A vizinha do quinto só existia no grupo do condomínio — até o elevador parar
Doze andares de prédio e eu mal sabia o andar dela. Quando o elevador parou entre o terceiro e o quarto, tivemos quarenta minutos que nenhum dos dois esperava ter.
Eu morava no quarto andar do prédio onde tinha crescido. Meus pais tinham se mudado para lá quando eu ainda era uma criança e, desde então, eu não conhecia outro lugar como meu lar. O prédio era velho, mas bem cuidado, com doze andares e uma boa vizinhança. Era comum encontrar os moradores no elevador ou na portaria, trocando amenidades e comentários sobre o tempo.
Havia uma vizinha, no entanto, que eu mal conhecia. Ela tinha se mudado para o prédio há alguns meses e, desde então, eu não tinha trocado mais do que algumas palavras com ela. Ela era linda, com um corpo esculturado e uma presença que chamava a atenção. Mas ela era muito reservada e passava a maior parte do tempo trancada no apartamento.
Ela fazia parte do grupo do condomínio no WhatsApp, mas quase nunca participava das conversas. Quando o fazia, era para responder alguma pergunta específica ou para compartilhar alguma informação relevante. Eu tinha curiosidade em conhecê-la melhor, mas não sabia como aproximar-me dela.
Um dia, enquanto esperava o elevador para ir ao trabalho, fui surpreendido por um problema. O elevador ficou preso entre o terceiro e o quarto andar, sem sinais de que iria se movimentar novamente. Eu estava preso lá dentro, sozinho, até que alguém pudesse chamar o técnico para consertá-lo. Eu suspirei e comecei a verificar meu relógio, preocupado com o tempo que estava perdendo.
Foi então que ouvi uma voz conhecida vindo do andar acima de mim. Era ela, a vizinha do quinto andar. Ela estava parada ali, olhando para mim através da porta do elevador, com uma expressão de surpresa no rosto.
"Você também ficou preso?", ela perguntou, com uma voz suave e doce.
"Sim", respondi, sorrindo. "Pelo visto, vamos ter que esperar um pouco até o técnico chegar."
Ela sorriu de volta e, sem hesitar, sentou-se no chão ao lado da porta do elevador, como se tivesse decidido me fazer companhia enquanto esperávamos. Eu me sentei ao lado dela, sentindo-me subitamente nervoso.
Conversamos sobre coisas bobas, sobre o tempo e sobre o prédio onde morávamos. Ela me contou que era designer de interiores e que estava trabalhando em alguns projetos importantes. Eu falei sobre meu trabalho como engenheiro e sobre meu amor pelo futebol. A tensão que sempre havia existido entre nós começou a desaparecer aos poucos, dando lugar a uma sensação de cumplicidade e conforto.
Enquanto conversávamos, eu não podia deixar de notar o quão linda ela era. Seus olhos brilhavam quando ela falava sobre algo que a emocionava e seus lábios se curvavam em um sorriso encantador. Ela tinha uma pele suave e macia, que eu imaginava ser tão suave ao toque quanto parecia aos olhos.
Eu não consegui resistir ao desejo de tocá-la. Comecei a acariciar seu braço, sentindo a textura da sua pele e a maciez dos seus pelos. Ela olhou para mim, surpresa, mas não se afastou. Ao contrário, ela se aproximou de mim, colocando sua mão sobre a minha.
Eu sentei mais perto dela, sentindo meu coração bater cada vez mais rápido. Ela começou a acariciar minha perna, subindo até a minha coxa, onde ela parou por um momento antes de continuar até a minha virilha. Eu sentia meu pau ficando cada vez mais duro, pressionando contra minha calça.
Eu não aguentei mais. Puxei-a para mim e comecei a beijá-la, explorando sua boca com minha língua. Ela correspondeu ao beijo, gemendo baixinho enquanto pressionava seu corpo contra o meu. Eu podia sentir seus seios contra meu peito, seus mamilos endurecidos de desejo.
Comecei a desabotoar sua blusa, revelando seu sutiã de renda preta. Ela estava linda, com sua pele bronzeada e seus seios fartos e bem formados. Eu comecei a acariciá-los, sentindo seu peso em minhas mãos enquanto ela arqueava as costas, oferecendo-se a mim.
Ela começou a mexer em meu cinto, abrindo minha calça e libertando meu pau duro. Ela começou a acariciá-lo, fazendo-me gemer de prazer enquanto ela movimentava sua mão para cima e para baixo, sentindo cada centímetro do meu membro.
Eu não aguentava mais. Puxei-a para cima de mim, sentando-a em meu colo enquanto ela enroscava suas pernas ao redor da minha cintura. Ela começou a se mover para cima e para baixo, sentando-se em meu pau duro enquanto eu segurava seus quadris, ajudando-a a se movimentar.
Ela começou a gemer cada vez mais alto, enquanto eu sentia meu orgasmo se aproximando. Eu comecei a bombear dentro dela, sentindo seu calor e sua umidade enquanto ela continuava se movendo para cima e para baixo, buscando seu próprio prazer.
Finalmente, depois de alguns minutos de intenso prazer, nós dois atingimos o clímax juntos. Ela gemeu alto enquanto eu a segurava firme, sentindo meu pau pulsar dentro dela enquanto ela tremia em meus braços.
Quando o momento passou, ela se deitou em meu peito, respirando pesadamente enquanto eu acariciava seus cabelos. Nós ficamos ali, abraçados, até que ouvimos o barulho do elevador sendo consertado. Nós nos separamos, rindo enquanto nos vestíamos rapidamente antes que as portas se abrissem.
Quando o elevador chegou ao quarto andar, eu me virei para ela e sorri. " Foi gostoso esperar o elevador hoje", eu disse, enquanto ela sorria de volta.
"Sim, foi", ela concordou. "Talvez devamos fazer isso de novo algum dia."
Eu sorri enquanto as portas do elevador se fechavam, imaginando quando seria o próximo encontro inesperado com minha linda vizinha.
Eu saí do elevador com um sorriso no rosto, ainda sentindo o gosto dela na minha boca e o cheiro dela nas minhas roupas. Eu estava me sentindo invencível, como se pudesse fazer qualquer coisa. Quando cheguei em casa, fui direto para o meu quarto e comecei a me despir, ainda sentindo o calor do nosso encontro. Mas enquanto estava ali, nu, percebi que não tinha nada para lembrar aquele momento. Não tínhamos trocado telefones, não tínhamos combinado nada, nem mesmo um encontro casual. Eu não sabia nem mesmo o nome dela. Comecei a me sentir frustrado, mas então lembrei que ela tinha dito algo sobre estarmos no mesmo grupo do condomínio. Comecei a procurar no meu celular até encontrar o aplicativo do condomínio. Depois de alguns minutos vasculhando as informações, achei o nome dela: Maria Silva. Ela morava no apartamento 502, logo abaixo do meu. Fiquei ali, olhando para o nome dela na tela do meu celular, sentindo uma sensação de satisfação. Agora eu sabia quem ela era e onde encontrá-la. Eu poderia fazer com que isso não fosse apenas um encontro casual. Eu poderia fazer com que isso fosse algo regular, algo que nós dois pudéssemos esperar com ansiedade. Eu me deitei na cama, com um sorriso no rosto, imaginando quando seria a próxima vez que nos encontraríamos no elevador. E enquanto adormecia, comecei a planejar como faria para que isso acontecesse novamente.
Nos dias seguintes, eu não consegui deixar de pensar em Maria. Ela havia me deixado com uma sensação de desejo incontrolável e eu estava ansioso para revê-la. Procurei por ela no aplicativo do condomínio, mas não havia nenhum meio de entrar em contato com ela diretamente. Comecei a me perguntar como faria para encontrá-la novamente.
Enquanto isso, eu continuei minha rotina diária, indo para o trabalho e voltando para casa. Todo dia, eu esperava ansiosamente pelo momento em que teria que pegar o elevador, na esperança de encontrá-la novamente. Mas os dias passavam e eu não via nenhum sinal dela.
Um dia, enquanto eu estava voltando do trabalho, percebi que havia uma festa acontecendo no andar dela. Havia música alta e risadas vindas do corredor. Não pensei duas vezes antes de bater na porta do apartamento 502.
Maria abriu a porta com um sorriso no rosto. Ela estava usando um vestido vermelho que deixava seus ombros à mostra e seus cabelos estavam soltos, caindo em ondas até seus ombros. Ela estava ainda mais linda do que eu me lembrava.
"Oi", ela disse, surpresa ao me ver. "O que você está fazendo aqui?"
"Eu ouvi a festa e pensei em vir ver o que estava acontecendo", eu disse, sorrindo de volta. "E aí, posso entrar?"
Ela hesitou por um momento antes de abrir a porta completamente. "Claro, entra", ela disse, enquanto eu entrava no apartamento.
A festa estava em pleno andamento, com música alta e várias pessoas conversando e rindo ao redor. Maria começou a me apresentar aos seus amigos enquanto eu segurava uma bebida que ela havia me dado. Conversamos sobre vários assuntos, mas eu não conseguia deixar de pensar em como eu queria estar a sós com ela novamente.
Depois de algum tempo, ela percebeu que eu estava olhando para ela e sorriu. "Você quer ir para outro lugar?" ela perguntou baixinho, perto do meu ouvido.
Eu sorri de volta, sentindo meu coração acelerar. "Sim, muito", eu disse.
Ela pegou minha mão e me levou até o quarto dela, onde havia uma cama grande e macia no meio do quarto. Assim que a porta se fechou atrás de nós, eu comecei a beijá-laAgain, sentindo o gosto dos seus lábios macios e o cheiro do seu perfume. Ela correspondeu ao beijo enquanto suas mãos corriam pelo meu corpo, tirando minha roupa e explorando cada curva do meu corpo. Eu fiz o mesmo com ela, tirando seu vestido e descobrindo que ela não estava usando nada por baixo.
Nós caímos na cama, nossas respirações ofegantes enquanto nossos corpos se entrelaçavam. Ela começou a beijar meu pescoço e meus ombros, enquanto eu deslizava minha mão entre suas pernas, sentindo sua umidade. Ela gemeu baixinho enquanto eu acariciava seu clitóris, fazendo-a tremer de desejo.
Eu não aguentava mais de tanto desejo, então eu a penetrei, sentindo seu calor e sua umidade ao meu redor. Comecei a me mover para dentro e para fora dela enquanto ela arqueava as costas, buscando ainda mais pelo contato. Ela começou a se mover junto comigo, encontrando meu ritmo enquanto seus gemidos ficavam cada vez mais altos.