Pagode de quintal, última rodada de chopp e ela que chegou no horário errado
Eu já ia embora quando ela chegou com as amigas e ficou parada do meu lado no caixote de cerveja. A gente ficou fingindo que estava vendo a roda de samba e trocando de posição a cada música — até a última que tocou naquela noite.
Eu estava na última rodada de chopp quando decidi que era hora de ir embora. O pagode no quintal do Zé Pequeno tinha sido animado como sempre, mas eu já estava cansado e só queria chegar em casa para dormir. Mas, como diz o ditado, "o melhor ainda estava por vir".
Foi então que ela chegou com as amigas. Eu não a conhecia, mas deve ter percebido meu olhar interessado porque começou a sorrir para mim enquanto se aproximava do caixote de cerveja onde eu estava apoiado.
— Oi, tudo bem? — ela perguntou enquanto pegava uma cerveja gelada no balde ao lado do caixote.
— Tudo sim, obrigado — respondi, tentando disfarçar o nervosismo que sentia sempre que conhecia alguém nova.
Conversamos por alguns minutos enquanto fingíamos estar vendo a roda de samba. Mas a verdade era que eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela tinha um jeito diferente das outras meninas que eu já tinha conhecido, uma mistura de simpatia e sensualidade que me deixava completamente hipnotizado.
A cada música que tocava, a gente trocava de posição no caixote, ela ficando cada vez mais perto de mim. Eu sentia seu perfume doce e sua respiração quente em meu pescoço, o que estava começando a fazer meu coração bater cada vez mais rápido.
Quando chegou a última música da noite, eu já não aguentava mais. Ela também deve ter percebido isso porque começou a me encarar com aqueles olhos castanhos cheios de desejo.
— Você quer ir embora agora? — ela perguntou enquanto se aproximava ainda mais de mim.
Eu não respondi, apenas peguei sua mão e comecei a caminhar em direção ao meu carro. Ela veio junto sem fazer nenhuma pergunta, como se já soubesse o que ia acontecer ali.
No carro, eu não aguentei esperar nem mais um segundo. Comecei a beijá-la com toda a paixão que sentia enquanto ela Correspondia cada beijo com ainda mais intensidade.
Minhas mãos começaram a explorar seu corpo enquanto as dela faziam o mesmo comigo. Eu podia sentir seu coração batendo acelerado debaixo da blusa fina que usava, e isso só me deixou ainda mais louco de desejo por ela.
Eu não sei quanto tempo ficamos ali no carro, beijando e acariciando um ao outro. Mas quando percebi, já estava dentro dela, sentindo cada parte do seu corpo se misturando com o meu.
Ela era ainda mais gostosa do que eu tinha imaginado enquanto a penetrava cada vez mais fundo, fazendo-a gemer alto de prazer. Era como se estivéssemos em uma dança perfeita, nossos corpos se movendo juntos em um ritmo que só nós dois conhecíamos.
Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando, mas não queria
Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando, mas não queria que tudo acabasse tão rápido. Queria aproveitar cada segundo com ela, então comecei a desacelerar meus movimentos, me encaixando ainda mais em seu corpo enquanto continuava a beijá-la e acariciá-la. Ela percebeu o que eu estava fazendo e começou a sussurrar no meu ouvido: "Não para agora, por favor. Eu quero sentir você inteiro". Suas palavras foram como um fósforo aceso em minha pele, me incentivando a aumentar ainda mais o ritmo de minhas estocadas. Ela arqueava as costas e gemia cada vez mais alto, enquanto eu sentia meu próprio prazer chegando ao limite. Quando não aguentamos mais, explodimos juntos em um orgasmo tão intenso que parecia que o carro inteiro estava tremendo. Depois disso, ficamos abraçados por alguns minutos, ainda ofegantes e suados. Ela então começou a rir baixinho e disse: "Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Mas sabe de uma coisa? Foi a melhor última rodada de chopp da minha vida". Eu ri também enquanto beijava seus lábios macios mais uma vez. "Eu concordo", respondi, "e quem diria que uma garota chegada no horário errado poderia tornar uma noite tão incrível". Ela sorriu e então sugeriu: "E se a gente não fosse embora ainda? A noite está só começando". Eu sorri de volta, pronto para mais uma rodada.
Então eu disse: "Eu gostaria muito disso, mas primeiro preciso fazer uma coisa". Ela olhou intrigada enquanto eu saía do carro e começava a procurar algo no banco de trás. Quando achei o que estava procurando, voltei para o lado dela e mostrei um cobertor e mais algumas cervejas que tinha guardado ali. "Vamos sair do carro e aproveitar o quintal?", sugeri. Ela sorriu com approval e nós dois saímos do carro, levando o cobertor e as cervejas conosco. Estendemos o cobertor na grama e nos sentamos lado a lado enquanto abríamos mais uma rodada de chopp. Conversamos sobre tudo e nada ao mesmo tempo, rindo e brindando enquanto olhávamos para as estrelas no céu noturno. Depois de um tempo, eu me aproximei dela e comecei a beijá-la novamente, sentindo sua pele macia contra a minha enquanto nossos corpos se encaixavam perfeitamente. Ela passou as pernas em volta da minha cintura e começou a explorar meu corpo com suas mãos, enviando arrepios por toda a minha espinha. Eu podia sentir meu membro crescendo cada vez mais duro enquanto ela mexia os quadris contra mim, me provocando e fazendo-me desejá-la ainda mais. "Eu não aguento mais esperar", eu sussurrei em seu ouvido enquanto começava a levantar sua saia até encontrar sua calcinha molhada de desejo por mim. Ela gemeu baixinho quando comecei a esfregar seu clitóris com meu dedo médio, fazendo movimentos circulares enquanto beijava seu pescoço e seus seios. Logo ela estava se contorcendo embaixo de mim, pedindo mais e mais até que eu não aguentasse mais esperar também. Então tirei minha calça e a penetrei com força, sentindo-a envolver meu membro completamente. Ela gritou de prazer enquanto eu começava a estocadas cada vez mais rápido e intenso, fazendo nossas peles se encostarem e criarem uma fricção deliciosa entre nós. Foi então que percebi que não estávamos mais sozinhos no quintal. Uma vizinha nossa havia aberto a janela de seu quarto e estava assistindo tudo com um sorrisinho malicioso no rosto. Mas isso apenas nos deixou ainda mais excitados, sabendo que tínhamos uma plateia agora. Continuamos a fazer amor ali mesmo na grama enquanto ela observava e se tocava discretamente atrás da cortina aberta. Quando não aguentamos mais, explodimos juntos em um orgasmo intenso e satisfatório. Depois disso, ficamos deitados lado a lado por algum tempo, olhando para as estrelas enquanto nossas respirações voltavam ao normal. Ela então se virou para mim e disse: "Eu nunca fiz algo assim antes". Eu sorri e respondi: "Nem eu, mas foi incrível". Ela riu baixinho e acrescentou: "Vamos fazer isso de novo alguma vez?
Eu olhei para ela e sorri, puxando-a mais para perto de mim enquanto envolvia meus braços em volta dela. "Eu adoraria fazer isso de novo", respondi baixinho. "Aliás, você mora longe daqui? Ou podemos nos arrumar um pouco e continuar essa noite em outro lugar?"
Ela hesitou por um momento antes de responder: "Não muito longe, na verdade. Mas meu namorado pode estar em casa agora..."
Fiquei surpreso com a revelação. "Namorado? Você não mencionou nada sobre isso antes", falei enquanto soltava meus braços dela.
"Eu sinto muito", ela disse rapidamente, percebendo minha reação. "Eu não queria mentir para você ou qualquer coisa assim. Mas eu não esperava que as coisas fossem ficar tão sérias entre nós dois."
Respirei fundo e tentei processar tudo aquilo enquanto ela continuava falando: "Olha, não é nada sério mesmo. Nós só estamos juntos há alguns meses e ele sabe que eu saio com outros caras às vezes. É uma espécie de acordo entre nós."
Balancei a cabeça, ainda surpreso com a situação. "Eu não sei se eu me sinto confortável com isso", confessei. "Mas eu gostaria muito de te ver novamente, mesmo que só como amigos."
Ela sorriu e começou a beijar meu pescoço enquanto sussurrava: "Eu também quero te ver novamente. E quem sabe onde isso vai dar? Mas por enquanto, eu acho que nós dois precisamos ir embora agora."
Concordamos em nos encontrar novamente alguns dias depois, em um lugar mais tranquilo e privado. Trocamos números de telefone e nos despedimos com um beijo apaixonado antes de cada um seguir seu caminho.
No entanto, enquanto dirigia para casa, não pude evitar pensar na vizinha que havia testemunhado tudo aquilo no quintal. Será que ela iria contar para alguém? Ou seria nosso segredo sórdido apenas entre nós três?
Esses pensamentos me mantiveram acordado durante a noite toda, mas eu sabia que haveria muito mais para explorar com essa mulher misteriosa e seus jogos perigosos.