A personal trainer que morava no mesmo condomínio

Ela dava aula de segunda a sábado lá embaixo. Eu malh ava todo dia só para cruzar com ela no elevador. Até o dia em que o elevador travou.

Eu morava no condomínio há alguns anos agora, mas ainda não tinha conhecido todo mundo. Era um lugar grande, com muitas árvores e flores, onde as pessoas geralmente se cumprimentavam com um aceno de cabeça ou um sorriso rápido antes de seguirem seus caminhos. Foi assim que conheci ela.

Ela era a nova personal trainer da academia do condomínio, uma mulher alta e musculosa, com cabelos negros e pele bronzeada. Seu nome era Gabriela, mas todos a chamavam de Gabi. Ela dava aula de segunda a sábado, sempre pontual e cheia de energia, apesar da hora maldita.

Eu não era muito de malhar, na verdade, malhava apenas o suficiente para manter uma aparência razoável. Mas desde que ela chegou, comecei a frequentar a academia com mais regularidade. Não estava interessado em ficar em forma, embora isso também fosse bom. Estava interessado nela.

A cada dia que passava, eu sentia meu coração acelerar quando via ela na academia, dando ordens aos alunos, demonstrando os exercícios com precisão e desenvoltura. Ela tinha uma presença forte, uma aura de confiança e competência que era difícil de ignorar. E eu não conseguia parar de admirá-la.

Logo percebi que morávamos no mesmo andar. Isso tornou ainda mais difícil resistir à tentação de cruzá-la no elevador. Às vezes, eu até me atrasava de propósito para ter a chance de encontrá-la lá embaixo, esperando pelo elevador com o seu iPod no ouvido e uma garrafa d'água na mão.

Um dia, após uma longa semana de trabalho, decidi ir à academia mais tarde do que o habitual. Quando cheguei ao subsolo, o elevador estava lá, pronto para me levar até onde eu queria ir. Mas quando as portas se abriram, deparei-me com ela, ainda ofegante após o treino.

— Oi — cumprimentei-a, entrando no elevador e apertando o botão do meu andar.

Ela sorriu para mim, tirando um fio de cabelo que tinha grudado no suor da sua testa. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Sua pele brilhava sob a luz artificial do elevador, e eu podia ver cada músculo definido em seus braços e pernas.

O elevador começou a subir lentamente. Mas então, de repente, parou com um solavanco. As luzes piscaram e depois se apagaram completamente. Estávamos presos no escuro.

— O que aconteceu? — perguntou ela, preocupação na voz.

— Não sei — respondi, tentando esconder o nervosismo que sentia. — Acho que o elevador quebrou.

Ela riu, um som suave e doce que fez meu coração bater ainda mais rápido. — Bem, pelo menos não estamos no meio de uma sessão de exercícios — disse ela. — Poderia ser pior.

Eu ri também, aliviado por ela estar tomando a situação com bom humor. Comecei a tatear em busca do meu celular para ligar para a portaria e pedir ajuda, mas minha mão encontrou outra coisa primeiro: a dela. Nós dois ficamos quietos por um momento, surpresos pelo contato inesperado.

— Desculpe — murmurou ela, tentando se afastar. Mas eu não deixei. Eu segurei sua mão na minha e comecei a acariciá-la suavemente com meu polegar.

— Não precisa se desculpar — falei baixinho. — Eu gosto de tocar em você.

Ela ficou quieta por um momento, então senti sua mão relaxando na minha, aceitando o toque. Eu aproveitei para puxá-la mais para perto de mim, até que nossos corpos estavam se tocando em vários pontos.

— Você é linda — sussurrei no ouvido dela, sentindo seu corpo tremer ao meu toque. — E forte. E tão desejável...

Ela respirou fundo e então virou-se para me beijar. Seus lábios eram macios e quentes, e eu respondi ao beijo com avidez, abrindo a boca para deixá-la entrar. Nossas línguas dançaram uma com a outra enquanto nossas mãos exploravam o corpo do outro.

Eu podia sentir cada músculo duro em suas costas enquanto a abraçava com força, puxando-a ainda mais perto de mim. Ela gemeu baixinho quando eu comecei a beijar seu pescoço, passando minha língua ao longo da pele suada e salgada.

Minhas mãos foram parar nos seios dela, massageando-os através do material molhado da sua blusa de ginástica. Seus mamilos endureceram sob meu toque, e ela começou a arquejar cada vez mais alto enquanto eu continuava a beijá-la e acariciá-la.

— Eu quero você — sussurrei em seu ouvido, sentindo-me excitado além da razão. — Agora mesmo.

Ela não disse nada, apenas começou a desabotoar minha camisa, revelando meu peito nu abaixo dela. Suas mãos eram quentes e suaves enquanto ela passava os dedos pelos meus músculos, explorando cada centímetro do meu corpo.

Logo estávamos nus no escuro, nossas roupas espalhadas pelo chão do elevador. Ela começou a beijar meu peito e minha barriga, descendo cada vez mais até encontrar meu pau duro e latejante. Ela o segurou com uma mão enquanto passava a língua ao longo da cabeça sensível, fazendo-me gemer alto.

Eu não aguentei muito tempo desse jeito. Puxei-a para cima e a beijei novamente antes de virá-la de costas e penetrá-la por trás. Ela estava molhadinha e preparada para me receber, seus músculos internos se contraindo ao redor do meu pau enquanto eu começava a mover-me dentro dela.

Comecei devagar, querendo sentir cada centímetro dela enquanto entrava e saía. Mas ela começou a rebolar contra mim, incentivando-me a ir mais rápido e mais forte. Eu obedeci, sentindo meus movimentos ficarem cada vez mais rápidos e intensos até que estávamos os dois gritando de prazer no escuro.

Quando finalmente paramos, ofegantes e suados, eu podia sentir meu coração batendo tão forte quanto o dela. Ficamos abraçados por alguns minutos, aproveitando a intimidade do momento antes que as luzes do elevador voltassem a piscar e ele começasse a se mover novamente.

Quando saímos do elevador, ela sorriu para mim e disse: — Acho que precisamos fazer isso de novo algum dia. Em um lugar com mais espaço dessa vez.

Eu concordei, sorrindo de volta para ela enquanto nos dirigíamos para nossos respectivos apartamentos no fim do corredor. Sim, pens

Quando chegamos aos nossos respectivos apartamentos, eu não queria que aquela noite acabasse tão cedo. Olhei para ela e perguntei se ela gostaria de tomar um café da manhã comigo na manhã seguinte. Ela sorriu e concordou, dizendo que adoraria conhecer melhor o vizinho com quem tinha passado uma noite incrível.

Na manhã seguinte, acordamos cedo e fomos ao mercado comprar frutas frescas e pães quentes para nosso café da manhã. Conversamos sobre nossas vidas enquanto comíamos, desco

Depois de terminarmos nosso café da manhã, começamos a conversar sobre nossos hobbies e interesses. Descobrimos que tínhamos muito em comum além do desejo físico um pelo outro. Ela gostava de pintura e eu de música, então decidimos sair para uma caminhada no parque perto do condomínio enquanto ela me contava mais sobre sua paixão pela arte.

Enquanto caminhávamos, ela começou a me contar sobre suas experiências como personal trainer e como ela havia mudado a vida de muitas pessoas através de seu trabalho. Fiquei impressionado com sua dedicação e compromisso com o bem-estar dos outros. Enquanto conversávávamos, percebi que estava me apaixonando cada vez mais por ela.

Quando chegamos ao parque, encontramos um lugar tranquilo sob uma árvore e decidimos sentar-nos para aproveitar a vista. Ela começou a me beijar suavemente, seus lábios macios e quentes contra os meus. Logo estávamos envolvidos em outro beijo apaixonado, minhas mãos explorando seu corpo enquanto ela se aproximava cada vez mais de mim.

Comecei a acariciar suas pernas, subindo cada vez mais até encontrar sua calcinha molhada. Ela gemeu baixinho enquanto eu começava a massageá-la através do tecido fino, sentindo-a ficar cada vez mais excitada sob meu toque. Ela começou a rebolar contra minha mão, pedindo por mais.

Eu não conseguia resistir àquelas curvas deliciosas e ao cheiro doce de sua pele. Comecei a beijá-la novamente enquanto ela começava a desabotoar minha camisa, revelando meu peito nu abaixo dela. Suas mãos eram quentes e suaves enquanto ela passava os dedos pelos meus músculos, explorando cada centímetro do meu corpo.

Logo estávamos nus debaixo da árvore, nossas roupas espalhadas ao redor de nós. Ela começou a beijar meu peito e minha barriga, descendo cada vez mais até encontrar meu pau duro e latejante. Ela o segurou com uma mão enquanto passava a língua ao longo da cabeça sensível, fazendo-me gemer alto.

Comecei a acariciar seus seios enquanto ela chupava meu pau com cada vez mais intensidade. Ela gemia e se contorcia sob meu toque enquanto eu apertava seus mamilos duros entre meus dedos. Logo estávamos os dois perdidos em um turbilhão de desejo, nossas mãos explorando cada centímetro do corpo um do outro enquanto nos beijávamos e acariciávamos.

Ela começou a se mover para cima e para baixo no meu pau, me montando com uma intensidade que quase me fez gozar ali mesmo. Mas eu queria sentir ela toda, então eu a levantei e a coloquei de costas para mim. Comecei a beijar sua nuca enquanto minha mão direita explorava sua boceta molhada e quente. Ela gemeu e se arqueou contra mim enquanto eu começava a penetrá-la com meus dedos, sentindo-a se contorcer de prazer.

Comecei a me movimentar para dentro e para fora dela enquanto ela gemia cada vez mais alto. Logo estávamos os dois ofegantes e suados, nosso desejo por um ao outro aumentando a cada segundo. Ela começou a rebolar contra mim enquanto eu continuava a penetrá-la com meus dedos, nossos corpos se movendo em harmonia perfeita.

Eu não aguentava mais esperar, então tirei minha mão e a deitei na grama macia embaixo de nós. Separei suas pernas e comecei a beijar sua boceta enquanto ela gemia meu nome. Ela ficou ainda mais excitada enquanto eu passava minha língua ao longo de seu clitóris, sentindo-a se contorcer de prazer sob meus toques.

Eu não aguentei mais, precisava sentir ela toda em volta do meu pau. Comecei a penetrá-la devagar, sentindo cada centímetro dela envolver meu membro enquanto ela gemia baixinho. Começamos a nos movimentar juntos, nossas bocas se encontrando em beijos apaixonados enquanto nossos corpos se uniam em uma dança antiga e selvagem.

Logo estávamos ambos ofegantes e suados, nossos movimentos cada vez mais intensos e frenéticos. Ela começou a gritar meu nome enquanto eu sentia ela se contraindo ao redor do meu pau, me levando ao limite também. Gozei dentro dela enquanto ela gritava de prazer, nossos corpos tremendo juntos enquanto desfrutávamos daquele momento perfeito.

Deitamos ali mesmo sob a árvore por alguns minutos, nossas respirações ainda ofegantes enquanto olhávamos para o céu azul acima de nós. Eu jamais esqueceria aquele dia no parque com ela, e esperava que fosse apenas o começo de muitas outras aventuras juntos.