Fila de banco, última senha antes do almoço — quarenta minutos sem ter mais nada a fazer

O painel mostrava dezesseis senhas à frente. Ela chegou depois, pegou a senha logo atrás da minha, e disse que era melhor ter companhia quando o número demora. Tinha razão.

Era uma terça-feira qualquer, e eu tinha acordado com uma sensação de tédio que me acompanhava desde o momento em que tinha aberto os olhos. Resolvi ir ao banco para resolver alguns problemas financeiros que estavam me incomodando havia algum tempo. Não estava muito animado com a ideia de ter que enfrentar a fila, mas era algo que precisava ser feito.

Cheguei ao banco e fui surpreendido pela quantidade de pessoas que estavam à minha frente. O painel mostrava dezessezez senhas à frente, e eu não tinha a menor ideia de quanto tempo levaria até que chegasse a minha vez. Suspirei e me sentei em uma das cadeiras disponíveis, começando a folhear uma revista que estava ao meu lado.

Logo atrás de mim, uma voz feminina chamou minha atenção.

- Você também está na fila, né? - ela perguntou.

Virei-me para ver quem era a dona daquela voz e me deparei com uma mulher de beleza estonteante. Ela tinha cabelos castanhos e olhos verdes que brilhavam com uma intensidade incrível. Suas roupas eram simples, mas havia algo em sua postura que a fazia parecer muito mais do que apenas uma mulher na fila do banco.

- Sim, estou - respondi, sorrindo educadamente. - É sempre assim por aqui, né?

- É verdade - ela concordou, sentando-se na cadeira ao meu lado. - Eu sempre quebro essa regra de não falar com desconhecidos em filas de banco, mas hoje eu não resisti. Afinal, é melhor ter companhia quando o número demora, não acha?

- Concordo plenamente - eu disse, começando a me sentir um pouco mais animado com a espera. - Eu sou Lucas, aliás.

- Prazer, eu sou Carol - ela disse, sorrindo de volta. - E então, o que você vai fazer depois daqui? Tem algum plano para o resto do dia?

- Na verdade, não - respondi, franzindo a testa. - Pensei em resolver isso no banco e depois ir almoçar em algum lugar. E você?

- Eu também não tenho nada planejado - ela disse, mordendo o lábio inferior de uma forma que me fez prender a respiração por um segundo. - Mas agora, com a espera que temos pela frente, eu gostaria de conhecer você melhor, Lucas.

A conversa continuou fluindo entre nós, e logo percebi que havia algo diferente naquela mulher. Ela tinha uma maneira de falar que me fazia sentir como se ela estivesse completamente presente no momento, como se não houvesse nada mais importante do que a nossa conversa. Era algo extremamente atraente, e eu não conseguia deixar de sorrir enquanto ela falava.

A fila foi avançando pouco a pouco, e logo percebi que tínhamos uma hora e meia de espera pela frente. Comecei a me sentir um pouco apreensivo com a ideia de ter que passar tanto tempo no banco, mas Carol parecia não se incomodar com a espera.

- Sabe, eu sempre achei que filas de banco são ótimos lugares para conhecer pessoas novas - ela comentou, enquanto esperávamos nossa vez. - Afinal, você tem uma hora inteira para conversar com alguém sem ter que se preocupar com nada além da conversa.

- É verdade - eu concordei, sorrindo para ela. - E eu não poderia estar mais grato por ter conhecido você hoje, Carol.

Ela sorriu de volta, e eu senti uma sensação de calor no peito que me fez perceber que estava me apaixonando pela maneira como ela me fazia sentir.

A fila foi diminuindo aos poucos, e logo percebi que estávamos nos aproximando da vez de Carol. Ela começou a ficar nervosa, e eu percebi que havia algo além do banco que a estava preocupando.

- Você está bem? - perguntei, colocando uma mão em seu ombro.

- Sim, eu estou bem - ela disse, respirando fundo. - É só que eu odeio esse momento de ter que ir embora depois de conhecer alguém legal. É sempre tão difícil se despedir.

- Eu também odeio despedidas - eu disse, sentindo uma pontada de dor no coração. - Mas quem disse que precisamos nos despedir agora?

Ela olhou para mim, surpresa, e eu percebi que havia algo em meu olhar que a fez sorrir.

- O que você tem em mente? - ela perguntou, curiosa.

- Bem, eu estava pensando que podíamos continuar nossa conversa em outro lugar - eu disse, sentindo meu coração bater cada vez mais rápido. - Afinal, ainda são quarenta minutos até a minha vez, e eu não gostaria de passá-los sozinho.

Ela sorriu, e eu percebi que ela tinha gostado da ideia.

- Eu também não gostaria de passar esses quarenta minutos sozinha - ela disse, segurando minha mão. - E eu tenho uma ideia de como podemos passar esse tempo de uma maneira muito mais agradável.

Senti meu corpo inteiro arrepiar com suas palavras, e percebi que meu desejo por ela estava crescendo cada vez mais. Ela continuou segurando minha mão enquanto caminhávamos até um canto mais vazio do banco, e eu podia sentir seu coração batendo tão rápido quanto o meu.

Logo percebi que estávamos em um local onde ninguém poderia nos ver, e Carol começou a me beijar com uma paixão que eu nunca tinha experimentado antes. Seus lábios eram macios e quentes, e eu podia sentir seu corpo pressionado contra o meu enquanto ela explorava minha boca com sua língua.

Eu não conseguia acreditar que isso estava acontecendo, mas não havia como negar que eu estava completamente apaixonado por aquela mulher que eu tinha conhecido há pouco tempo. Ela tinha um jeito de me fazer sentir vivo como nunca antes, e eu não queria que aquele momento acabasse nunca.

Começamos a explorar nossos corpos com as mãos, acariciando cada centímetro de pele que encontrávamos. Ela começou a beijar meu pescoço e meus ombros, enquanto eu acariciava seus seios através da blusa. Ela gemeu baixinho, e eu percebi que ela estava tão excitada quanto eu.

Comecei a desabotoar sua blusa, revelando um sutiã vermelho que deixava pouco para a imaginação. Ela sorriu enquanto eu acariciava seus seios, e eu podia sentir sua respiração acelerando cada vez mais. Comecei a beijar seus seios através do sutiã, sentindo seu gosto salgado em minha boca.

Ela começou a gemer cada vez mais alto, e eu percebi que precisávamos encontrar um lugar mais privado para continuarmos o que tínhamos começado. Olhei em volta e percebi que havia um escritório vazio ao lado, e não hesitei em levá-la para lá.

Uma vez dentro do escritório, começamos a nos beijar com ainda mais paixão do que antes. Comecei a desabotoar sua calça, enquanto ela fazia o mesmo com a minha. Logo estávamos completamente nus um nos braços do outro, e eu podia sentir seu desejo crescendo cada vez mais.

Comecei a explorar seu corpo com minha boca, beijando cada centímetro de sua pele enquanto ela gemia de prazer. Comecei a beijar sua boceta, sentindo seu gosto doce em minha boca enquanto ela se contorcia de prazer. Ela começou a gemer cada vez mais alto, e eu percebi que ela estava prestes a ter um orgasmo.

Comecei a movimentar minha língua cada vez mais rápido, sentindo seu corpo inteiro tremer enquanto ela gozava em minha boca. Ela ficou em silêncio por alguns segundos, e eu percebi que ela estava tendo um momento de pura felicidade.

Logo ela começou a me beijar de novo, e eu percebi que ela estava ansiosa para me agradar também. Começou a acariciar meu pau com sua mão, enquanto eu beijava seus seios e seu pescoço. Logo ela começou a me chupar, e eu podia sentir meu pau crescendo cada vez mais em sua boca.

Comecei a gemer cada vez mais alto, sentindo meu desejo crescendo cada vez mais enquanto ela me chupava com uma paixão incrível. Logo percebi que estava prestes a gozar, e ela continuou me chupando até que eu gozasse em sua boca.

Ficamos em silêncio por alguns segundos, apenas aproveitando o momento de puro prazer que tínhamos compartilhado. Logo percebi que tínhamos sido muito barulhentos, e que podíamos ter sido pegos a qualquer momento. Comecei a me sentir um pouco apreensivo, mas Carol apenas sorriu e me beijou de novo.

- Foi incrível - ela disse, enquanto se vestia. - Eu não posso acreditar que isso aconteceu de verdade.

- Eu também não posso acreditar - eu disse, sorrindo de volta. - Mas eu fico muito feliz por ter acontecido.

- Eu também - ela disse, enquanto saíamos do escritório. - E sabe de uma coisa? Eu acho que podemos fazer disso uma coisa regular. Afinal, sempre precisamos ir ao banco, não é mesmo?

Eu sorri, percebendo que ela tinha razão. E enquanto saíamos do banco de mãos dadas, eu não podia deixar de sentir que havia encontrado algo muito especial naquela terça-feira qualquer. Algo que eu jamais esqueceria.

Enquanto caminhávamos para fora do banco, Carol me deu uma olhadinha sedutora e sussurrou em meu ouvido: "Que tal almoçarmos juntos hoje? Conheço um lugarzinho aconchegante e intimista, onde podemos continuar o que começamos aqui". Eu sorri, sentindo meu corpo se aquecer com a ideia. "Eu adoraria", respondi, enquanto apertava sua mão com mais força.

Chegamos ao restaurante, e enquanto esperávamos pela nossa mesa, comecei a sentir uma certa ansiedade. Carol percebeu minha inquietação e perguntou: "Está tudo bem? Você parece um pouco nervoso". Eu sorri e disse: "É que eu não posso deixar de me sentir assim, depois do que aconteceu no banco. Foi incrível, e eu não posso acreditar que isso aconteceu de verdade". Carol riu e disse: "Eu também não posso acreditar, mas foi mesmo muito incrível. E sabe de uma coisa? Eu acho que podemos fazer disso uma coisa regular. Afinal, sempre precisamos ir ao banco, não é mesmo?".

Enquanto conversávamos, o garçom chegou para nos levar até nossa mesa. Nós nos sentamos e começamos a olhar o cardápio. Enquanto decidíamos o que comer, Carol começou a me contar sobre sua vida, seus sonhos e seus medos. Eu escutei atentamente, absorvendo cada palavra e sentindo uma conexão cada vez maior entre nós. Quando chegou a hora de pedirmos nossos pratos, eu já me sentia completamente à vontade com ela.

Depois de fazermos nossos pedidos, Carol começou a brincar com meu polegar, fazendo conversa fiada sobre coisas sem importância. Mas eu não estava interessado em falar sobre nada disso. Tudo o que eu queria era estar perto dela, beijá-la e tocá-la novamente. Comecei a sentir meu desejo crescendo novamente enquanto olhava para seus lábios cheios e seus olhos brilhantes.

Quando o garçom trouxe nosso almoço, percebi que não tinha muito apetite. Tudo o que eu queria era sair dali e estar sozinho com Carol novamente. Ela deve ter percebido meu incômodo, porque começou a rir e disse: "Não se preocupe, podemos levar nosso almoço para viagem e ir para um lugar mais tranquilo. O que acha?".

Eu sorri e concordei imediatamente. Nós embrulhamos nosso almoço e saímos do restaurante, de mãos dadas. Começamos a caminhar pelas ruas da cidade, sem destino definido. Estava gostando dessa sensação de liberdade, de explorar a cidade com Carol ao meu lado.

Enquanto caminhávamos, encontramos um parque tranquilo e decidimos nos sentar em um banco sob uma árvore. Começamos a comer nosso almoço, conversando sobre tudo e nada ao mesmo tempo. Depois de terminarmos de comer, Carol começou a se aproximar de mim, colocando sua mão em minha perna e me olhando com um desejo evidente em seus olhos.

Eu não aguentei mais e a beijei novamente, sentindo seu gosto doce em minha boca. Ela começou a gemer baixinho enquanto eu começava a acariciar seu corpo, sentindo cada curva e cada músculo. Ela começou a fazer o mesmo comigo, explorando meu peito e meu abdome com suas mãos suaves.

Comecei a sentir meu pau ficando cada vez mais duro enquanto ela me acariciava, e percebi que ela também estava ficando excitada. Comecei a beijar seu pescoço e seus ombros, sentindo seu cheiro delicioso enquanto ela arqueava as costas para se aproximar ainda mais de mim.