grossas e pisos de madeira rangerosa.
Minha melhor amiga naquela época era a Bia, que morava no apartamento ao lado. Ela tinha sido minha companheira de brincadeiras desde que tínhamos quatro anos e nossas mães nos apresentaram na porta do prédio. Juntas, explorávamos os cantos mais secretos do edifício, inventando histórias e aventuras intermináveis.
Bia era diferente de mim em quase tudo. Enquanto eu tinha o cabelo escuro e ondulado, ela tinha uma massa de cachos dourados que pareciam iluminar todo o quarto sempre que entrava nele. Ela também era mais alta do que eu, com um corpo esguio e musculoso, enquanto eu era pequena e roliça.
Mas apesar das nossas diferenças, éramos inseparáveis. Passávamos horas trancadas no quarto dela, ouvindo música e falando sobre tudo e nada. E às vezes, quando ninguém estava olhando, a gente se beijava também. Aquelas foram as primeiras experiências sexuais que tive, com Bia me ensinando tudo o que ela sabia sobre como fazer uma menina se sentir bem.
Mas então, quando tínhamos dezessete anos, a família dela recebeu um emprego melhor em outra cidade e teve que se mudar. Lembro-me do dia em que eles saíram, com a van cheia de caixas e Bia chorando enquanto me abraçava forte demais. Prometemos manter contato, é claro, mas a vida acabou nos separando. Ela entrou na faculdade e eu comecei a trabalhar, e logo perdemos o costume de nos falarmos com frequência.
Até que um dia, dez anos depois, recebi um e-mail dela dizendo que tinha voltado para a cidade e estava morando no mesmo prédio onde crescêramos. Fiquei surpresa demais para responder de imediato, mas quando finalmente consegui me recuperar do choque, comecei a ansiar pelo reencontro.
E então chegou o dia da assembleia anual do condomínio, e lá estava ela, sentada na primeira fila com uma postura ereta e confiante. Ela tinha mudado muito pouco desde a última vez que a vira: ainda era alta e musculosa, com aqueles cachos dourados caindo sobre os ombros. Mas agora havia alguma coisa mais adulta nela também, como se tivesse ganhado um certo peso e seriedade depois de todos esses anos separados.
Fiquei olhando para ela enquanto o presidente do condomínio falava sobre as novidades do prédio, sentindo meu coração bater cada vez mais forte em meu peito. Lembrei-me dos beijos roubados na escuridão do quarto dela, das nossas mãos explorando corpos ainda não completamente formados, e senti uma onda de desejo me percorrer.
Quando a reunião acabou, fui até onde ela estava sentada e sorri quando ela se virou para mim. "Oi, Bia", disse eu baixinho, como se não tivesse havido nenhuma pausa entre nós.
"Oi, Ana", respondeu ela, sorrindo de volta. "Foi bom ver você de novo."
Voltamos juntas para o elevador, e enquanto esperávamos as portas se abrirem, percebi que ainda havia alguma coisa ali entre a gente. Aquela tensão antiga, que nunca tínhamos realmente resolvido ou enfrentado, ainda estava lá, pairando no ar entre nós como uma presença física.
"Quer vir tomar um café na minha casa?", perguntei enquanto entrávamos no elevador juntos. "Podemos colocar conversar sobre tudo o que aconteceu nos últimos dez anos."
Ela hesitou por um momento antes de responder, e pude sentir meu estômago dando cambalhotas enquanto esperava por sua resposta. "Claro", disse ela finalmente. "Eu adoraria isso."
Fui até a cozinha enquanto Bia explorava minha sala, olhando para os livros nas prateleiras e as fotos emolduradas na parede. Ela pareceu surpresa quando me viu colocando café fresco na cafeteira.
"Você ainda toma café?", perguntei com um sorriso. "Não mudou nada desde a última vez que nos vimos."
Ela riu baixinho enquanto se sentava à mesa da cozinha. "Não, algumas coisas mudaram sim", disse ela enquanto eu pegava duas xícaras do armário. "Mas outras ficaram exactly como eram antes."
Fiz uma careta para ela enquanto colocava o café fresco na frente dela e me sentei ao seu lado. " Como assim?"
Ela deu de ombros e tomou um gole do café antes de responder. "Bom, eu ainda gosto de você, por exemplo", disse ela baixinho. "Ainda sinto o mesmo que sentia quando éramos adolescentes."
Fiquei surpresa demais para falar por alguns segundos, apenas olhando para ela enquanto minha mente corria em mil direções diferentes. "Eu também sinto o mesmo", admiti finalmente. "Não mudou nada para mim também."
Ela sorriu e colocou sua mão sobre a minha, e pude sentir a eletricidade passando entre nós novamente. Sabíamos que estávamos prestes a cruzar uma linha, mas não podíamos mais voltar atrás agora.
"Vem cá", disse ela baixinho, puxando-me pela mão até ficarmos de pé em frente uma à outra. Ela passou os braços ao meu redor e me beijou intensamente, como se quisesse recuperar cada segundo que tínhamos perdido nos últimos dez anos.
Suas mãos começaram a explorar meu corpo enquanto continuávávamos a beijar, primeiro timidamente e depois com mais urgência. Ela agarrou meus seios através da blusa fina que eu estava usando, fazendo-me gemer baixinho em sua boca enquanto sentia meu corpo inteiro ficando quente.
Comecei a fazer o mesmo com ela, acariciando seus mamilos duros enquanto ela arqueava as costas para perto de mim. Ela estava vestindo uma saia curta e uma blusa justa que agora pareciam estar gritando por serem retiradas, então comecei a desabotoar sua blusa enquanto ela fazia o mesmo com a minha.
Quando finalmente ficamos nuas uma na frente da outra, ela começou a explorar cada centímetro do meu corpo com beijos e carícias suaves. Ela passou as mãos pelos meus quadris e coxas antes de subir até meus seios novamente, Taking her time to make sure every part of me was well-loved.
Fiquei ofegante enquanto ela continuava seu caminho para baixo pelo meu abdômen e cintura, parando apenas por um segundo antes de mergulhar entre minhas pernas. Ela começou a lamber meu clitóris devagarinho, quase como se estivesse saboreando cada segundo do momento, e pude sentir meus joelhos começando a tremer enquanto ela me levava mais e mais perto do orgasmo.
Continuei acariciando seus cabelos e ombros enquanto ela continuava trabalhando em mim com sua língua mágica, sentindo meu corpo inteiro ficando cada vez mais quente e sensível. E então, quando não aguentava mais esperar, ela começou a mover sua língua mais rápido e com mais força até que finalmente me fizesse explodir em ondas de prazer.
Fiquei apoiada contra ela enquanto minha respiração voltava ao normal, agradecendo silenciosamente por ter sido presenteada com esse reencontro depois de tantos anos separados. Sabia que ainda tínhamos muito para conversar e desco
Depois de alguns minutos em silêncio, ela finalmente falou: "Foi incrível, não foi?" Eu concordei com um sorriso. "Sim, foi mesmo. Mal posso acreditar que isso aconteceu depois de todo esse tempo." Ela riu e me deu outro beijo, dessa vez mais suave e carinhoso. "Eu também não", admitiu ela. "Mas estou muito feliz por ter acontecido. Senti sua falta esses anos todos."
Começamos a conversar sobre o que tínhamos feito durante nosso tempo separados enquanto nos vestíamos novamente. Descobrimos que ambos tínhamos casado e divórcio, ela tinha dois filhos agora e eu ainda não tinha tido nenhum. Ela trabalha como designer gráfico enquanto eu sou professor de português em uma escola particular.
Depois de alguns minutos de conversa, olhamos um para o outro e percebemos que ainda havia muito mais para explorarmos juntos. "Quer vir pra casa comigo?" ela perguntou timidamente. "Eu adoraria", respondi com sinceridade.
Seguimos até seu carro juntas, de mãos dadas como se fôssemos namorados adolescentes novamente. Quando chegamos à porta da frente de sua casa, ela se virou para mim e me deu outro beijo apaixonado antes de abrir a porta e me convidar para entrar.
Assim que entramos, ela começou a me mostrar onde eram seus quarto e sala de estar. Ela tinha uma linda casa com móveis modernos e arte contemporânea nas paredes. "Gostou?" ela perguntou enquanto eu admirava sua coleção de quadros abstratos na parede da sala.
"Sim, é muito bonito", respondi honestamente. "Mas não tanto quanto você."
Ela sorriu e me levou até seu quarto. Começamos a nos beijar novamente assim que cruzamos a porta, desta vez mais devagar e com mais carinho do que antes. Comeceávamos a conhecer nossos corpos depois de tanto tempo separados, e isso tornou cada toque ainda mais significativo.
Comecei a explorar seus ombros e costas com beijos suaves enquanto ela começava a desabotoar minha blusa novamente. Ela tirou minha roupa cuidadosamente desta vez, como se quisesse saborear cada segundo do momento. Depois de me deixar apenas de calcinha e sutiã, ela começou a acariciar meus mamilos através do tecido fino enquanto continuávamos a beijar.
Depois de alguns minutos, ela começou a me guiar até sua cama king size, onde começamos a fazer amor lentamente desta vez. Ela passou horas explorando cada centímetro do meu corpo com suas mãos e boca, levando-me ao orgasmo várias vezes antes de finalmente deixarmos que ela mesma tivesse o seu próprio momento de prazer.
Acabamos adormecendo nos braços um do outro depois disso, acordando apenas algumas horas mais tarde para fazer amor novamente. Ficamos acordados até tarde conversando sobre tudo e nada enquanto acariciávamos nossos corpos nus.
Finalmente, pouco antes do amanhecer, ela me acompanhou até a porta com um beijo de despedida. "Até logo", disse ela suavemente enquanto eu saía para pegar meu carro. "Mal posso esperar pelo nosso próximo encontro", respondi com um sorriso enquanto caminhava para longe dela novamente.
Mas agora tínhamos um reencontro incrível para nos apoiar, e sabíamos que não havia nada que pudesse impedir nossa conexão novamente depois de tudo o que tínhamos compartilhado durante essa noite mágica juntos.