A cumplicidade que a gente descobriu numa piscina de hotel
Éramos colegas de congresso. Dois dias de palestras e uma piscina vazia à meia-noite. Nenhum dos dois lembra de quanto tempo ficamos lá.
A gente se conheceu numa daquelas palestras intermináveis de congresso. Eu estava lá por obrigação, meu chefe tinha me mandado para aprender alguma coisa sobre a última tecnologia em marketing digital. Ela era uma espécie de convidada especial, uma expert em SEO que tinha vindo diretamente dos Estados Unidos.
Eu não lembro muito bem como a gente começou a conversar, acho que foi numa those palestras intermináveis de congresso. Eu estava lá por obrigação, meu chefe tinha me mandado para aprender alguma coisa sobre a última tecnologia em marketing digital. Ela era uma espécie de convidada especial, uma expert em SEO que tinha vindo diretamente dos Estados Unidos.
Eu não lembro muito bem como a gente começou a conversar, acho que foi numa das pausas para o café. Eu estava me servindo de um café instantâneo horrível quando ela chegou por trás de mim e fez algum comentário sobre o fato de eu estar tomando café num congresso de tecnologia. A gente riu, eu me virei para olhá-la melhor e percebi que ela era muito mais bonita do que eu tinha imaginado à primeira vista.
O resto do dia passou numa espécie de névoa. Eu não prestei atenção em nenhuma das palestras, só conseguia pensar no jeito que ela tinha sorrido quando a gente estava conversando. A noite chegou e a gente acabou indo jantar juntos, só nós dois, num restaurante ali perto.
A comida era boa, mas a gente não deu muita atenção para ela. A gente falou de tudo e de nada, rindo e brincando como se a gente fosse amigos há anos. Quando a conta veio, a gente percebeu que estava muito tarde e que a maioria dos outros convidados do congresso já tinha ido embora.
A gente saiu do restaurante e ficou ali na calçada por um momento, sem saber bem o que fazer. Era uma noite quente de verão, com estrelas brilhando no céu e uma brisa suave soprando pelas ruas vazias. Eu não queria que a noite acabasse, então sugeri a ela que a gente fosse dar uma volta.
A gente caminhou pelas ruas vazias da cidade, conversando sobre tudo e nada. A gente passou por uma praça onde algumas pessoas ainda estavam sentadas nos bancos, aproveitando a noite agradável. A gente passou por uma igreja antiga, com suas luzes fracas brilhando através das janelas de vidro colorido.
E então a gente chegou ao hotel onde estava hospedado o congresso. Era um prédio grande e moderno, com luzes brilhantes em todos os cantos. Eu não queria que a noite acabasse, então sugeri a ela que a gente fosse dar uma volta pela piscina do hotel.
A gente desceu pelas escadas até o pátio onde ficava a piscina. Era uma piscina grande e vazia, com água azul-clara brilhando à luz da lua. A gente ficou ali por um momento, olhando para a piscina, sem saber muito bem o que fazer.
Eu estava começando a me arrepender de ter sugerido
Eu estava começando a me arrepender de ter sugerido dar uma volta pela piscina quando ela olhou para mim e sorriu. "Você quer nadar?", ela perguntou, com um brilho travesso nos olhos.
"Agora?", eu perguntei, surpreso. "Não tenho meu maiô comigo."
Ela riu. "E quem disse que precisa de maiô?", ela respondeu, começando a se despir bem ali na beira da piscina. Eu fiquei boquiaberto enquanto ela tirava primeiro o vestido, revelando um sutiã preto e uma calcinha combinando, e depois os dois itens também, ficando completamente nua sob a luz da lua.
"Vem", ela disse, mergulhando na água com um mergulho gracioso. Eu hesitei por alguns segundos, mas não consegui resistir ao convite. Tirei minha roupa também e entrei na piscina atrás dela.
A água estava morna e convidativa, e eu podia sentir meu corpo se relaxando enquanto nadava até onde ela estava boiando de costas, olhando para as estrelas. Quando cheguei perto dela, ela virou-se para mim e passou os braços em volta do meu pescoço.
"Eu não acredito que a gente acabou de fazer isso", eu disse, sorrindo.
"Nem eu", ela respondeu, puxando meu rosto para o dela e me beijando. Foi um beijo quente e intenso, cheio de desejo contido. Eu podia sentir meu corpo reagindo ao dela, e sabia que ela também podia sentir.
"Vamos sair daqui", eu sussurrei em seu ouvido, depois do beijo. "Não quero fazer nada precipitado."
Ela riu novamente. "Quem disse que a gente precisa se precipitar?", ela respondeu. "Temos tempo suficiente para aproveitar isso direito."
Saímos da piscina e pegamos nossas roupas no chão. Em seguida, subimos até o quarto dela, com o coração batendo forte e as mãos suadas de ansiedade. Quando chegamos ao quarto, ela abriu a porta e me puxou para dentro, fechando-a atrás de nós.
O resto da noite foi uma mistura de beijos intensos, carícias suaves e gemidos abafados. A gente descobriu que tinha uma cumplicidade incrível, não apenas na cama, mas também fora dela. Conversamos sobre tudo e nada, como se fôssemos amigos há anos, e descobrimos que tínhamos muito em comum além da atração física.
E assim, numa piscina de hotel vazia à luz da lua, a gente descobriu uma cumplicidade
Eu acordei no dia seguinte com ela ainda adormecida ao meu lado. A luz do sol entrava pelo janelão que dava vista para a piscina e o mar além dela. Ficamos em silêncio por alguns minutos, aproveitando a tranquilidade do momento. Ela abriu os olhos lentamente e sorriu para mim.
"Bom dia", ela disse, estendendo a mão para acariciar meu rosto.
"Bom dia", respondi, beijando sua mão. "Você está com fome?"
Ela fez que sim com a cabeça e nós dois saímos da cama para nos arrumar. Depois de vestidos, descemos até o restaurante do hotel para tomar café da manhã. A mesa estava cheia de tudo o que você possa imaginar: frutas, bolos, pães, iogurtes, sucos...
Conversamos sobre a noite anterior enquanto comíamos, rindo e brincando sobre algumas das coisas que tínhamos feito. Ela contou algumas histórias da sua vida e eu contei algumas da minha também. Era estranho como a gente se sentia à vontade um com o outro depois de apenas uma noite juntos.
Depois do café, decidimos dar uma caminhada pela praia antes de voltarmos para a piscina. A água estava deliciosa e nós nadamos por um bom tempo, brincando como crianças pequenas. Quando saímos da água, resolvemos nos deitar ao sol para secar um pouco antes de voltar para o quarto.
Mas enquanto estávamos ali, deitados lado a lado, ela começou a passar a mão pelo meu peito e abdomen, me provocando. Eu olhei para ela e vi que estava sorrindo maliciosamente.
"O que você tem em mente?", perguntei, meio desconfiado.
"Eu não sei", ela disse, ainda sorrindo. "Apenas achei que podíamos aproveitar mais essa linda manhã juntos."
E antes mesmo que eu pudesse responder, ela começou a beijar meu peito, descendo cada vez mais até chegar onde eu já estava começando a ficar excitado novamente.
Fizemos amor ali mesmo na praia, com cuidado para não sermos pegos por algum funcionário do hotel ou por outros hóspedes que pudessem estar passando por ali. Foi ainda mais excitante do que a noite anterior porque tínhamos que ser quietos e cuidadosos.
Quando terminamos, ficamos abraçados por alguns minutos até nos sentirmos prontos para nos arrumar e voltar para o quarto. Lá em cima, tomamos um banho juntos antes de decidirmos sair para explorar mais a cidade.
Fomos a algumas galerias de arte, visitamos uma feira de artesanato local e almoçamos numa pequeno restaurante onde o dono conhecia ela há anos. Foi divertido ver como ela se encaixava tão bem naquele lugar, mesmo sendo apenas uma turista como eu.
À tarde, voltamos para o hotel e passamos mais tempo na piscina, aproveitando cada segundo juntos antes de ela ter que ir embora no dia seguinte. Era incrível como tínhamos nos aproximado em tão pouco tempo, como se já fôssemos um casal há anos.
Quando chegou a hora de irmos embora, eu não queria deixar aquela sensação gostosa para trás. Mas sabíamos que não havia nada que pudéssemos fazer além de aproveitar cada momento juntos até o último segundo antes dela pegar seu avião de volta para casa.
E enquanto nos abraçávamos no aeroporto, ela disse: "Eu nunca vou esquecer essa viagem, muito obrigada por tudo". E eu respondi: "Eu também não vou esquecer. Foi incrível. Quando você quiser repetir, é só me ligar". Ela riu e deu um beijo rápido em minha boca antes de virar e caminhar até o portão de embarque.
Fiquei ali parado por alguns minutos, olhando para ela enquanto se afastava, pensando em como a gente tinha se conhecido numa piscina vazia à luz da lua e em como nunca mais vai ser igual depois disso. E então, com um sorriso no rosto, voltei para meu quarto no hotel para fazer as malas também. Afinal, quem sabe o que mais pode acontecer nas próximas férias?
Eu acordei no dia seguinte com uma sensação de felicidade e satisfação ainda maior do que a noite anterior. Olhei para o lado da cama onde ela havia dormido e percebi que já não estava lá. Levantei-me rapidamente e fui até o banheiro, mas também não a encontrei. Voltei para a cama e peguei meu celular para ver se tinha alguma mensagem dela. Nada.
Comecei a ficar preocupado quando ouvi uma batida leve na porta do quarto. Levantei-me novamente e fui abrir. Era ela, com um sorriso largo no rosto e carregando uma bandeja cheia de frutas, sucos e pães. "Bom dia", disse ela enquanto entrava no quarto. "Pensei em trazer o café da manhã para a gente aproveitar juntos antes de eu ter que ir embora."
"Obrigada, isso é muito gentil da sua parte", respondi, ainda meio dorminhoco.
Ela colocou a bandeja sobre a mesa e começou a servir os sucos enquanto eu me sentava na cama e ligava a televisão. "Então, o que vamos fazer hoje?", perguntei depois de alguns minutos de silêncio.
"Bem, como eu já disse ontem, meu voo é à tarde, então temos algumas horas para aproveitar juntos", respondeu ela. "Podíamos ir ao centro histórico da cidade e explorar um pouco mais aqueles prédios antigos que vimos ontem à noite. Ou então podíamos ficar aqui no quarto e... você sabe."
Eu sorri e tomei um gole do suco de laranja antes de responder: "Eu acho que prefiro a opção dois, mas também gostaria de ver mais da cidade antes de ir embora. O que acha se fizermos as duas coisas? Podemos passear pelo centro histórico pela manhã e depois voltarmos para o hotel e... você sabe."
Ela riu e concordou com minha ideia. "Feito", disse ela enquanto se aproximava da cama e começava a beijar meu pescoço. "Mas primeiro, vamos aproveitar nosso café da manhã e nos arrumar antes de sairmos."
Eu sorri enquanto ela começava a me beijar novamente, sentindo-me sortudo por ter encontrado alguém tão incrível em uma viagem inesperada como essa. E enquanto tomávamos café juntos e planejávamos nossa manhã, eu não podia deixar de sentir que isso era apenas o começo de algo ainda maior entre nós dois.