Dois hóspedes, um camarote, nenhum quarto vago no navio

Erro de sistema: duas reservas, mesmo camarote. O navio tinha partido às dezessete horas e a recepção confirmou que não havia mais nada disponível. Ficaram olhando um para o outro no corredor por um tempo longo antes de alguém dizer 'então.'

Eu me chamo Pedro e estava ansioso por essas férias. Depois de meses trabalhando como um louco, eu finalmente consegui uma semana inteira para mim. E onde eu escolhi passar esses dias de descanso? Em um cruzeiro, claro! Eu nunca tinha feito algo assim antes, mas sempre quis experimentar a liberdade do mar e a diversão de um navio cheio de pessoas aproveitando a vida.

O dia da partida chegou e eu estava pronto. Minha mala estava feita, meus documentos estavam em ordem e eu estava pronto para embarcar. Cheguei no porto e fui até a recepção para fazer o check-in. A moça atrás do balcão sorriu para mim e começou a preencher meu cartão de embarque.

Mas então ela fez uma cara confusa e começou a digitar alguma coisa no computador. Depois de alguns segundos, ela voltou a sorrir para mim e disse: "Tem um pequeno problema, sr. Pedro. Parece que seu camarote já foi reservado por outra pessoa."

Eu não acreditei no que estava ouvindo. Como isso podia acontecer? Eu tinha feito a reserva com meses de antecedência! A moça continuou explicando que o sistema havia sofrido um erro e que não havia mais nenhum outro quarto disponível no navio. Ela pediu desculpas e disse que faria tudo o que pudesse para me ajudar, mas eu não pude deixar de sentir uma onda de frustração e decepção.

Eu estava prestes a desistir e ir embora quando ela disse: "Espere, sr. Pedro. Tenho uma ideia. Por que não compartilha o camarote com a outra pessoa? Afinal, são apenas alguns dias e é melhor do que não ir embora, não é?"

Eu não tinha escolha. Eu aceitei a proposta e ela me deu o nome e o número do quarto onde eu iria ficar. Era o 307. Quando cheguei lá, eu encontrei uma mulher linda sentada na cama, parecendo tão surpresa quanto eu.

Eu me apresentei e ela fez o mesmo. Se chamava Maria e era tão confusa quanto eu sobre a situação. Ficamos olhando um para o outro por um tempo longo antes de alguém dizer "então". E então, nós dois rimos.

Eu não sabia o que esperar daquela situação, mas logo percebi que Maria era uma mulher divertida e agradável. Passamos a noite conversando sobre nossas vidas e nossos planos para o cruzeiro. Ela era uma professora de português que tinha decidido fazer uma pausa em sua vida corrida para aproveitar o mar e o sol.

À medida que a noite passava, eu percebi que havia uma tensão crescente entre nós. Nós nos tocávamos acidentalmente e nossos olhares se encontravam com mais frequência do que o normal. Eu podia sentir meu coração acelerando e meu corpo respondendo ao dela.

Finalmente, quando a noite estava quase no fim, eu não aguentei mais. Eu me aproximei dela e a beijei. Ela correspondeu, colocando suas mãos em meu pescoço e me puxando para mais perto. Nós nos beijamos por longos minutos, explorando a boca um do outro e sentindo o calor do desejo crescer entre nós.

Finalmente, nós nos separamos e começamos a nos despir um ao outro. Eu tirei seu vestido e ela tirou minha camisa. Nós nos olhamos por um momento, admirando o corpo um do outro antes de nos abraçarmos novamente.

Nós caímos na cama, nossas bocas se encontrando mais uma vez enquanto nossas mãos exploravam cada centímetro do corpo um do outro. Eu podia sentir seu coração batendo rápido enquanto eu passava minhas mãos por seus seios e sua barriga.

Eu desci mais ainda, até encontrar sua calcinha e começar a acariciá-la por cima do tecido. Ela começou a gemer baixinho, se contorcendo debaixo de minhas mãos. Eu continuei acariciando-a até que ela não aguentou mais e me pediu para tirar sua calcinha.

Eu obedeci e continuei a acariciá-la, sentindo sua umidade crescer cada vez mais. Ela começou a gemer mais alto, se contorcendo cada vez mais enquanto eu a acariciava. Eu podia sentir seu corpo todo tremendo de desejo e eu não aguentei mais. Eu tirei minha calça e minha cueca e me posicionei entre suas pernas.

Eu comecei a penetrá-la devagar, sentindo cada centímetro dela ao meu redor. Ela era quente e úmida e eu podia sentir meu membro crescendo cada vez mais dentro dela.

Continuei a me movimentar cada vez mais rápido dentro dela, sentindo seu corpo se contorcer embaixo do meu. Ela começou a gemer cada vez mais alto, me incentivando a ir ainda mais rápido. Eu obedeci, sentindo meu próprio desejo crescer cada vez mais. Ela começou a me corresponder, levantando os quadris para me encontrar em cada estocada. Nós estávamos completamente perdidos um no outro, nos esquecendo de tudo ao nosso redor. Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando e percebi que ela também estava perto. Comecei a movimentos mais profundos e mais rápidos, sentindo seu corpo todo se contrair embaixo do meu. Ela começou a gritar meu nome enquanto seu corpo todo tremia com o orgasmo. Eu logo depois atingi meu próprio orgasmo, sentindo um prazer intenso tomar conta de mim. Caí exausto ao seu lado, ainda ofegante. Ela se virou para mim e sorriu, colocando sua cabeça em meu peito enquanto passávamos os dedos um no corpo do outro. Após alguns minutos de silêncio, ela falou: "Eu não acredito que isso aconteceu". Eu ri e respondi: "Eu também não. Mas foi incrível". Ela concordou e ficamos em silêncio por um tempo, aproveitando o momento. Depois de alguns minutos, ela se sentou na cama e começou a se vestir. "Onde você vai?", perguntei surpreso. "Eu não posso ficar aqui a noite toda", ela respondeu. "Eu tenho um quarto no navio e não quero que os outros passageiros saibam sobre nós dois". "Eu entendo", eu respondi, também começando a me vestir. "Mas quem sabe a gente possa se encontrar novamente durante o cruzeiro?", ela sugeriu com um sorriso malandro. "Eu gostaria muito disso", eu respondi, sorrindo de volta. E assim, depois de uma noite incrível, ela saiu do camarote e eu fiquei ali, sozinho, mas com uma grande expectativa pelo que ainda viria durante o cruzeiro.

Depois que ela saiu do camarote, eu fiquei ali por alguns minutos, ainda me sentindo meio atordoado com o que tinha acabado de acontecer. Mas logo comecei a me preparar para sair também. Afinal, estava em um navio cheio de gente e eu não podia ficar trancado no camarote o tempo todo.

Quando saí para o corredor, dei de cara com um grupo de passageiros que tinham acabado de sair de uma festa. Eles estavam todos animados e bêbados, falando alto e rindo. Eu sorri para eles e passei pelo grupo, seguindo em direção ao bar do navio. Talvez uma bebida pudesse me ajudar a relaxar depois de tudo o que tinha acontecido.

Quando cheguei ao bar, vi que estava lotado de gente. Pedi uma cerveja ao barman e me sentei em uma mesa vazia perto da janela. Enquanto bebia minha cerveja, fiquei olhando para o mar lá fora, perdido em pensamentos sobre a noite que havia tido.

De repente, alguém sentou ao meu lado. Era ela. Ela sorriu para mim e disse: "Eu não consegui ficar longe de você". Eu ri e respondi: "Eu também não conseguia parar de pensar em você". Ela pediu uma bebida ao barman e ficou ali conversando comigo, como se fôssemos dois amigos que se encontravam há muito tempo. Nós conversamos sobre tudo e nada, rindo e brincando como se não tivéssemos nenhuma preocupação no mundo.

Depois de um tempo, ela se aproximou de mim e começou a passar a mão em minhas pernas. Eu senti meu corpo todo se contrair com o toque dela e percebi que ela também estava sentindo o mesmo que eu. Ela se aproximou ainda mais de mim e começou a me beijar no pescoço, sussurrando em meu ouvido: "Eu quero você de novo". Eu não precisei de mais nenhum incentivo. Pedi ao barman para guardar minha cerveja e levantei da mesa, segurando a mão dela enquanto saíamos do bar.

Fomos direto para o camarote dela dessa vez. Quando entramos, ela começou a me beijar intensamente, enquanto eu começava a desabotoar sua blusa. Ela estava com pressa e eu também. Começamos a nos beijar e a nos acariciar com ainda mais intensidade, até que não aguentamos mais e começamos a fazer amor de novo. Foi ainda mais intenso do que da primeira vez e nós ficamos ali, abraçados, até que o sol começou a nascer lá fora.

Depois disso, decidimos que não íamos mais esconder o que tínhamos um pelo outro. Pelo menos durante o resto do cruzeiro, íamos aproveitar cada minuto juntos, sem preocupações com o que os outros pudessem pensar. E foi exatamente o que fizemos. Os dias seguintes foram os melhores da minha vida e eu nunca mais esquecerei daquele cruzeiro e da mulher incrível que conheci lá.

Quando acordamos, o sol já estava alto no céu. Olhei para ela, ainda adormecida ao meu lado, e não pude evitar um sorriso. Depois de tudo o que tínhamos passado juntos, eu não conseguia acreditar que tínhamos apenas mais alguns dias juntos no navio. Mas não queria pensar nisso agora. Agora, eu só queria aproveitar o momento.

Ela abriu os olhos e sorriu para mim. "Bom dia", ela disse, puxando-me para mais perto dela. Eu beijei seus lábios macios e a apertei contra mim, sentindo seu corpo nu contra o meu.

"Você quer café da manhã?", ela perguntou depois de um tempo. "Eu posso pedir serviço de quarto."

"Sim, isso seria ótimo", respondi. Ela pegou o telefone e fez o pedido enquanto eu me recostava na cabeceira da cama, aproveitando a vista do mar através da janela do camarote.

"Então, o que você gostaria de fazer hoje?", ela perguntou quando desligou o telefone. "Eu gostaria de passar o máximo de tempo possível com você antes de voltarmos para a realidade."

"Eu também", respondi. "O que acha de explorarmos o navio juntos? Ainda há muitos lugares que não conhecemos."

Ela sorriu. "Eu adoraria. Depois do café da manhã, podemos pegar umas espreguiçadeiras na piscina e aproveitar o sol. E quem sabe o que mais podemos encontrar pelo caminho?"

"Eu não posso esperar para ver", disse eu, beijando-a novamente enquanto ouvíamos o som das ondas batendo no navio lá fora.