Festa junina no interior — e o primo do vizinho que ninguém sabia que existia

Fui porque eu devia ir. Forró, bandeirinha, comida no papel — e um cara encostado no canto que eu nunca tinha visto e que ficou olhando pra mim a noite toda sem se mover.

Fui porque eu devia ir. Minha mãe tinha me obrigado a ir à festa junina da cidade vizinha, onde ela tinha crescido e ainda mantinha algumas amizades. Eu não estava a fim de nada, estava cansado daquela rotina de trabalho e cidade grande, mas ela insistiu tanto que acabei aceitando. Afinal, não tinha nada de errado em ir a uma festa junina, não é mesmo?

A festa estava acontecendo na antiga casa de um amigo dela, agora propriedade da prefeitura e aberta para eventos públicos. Quando chegamos, já estava lotado. As luzes coloridas do forró iluminavam o salão, enquanto as pessoas dançavam animadas. Fui directo para o canto onde estava a comida, já que estava morto de fome. Comi um pouco de tudo, enquanto observava as pessoas ao meu redor.

Foi então que eu o vi. Um cara encostado no canto, com um copo de cerveja na mão e uma expressão séria no rosto. Ele estava vestindo uma camisa vermelha e calça jeans, e tinha o cabelo black curto. Não era minha praia, mas tinha algo nele que me chamou a atenção. Não sei se foi o jeito que ele estava encostado na parede, com os braços cruzados, ou a maneira que estava olhando para mim, mas eu não consegui parar de olhar para ele.

Eu não o conhecia, nunca o tinha visto antes. Minha mãe disse que era primo do dono da casa, que tinha vindo da cidade grande para passar uns dias com a família. Ele era meio que o cara novo, e todos estavam curiosos sobre ele.

Fui até o bar pegar uma cerveja e acabei me aproximando dele. Ele continuou me encarando, sem dizer nada. Eu também não disse nada, apenas tomei um gole da cerveja e olhei para ele. Depois de alguns minutos, eu finalmente quebrei o silêncio.

— Oi, eu sou o Pedro — falei, estendendo a mão para ele.

— Oi, eu sou o Bruno — ele falou, apertando minha mão. Sua mão estava quente e macia, e eu senti um arrepio me atravessar o corpo.

Começamos a conversar, e eu descobri que ele tinha 25 anos, era advogado e tinha vindo para a cidade passar alguns dias com a família antes de começar um novo emprego em outra cidade. Ele não era muito de festas, mas tinha aceitado o convite do primo porque não tinha nada melhor para fazer. Eu lhe contei sobre minha vida na cidade grande, meu trabalho como designer gráfico e como eu estava cansado daquela rotina. Conversamos sobre tudo e nada, enquanto a festa acontecia ao nosso redor.

À medida que a noite foi passando, eu percebi que estava me sentindo cada vez mais atraído por ele. Era como se tivesse uma energia entre nós, alguma coisa que estava me puxando para perto dele. Eu não conseguia parar de olhar para os lábios dele, para o jeito que ele sorria, para o jeito que ele mexia as mãos enquanto falava. Eu estava sentindo coisas que não estava acostumado a sentir, e isso me deixava meio confuso.

Ele também parecia estar gostando da minha companhia. Ele ria das minhas piadas, fazia perguntas sobre mim, e parecia estar gostando da conversa tanto quanto eu. E, quanto mais eu ficava perto dele, mais eu percebia que ele também estava sentindo alguma coisa. Eu via isso nos seus olhos, na maneira como ele olhava para mim, no jeito que ele se aproximava quando ninguém estava olhando.

Quando a festa acabou, eu não queria que a noite terminasse. Mas eu não podia ficar lá, então eu lhe dei meu número de telefone e lhe disse para me ligar quando ele voltasse para a cidade. Ele disse que ia ligar, e eu acreditei nele.

Quando cheguei em casa, eu ainda estava meio confuso com tudo o que tinha acontecido. Eu não sabia o que estava sentindo, mas sabia que tinha gostado daquela noite. Eu tinha gostado da maneira como ele olhava para mim, da maneira como ele tinha me feito rir, da maneira como ele tinha me feito sentir vivo de novo.

Nos dias seguintes, eu não parei de pensar nele. Eu ficava acordado até tarde só para ver se ele ligava, mas o telefone não tocava. Eu começava a pensar que tinha sido só uma noite, que ele não ia ligar, que eu nunca mais ia vê-lo de novo. Mas então, uma semana depois, meu telefone tocou e era ele. Ele tinha voltado para a cidade e tinha ligado para me convidar para sairmos de novo. Eu aceitei sem pensar duas vezes.

Nossa segunda noite juntos foi ainda melhor do que a primeira. Nós fomos para um bar gay que ele conhecia, e nós ficamos lá a noite toda, conversando, rindo e bebendo. E, quando chegou a hora de irmos embora, eu não queria que a noite terminasse. Então eu lhe sugeri que fôssemos para a minha casa, e ele aceitou.

Quando chegamos ao meu apartamento, eu não conseguia mais esperar. Eu o beijei assim que a porta se fechou atrás de nós, e ele correspondeu com tanto fogo que eu quase fui queimado. Nós começamos a nos beijar com ainda mais intensidade, enquanto nossas mãos exploravam o corpo um do outro. Eu podia sentir o coração dele batendo forte contra o meu, e eu sabia que ele estava sentindo a mesma coisa que eu.

Eu comecei a beijar o pescoço dele, enquanto minhas mãos desciam pelos seus braços e suas costas. Ele começou a gemer baixinho, enquanto suas mãos seguravam meu rosto e me puxavam para perto dele. Eu podia sentir seu corpo tremer contra o meu, enquanto nossas línguas dançavam juntas.

Eu comecei a tirar a roupa dele, enquanto ele fazia o mesmo comigo. Nós nos beijávamos e nos tocávamos em todos os lugares, enquanto a paixão entre nós crescia cada vez mais. Quando finalmente ficamos nus, eu pude ver o corpo dele inteiro, e eu fiquei impressionado com o que vi. Ele era perfeito, com músculos bem definidos e pele macia. Eu comecei a beijar cada parte dele, enquanto minhas mãos exploravam seu corpo.

Ele começou a fazer o mesmo comigo, enquanto suas mãos e boca exploravam cada centímetro do meu corpo. Eu podia sentir meu corpo inteiro pegando fogo, enquanto ele me tocava e me beijava. Eu não conseguia mais esperar para estar com ele, então eu o levei para o quarto e o deitei na cama.

Eu comecei a beijar seu peito, enquanto minhas mãos desciam pelo seu abdômen. Eu podia sentir seu corpo inteiro tremendo de desejo, enquanto minhas mãos e boca se aproximavam cada vez mais do seu membro. Quando finalmente cheguei lá, eu o tomei na boca e comecei a sugar com força. Ele começou a gemer alto, enquanto suas mãos agarravam meus cabelos e me seguravam ali.

Eu continuei chupando ele por um tempo, enquanto ele se contorcia de prazer embaixo de mim. Mas eu não queria que a noite acabasse tão rápido, então eu me levantei e fui pegar uma camisinha e um lubrificante na gaveta. Eu o fiz virar de bruços e comecei a beijar suas costas, enquanto minhas mãos massageavam seu corpo inteiro.

Eu comecei a beijar sua bunda, enquanto minhas mãos massageavam seus músculos e seus quadris. Ele começou a gemer ainda mais alto, enquanto eu continuava a explorar cada parte dele. Eu lubrificei meus dedos e comecei a massagear sua entrada, enquanto ele começava a se contorcer de desejo embaixo de mim. Depois de alguns minutos, eu coloquei a camisinha e comecei a penetrá-lo devagar.

Ele começou a gemer alto, enquanto eu entrava cada vez mais fundo. Eu comecei a me mexer com força, enquanto suas mãos agarravam os lençóis e ele começava a se contorcer de prazer embaixo de mim. Eu podia sentir meu corpo inteiro pegando fogo, enquanto ele se contorcia de prazer embaixo de mim. Eu continuei a me mexer cada vez mais rápido, enquanto ele começava a gritar meu nome e a se contorcer ainda mais embaixo de mim.

Eu continuei a me mexer cada vez mais rápido, enquanto ele começava a gritar meu nome e a se contorcer ainda mais embaixo de mim. Eu podia sentir meu corpo inteiro pegando fogo, enquanto ele se contorcia de prazer embaixo de mim. Eu continuei a me mexer cada vez mais rápido, enquanto ele começava a gritar meu nome e a se contorcer ainda mais embaixo de mim.

Finalmente, eu não consegui mais aguentar. Eu comecei a gritar enquanto meu corpo inteiro tremia de prazer, enquanto ele continuava a se contorcer embaixo de mim. Nós ficamos lá por alguns minutos, enquanto nossas respirações voltavam ao normal e nossos corpos paravam de tremer.

Eu me deitei ao lado dele e o abracei, enquanto ele se aconchegava em meu peito. Nós ficamos lá por algum tempo, enquanto conversávamos sobre tudo e nada. Eu não queria que aquela noite acabasse, então eu lhe perguntei se ele queria passar a noite lá. Ele aceitou, e nós ficamos acordados até altas horas, conversando e nos beijando.

Quando finalmente amanheceu, eu não queria que ele fosse embora. Mas eu sabia que ele tinha coisas para fazer, então eu lhe dei um beijo de despedida e lhe disse para me ligar depois. Ele disse que ia ligar, e eu acreditei nele.

Depois que ele saiu, eu fiquei lá deitado na cama, pensando em tudo o que tinha acontecido. Eu não podia acreditar no quão bem as coisas tinham dado certo entre nós. Eu tinha encontrado alguém que me fazia sentir vivo de novo, alguém que me fazia rir e me fazia esquecer de todas as minhas preocupações. Eu não sabia o que o futuro nos reserva, mas eu estava pronto para descobri-lo com ele.

E assim, a festa junina no interior que eu tinha ido porque tinha que ir, acabou se transformando em algo muito mais do que eu tinha imaginado. Acabou se transformando em uma noite inesquecível com um cara incrível, que eu nunca tinha visto antes e que acabou se tornando alguém muito especial para mim. E, quem sabe, pode ser que essa história ainda não tenha acabado.