Revisão do carro — uma hora de espera na sala, ela e eu e o mecânico que sumiu
A revisão ia ser quarenta minutos, não uma hora. Quando o mecânico sumiu para buscar a peça, ficamos na salinha com duas cadeiras de plástico, uma TV com sinal ruim e todo o tempo do mundo.
Eu estava meio perdido quando entrei na oficina mecânica. Meu carro tinha começado a fazer uns barulhos estranhos e eu precisava urgentemente levá-lo para uma revisão. O mecânico, um homem de meia-idade com as mãos sujas de graxa, me recebeu com um sorriso cansado e me disse que ia dar uma olhada.
Enquanto esperava, fui convidado a sentar numa salinha ao lado, com duas cadeiras de plástico e uma TV com sinal ruim. Eu estava meio entediado, mas logo percebi que não estava sozinho. Sentada na outra cadeira, havia uma mulher linda, com o cabelo loiro cascateando pelos ombros e os lábios pintados de vermelho. Ela estava lendo uma revista, mas levantou os olhos quando eu entrei e me lançou um sorriso convidativo.
Eu me apresentei e ela fez o mesmo. Seu nome era Maria, e ela estava ali para esperar o mecânico terminar a revisão do carro dela. Conversamos sobre trivialidades por alguns minutos, até que o assunto se tornou mais interessante.
Ela me contou que estava separada do marido e que tinha começado a experimentar a vida de solteira. Eu fiquei meio surpreso com a sinceridade dela, mas logo percebi que ela estava flertando comigo. Eu não sou de ferro, então comecei a sentir uma tensão crescente entre nós.
O mecânico demorou mais do que o esperado e a espera começou a se tornar insuportável. A cada minuto que passava, eu sentia o desejo crescendo dentro de mim. Olhei para Maria e percebi que ela estava sentindo o mesmo. Ela tinha cruzado as pernas e estava mordendo os lábios, enquanto seu olhar não saía de mim.
Em determinado momento, ela se levantou e começou a passear pela sala, como se estivesse inquieta. Eu aproveitei a oportunidade e me levantei também, indo em direção a ela. Quando cheguei perto, ela se virou e me deu um beijo apaixonado. Foi como se uma chama se acendesse dentro de mim e eu comecei a explorar o corpo dela com as mãos, enquanto ela fazia o mesmo comigo.
Logo estávamos em cima da mesa da sala, ela deitada de costas e eu em cima dela, tirando suas roupas com pressa e desejo. Ela estava gostosa, com uma pele macia e um corpo bem definido. Eu não consegui resistir e comecei a beijar cada centímetro dela, desde o pescoço até os pés.
Ela começou a gemer e eu percebi que estava pronta para me receber. Eu tirei a calça e a cueca e comecei a penetrá-la devagar, sentindo cada centímetro dela. Comecei a movimentos lentos, mas logo ela começou a me pedir para ir mais rápido e mais fundo. Eu obedeci e comecei a metê-la com força, enquanto ela me abraçava e me pedia para não parar.
A sensação era incrível e eu senti que estava prestes a gozar. Mas eu não queria gozar sozinho, então comecei a estimular o clitóris dela com os dedos, enquanto continuava a metê-la com força. Logo ela começou a gemer alto e eu percebi que ela também estava prestes a gozar.
Eu continuei a metê-la com força, enquanto ela gemia cada vez mais alto. Eu sentia o corpo dela tremendo embaixo do meu e percebi que ela estava chegando ao clímax. Eu também estava prestes a gozar, então comecei a me controlar para não gozar antes dela. Quando ela chegou ao orgasmo, eu soltei todo o meu desejo e comecei a gozar dentro dela, enquanto ela gritava meu nome. Ficamos ali por alguns minutos, ofegantes e abraçados, até que ouvimos a porta da oficina abrir. Era o mecânico que tinha voltado. Ficamos paralisados por alguns segundos, até que Maria começou a rir e me deu um beijo na boca. "Esse é o melhor jeito de esperar uma revisão do carro", ela disse enquanto se levantava e começava a se vestir. Eu também me levantei e comecei a me vestir, enquanto o mecânico entrava na sala. "Desculpe pela espera", ele disse enquanto olhava para nós dois com um sorriso conhecedor. "Não se preocupe", eu disse enquanto passava a mão no cabelo de Maria. "A espera valeu a pena".
O mecânico começou a verificar o carro de Maria, enquanto ela e eu nos sentamos em uma cadeira próxima para esperar. Ela ainda estava meio sem fôlego e eu podia sentir seu coração batendo acelerado. Eu estava me sentindo bem também, mas não tanto quanto ela. Logo o mecânico começou a fazer alguns reparos no carro e começou a conversar conosco sobre o estado do veículo e o que precisava ser feito. Maria ficou ouvindo atentamente enquanto eu ficava de olho no mecânico e no carro. Depois de algum tempo, o mecânico terminou o trabalho e pediu para Maria dar uma volta para ver se tudo estava funcionando direito. Ela saiu com o carro e eu fiquei lá conversando com o mecânico sobre alguns problemas que eu vinha tendo com meu próprio carro. Quando Maria voltou, ela parecia preocupada e disse que não estava ouvindo bem o motor. O mecânico pediu para ela esperar um pouco enquanto ele verificava o problema. Enquanto ele estava trabalhando, eu aproveitei para puxar assunto com Maria e descobri que ela era uma mulher muito interessante. Conversamos sobre vários assuntos e eu percebi que ela tinha uma personalidade muito atraente e divertida. Quando o mecânico terminou o trabalho, ele chamou Maria para verificar se estava tudo certo. Ela voltou para a oficina com o mecânico e eu fiquei lá esperando. Depois de alguns minutos, ela voltou para onde eu estava e disse que o mecânico tinha encontrado o problema e que ela já poderia ir embora. Ela agradeceu pelo serviço e eu aproveitei para convidá-la para sairmos outro dia. Ela aceitou e eu me senti muito feliz por ter conhecido alguém tão interessante e atraente como ela. Quando saímos da oficina, ela me deu um beijo na boca e disse que tinha sido uma ótima tarde. Eu concordei e disse que tinha sido a melhor revisão de carro que eu já tinha feito.
Saímos da oficina de mãos dadas, sorrindo como dois adolescentes que estavam descobrindo o mundo pela primeira vez. O sol estava começando a se pôr, pintando o céu de cores avermelhadas e alaranjadas. Decidimos dar uma volta para aproveitar o fim de tarde e aproveitar ainda mais a companhia um do outro. Andamos por algumas ruas do centro da cidade, conversando sobre tudo e nada, até que chegamos a uma pracinha tranquila, com algumas árvores e um laguinho no meio. Lá, nos sentamos em um banco e ficamos apenas admirando a paisagem, em silêncio. A mão de Maria estava na minha, e eu podia sentir sua pele macia e quente. Depois de alguns minutos, ela virou o rosto para mim e me deu um beijo suave nos lábios. "Obrigado por hoje", ela disse. "Eu não poderia ter encontrado uma forma mais gostosa de esperar uma revisão do carro", respondi, sorrindo. Ela riu e encostou a cabeça no meu ombro. Ficamos ali por algum tempo, apenas aproveitando a companhia um do outro e esquecendo do mundo ao nosso redor. Até que meu estômago roncou alto, fazendo Maria gargalhar. "Já está na hora do jantar", ela disse. "Quer ir jantar alguma coisa comigo?" Concordo com ela e saímos da pracinha em direção a um restaurante próximo. O restaurante era pequeno, mas muito aconchegante, com poucas mesas e um cheiro delicioso de comida. Pedimos uma pizza para compartilhar e ficamos ali conversando e rindo, como se fôssemos amigos há anos. Quando saímos do restaurante, já estava escuro e as ruas estavam iluminadas apenas pelas luzes dos postes. Caminhamos até o carro de Maria, de mãos dadas, e quando chegamos lá, ela se virou para mim e passou as mãos pelo meu cabelo. "Eu não quero que essa noite acabe", ela disse, me olhando nos olhos. "Eu também não", respondi, baixinho. E então, a beijeiagain, com intensidade e paixão, como se quiséssemos aproveitar cada segundo que ainda tínhamos juntos. Quando nos separamos, ela sorriu para mim e disse: "Vamos para a minha casa". E eu, sem hesitar, concordei com ela. E assim, passamos a noite juntos, aproveitando cada momento como se fosse o último, e criando memórias inesquecíveis.