O forró universitário e o menino que dançou colado do começo ao fim sem perguntar o meu nome
Era festa de república, forró ao vivo e gente demais no mesmo espaço pequeno. Ele chegou com um 'posso?' quase inaudível e dançou sem soltar por três horas — sem saber meu nome, eu sem saber o dele.
Era uma noite quente de verão na cidade do Recife e eu estava animada para a festa da república que rolava todo ano no final das aulas. Eu tinha acabado de completar 20 anos e já era considerada uma veterana entre as meninas do meu curso de jornalismo. A casa estava lotada, com pessoas de todas as partes da faculdade e até mesmo alguns convidados da cidade vizinhas.
Eu estava com minha melhor amiga, Maria, tomando um gole de cerveja enquanto observávamos a multidão dançando ao som de um forró ao vivo. Era impossível não se deixar contagiar pelo ritmo animado e pela energia que rolava no ar. Eu tinha acabado de perder meu parceiro de dança para uma garota mais ousada e estava me preparando para voltar para o canto quando ele chegou.
Ele era alto, com pele bronzeada e músculos definidos sob a camiseta justa. Seus cabelos eram escuros e bagunçados, caindo sobre os olhos castanhos enquanto ele sorria para mim, pedindo permissão para dançar. Eu assenti, surpresa com a audácia dele em chegar assim, sem nem mesmo saber meu nome.
Ele me puxou para perto dele, colocando minhas mãos em seu peito enquanto começávamos a nos movimentar ao som da música. Era impossível não reparar na maneira como ele se movia, com uma confiança e fluidez que era quase hipnotizante. Eu podia sentir sua respiração quente em meu pescoço enquanto ele cantarolava junto com a música, e isso me fez sentir um arrepio de excitação.
Ele começou a dançar cada vez mais perto de mim, seus quadris roçando nos meus de uma maneira que era quase íntima demais para ser considerada apenas uma dança. Eu podia sentir meu coração acelerando enquanto ele mantinha seu olhar fixo no meu, sem jamais piscar ou desviar o olhar. Era como se fôssemos as duas únicas pessoas na sala, e tudo o mais desaparecesse ao nosso redor.
Mesmo com a música alta e a multidão ao nosso redor, eu podia jurar que ouvia sua respiração ficando cada vez mais pesada enquanto ele me segurava cada vez mais perto dele. Eu podia sentir seu corpo quente através da roupa fina que eu usava, e isso estava começando a me deixar louca de tesão.
Ele começou a beijar meu pescoço, primeiro suavemente e depois com mais intensidade, mordendo minha pele enquanto suas mãos deslizavam pelo meu corpo. Eu podia sentir seu desejo crescendo enquanto ele pressionava sua ereção contra mim, fazendo-me gemer baixinho em sua boca enquanto ele me beijava.
Eu não tinha ideia de quem ele era ou o que fazia na faculdade, mas naquele momento eu não me importava. Tudo o que importava era a maneira como meu corpo estava respondendo ao seu toque e aos seus beijos. Eu podia sentir uma onda de calor se espalhando pelo meu corpo enquanto ele continuava a explorar minhas curvas, e eu sabia que precisávamos encontrar um lugar mais priv
Eu tentei me afastar por um momento, precisando urgentemente de ar fresco e uma chance de respirar, mas ele me segurou ainda mais perto dele. "Vamos embora daqui", ele sussurrou em meu ouvido. Eu não tinha certeza se deveria ir com ele, afinal era apenas um forró e nem mesmo sabia seu nome. Mas havia algo na maneira como ele olhava para mim que fazia meu coração bater cada vez mais rápido. Eu assenti, deixei que ele pegasse minha mão e me guiasse através da multidão até a saída do bar.
A noite estava fria fora do bar, mas não tanto quanto o calor que sentíamos entre nós dois. Ele começou a beijar meus lábios assim que saímos, pressionando seu corpo contra o meu enquanto eu podia sentir sua ereção ainda mais forte agora. Eu sabia que tínhamos que ir embora dali antes que fôssemos pegos em público, então deixei que ele me levasse até seu carro, estacionado não muito longe do bar.
Assim que entramos no carro, ele começou a beijar meu pescoço novamente enquanto suas mãos exploravam meu corpo, encontrando cada curva e saliência com facilidade. Eu podia sentir minha respiração ficando mais rápida enquanto ele desabotoava minha blusa, revelando meu sutiã preto de renda. Ele passou seus dedos sobre o tecido macio, fazendo-me arquear as costas em resposta ao seu toque.
"Vamos para a sua casa ou para a minha?", ele perguntou enquanto suas mãos continuavam explorando meu corpo.
"Eu não sei se isso é uma boa ideia", eu respondi, hesitante. "Não sabemos nem mesmo o nome um do outro".
Ele sorriu e disse: "Meu nome é Felipe. E você?"
"Eu sou Maria", respondi com um sorriso tímido.
"Bom, agora que conhecemos nossos nomes, o que acha de irmos para algum lugar mais privado?", ele sugeriu novamente.
Eu não pude resistir àquele sorriso travesso e acabei concordando em ir para sua casa. Durante todo o caminho até lá, ele manteve uma mão em minha coxa enquanto dirigia com a outra, fazendo-me sentir cada vez mais excitada a cada segundo que passava.
Assim que chegamos ao apartamento dele, não perdemos nem mesmo um segundo antes de começarmos a nos beijar novamente. Ele me levou até o quarto e começou a despir meu corpo lentamente, revelando cada centímetro da minha pele enquanto seus lábios e língua exploravam cada pedacinho dela.
Eu fiz o mesmo com ele, tirando sua camiseta e passando minhas mãos pelo seu peito definido enquanto ele pressionava seus quadris contra os meus. Podíamos sentir a ereção dele através das roupas, fazendo-me gemer baixinho em sua boca enquanto nos beijávamos novamente.
Ele começou a descer por meu corpo até encontrar minha calcinha preta de renda. Com um movimento rápido e fácil, ele a tirou e começou a explorar minha buceta com seus dedos, fazendo-me arquear as costas enquanto geme
Enquanto seus dedos exploravam meu corpo, eu podia sentir minha buceta ficando cada vez mais molhada. Ele continuou me acariciando com um movimento circular perfeito enquanto beijava minhas coxas e subia até encontrar meu clitóris. Quando começou a fazer movimentos rápidos com sua língua sobre ele, eu não pude evitar gemer alto novamente, agarrando seus cabelos enquanto ele continuava me excitando cada vez mais.
Ele continuou me chupando por alguns minutos antes de se levantar e começar a desabotoar seu jeans, revelando sua ereção ainda maior agora. Eu não pude resistir em colocar minha mão sobre ela enquanto ele terminava de se despir completamente, sentindo sua pele macia e quente contra meus dedos. Ele tirou meu sutiã e começou a me beijar novamente, pressionando seu corpo contra o meu enquanto eu podia sentir sua ereção entre minhas pernas.
"Eu quero você dentro de mim agora", eu sussurrei em seu ouvido enquanto ele continuava me beijando. Ele sorriu e pegou uma camisinha na gaveta ao lado da cama antes de se posicionar entre minhas pernas, sentindo minha buceta molhada com seus dedos novamente. Ele colocou a camisinha e começou a me penetrar devagar, fazendo-me gemer ainda mais alto enquanto ele entrava cada vez mais fundo em mim.
Começamos a nos mover juntos, nossos corpos encaixando perfeitamente um no outro enquanto eu envolvia minhas pernas em volta dele, puxando-o para ainda mais perto. Ele começou a acelerar seus movimentos enquanto eu arqueava minhas costas, sentindo sua ereção atingir pontos dentro de mim que eu nunca havia sentido antes.
Nós continuamos nos beijando e nos movendo juntos enquanto o prazer entre nós aumentava cada vez mais até que finalmente não pude mais aguentar. Comecei a gritar seu nome enquanto uma onda de prazer me atingia, fazendo minha buceta contrair ao redor dele enquanto ele também chegava ao clímax.
Depois disso, ficamos abraçados por alguns minutos enquanto recuperávamos o fôlego antes de irmos tomar um banho juntos. Quando saímos do banheiro, nos enrolamos nas toalhas e voltamos para a cama onde começamos a conversar sobre tudo e nada enquanto acariciávamos nossos corpos ainda molhados.
Enquanto conversávamos, percebi que havia algo diferente naquela noite. Não era apenas sexo casual entre dois desconhecidos no meio de uma festa universitária. Havia algo mais ali, alguma conexão que tínhamos encontrado durante aquele forró e que estava nos aproximando cada vez mais enquanto nos beijávamos e acariciávamos sob as luzes fracas do quarto dele.
E assim, naquela noite, enquanto Felipe me segurava em seus braços depois de uma segunda rodada de sexo ainda mais gostoso do que o primeiro, eu soube que não seria apenas mais um caso de uma noite só. Tinha sido algo especial demais para ser jogado fora tão facilmente.
Depois de alguns minutos abraçados em silêncio, Felipe se virou para mim e perguntou:
- Você quer sair para tomar um café amanhã? Acho que precisamos conversar sobre isso aqui.
Eu sorri, surpresa com o convite. Não era algo que eu estava esperando depois de uma noite tão intensa como aquela, mas não pude deixar de sentir um certo prazer em saber que ele também tinha sentido alguma coisa especial entre nós.
- Claro, eu adoraria - respondi, enquanto ele me dava outro beijo apaixonado antes de apagar a luz e me abraçar novamente para dormir.