A enfermeira que veio fazer a visita domiciliar não estava no plano de nenhum dos dois

Era só uma brincadeira que a gente tinha planejado: ela chegaria de uniforme, eu estaria 'convalescendo'. Mas a seriedade com que ela entrou no papel foi muito além do que eu tinha imaginado.

Eu sempre fui apaixonado por fantasias e roleplays, e minha namorada, Maria, também compartilhava dessa paixão. Nós gostávamos de criar cenários imaginários para nos divertirmos sexualmente, e essa vez não foi diferente. Ela chegou em casa vestida como uma enfermeira, com um uniforme branco justo que realçava suas curvas, e eu já estava "convalescendo" na cama, pronto para brincar.

- Olá, paciente - ela disse, sorrindo enquanto aproximava-se de mim. - Sou a enfermeira Maria e vim fazer sua visita domicilar.

Eu ri e me deixei levar pelo jogo que havíamos criado.

- Ah, enfermeira Maria - respondi, fingindo estar com dor. - Estou me sentindo muito mal hoje.

Ela fez uma careta preocupada e começou a mexer em sua bolsa de trabalho, tirando alguns instrumentos médicos.

- Vou ter que examiná-lo para ver o que está acontecendo, paciente - ela disse, séria. - Mas não se preocupe, eu sou muito boa no meu trabalho.

Eu sorri, gostando da seriedade com que ela estava levando a brincadeira. Ela começou a me examinar, tocando em mim de uma forma profissional, mas aos poucos foi ficando mais íntima e sensual.

- Bem, paciente - ela disse depois de um tempo. - Acho que sei o que pode estar lhe causando essa dor.

Eu arqueei uma sobrancelha, curioso.

- E o que seria? - perguntei.

Ela sorriu maliciosamente e se aproximou de mim, sussurrando no meu ouvido:

- Uma falta de atenção da sua enfermeira favorita. Mas eu posso remediar isso agora mesmo, se você quiser.

Eu não aguentei e comecei a rir, achando graça na situação. Ela ficou vermelha e começou a rir também, esquecendo por um momento o papel que estava interpretando. Foi então que percebi que havia algo de diferente no jeito como ela me olhava, alguma coisa além da brincadeira.

- Maria - eu disse, séria agora. - Acho que a gente pode levar essa brincadeira para outro nível, se você quiser.

Ela hesitou por um momento e depois assentiu, parecendo meio nervosa.

- Eu também acho - ela respondeu. - Mas não sei bem como fazer isso, nunca fiz nada além de beijos com você.

Eu sorri e tomei sua mão na minha, acariciando-a delicadamente.

- Não se preocupe, eu vou te guiar - eu disse. - E nós podemos ir devagar, ok? Não precisamos nos apressar em nada.

Ela assentiu de novo, parecendo mais relaxada agora.

Eu comecei a beijá-la, e ela retribuiu com vontade, suas mãos acariciando meu corpo enquanto eu a puxava para mais perto de mim. Ela estava meio nervosa ainda, mas parecia estar se entregando ao momento. Começamos a nos beijar cada vez mais intensamente, explorando nossas bocas com nossas línguas e nossos dentes.

Eu comecei a desabotoar seu uniforme, revelando sua pele macia e quente. Ela fez uma leve reclamação, mas não parou de me beijar enquanto eu continuava meu trabalho. Quando finalmente consegui tirá-lo por completo, ela estava seminua diante de mim, usando apenas um sutiã e uma calcinha brancos.

Eu a deitei na cama e comecei a beijar seu pescoço, descendo pelos seus ombros e braços enquanto minhas mãos acariciavam seus seios. Ela começou a gemer baixinho, parecendo cada vez mais à vontade com a situação. Eu continuei meu caminho por sua barriga, beijando-a e sentindo sua pele suave até chegar à borda de sua calcinha.

Olhei para ela em busca de algum sinal de hesitação ou desconforto, mas tudo o que vi foi desejo em seus olhos. Sorri e comecei a beijar sua virilha, sentindo seu cheiro doce e almiscado. Ela começou a gemer cada vez mais alto enquanto eu continuava minha exploração, descobrindo suas curvas e reações.

Finalmente, ela não aguentou mais e me puxou para cima dela, sussurrando no meu ouvido: - Eu quero você dentro de mim agora. Não aguentei e comecei a beijá-la novamente enquanto ela começava a me guiar para dentro dela. Foi uma sensação incrível, estar conectado com ela dessa forma tão íntima e profunda.

Começamos a nos movimentar juntos, encontrando nosso ritmo e aproveitando cada momento. Ela estava muito gostosa e eu não conseguia parar de beijá-la e acariciá-la enquanto fazíamos amor. Nossos gemidos e arquejos eram cada vez mais altos e intensos, e percebi que estávamos chegando ao clímax juntos.

Quando finalmente atingimos o ápice do prazer, nos abraçamos forte e ficamos ali deitados por um tempo, aproveitando a sensação de estarmos tão próximos um do outro.

Eu sorri e a beijei novamente, sentindo seu gosto ainda em meus lábios. - Foi incrível, não foi? - eu disse. Ela assentiu, ainda ofegante. - Sim, foi mesmo - ela respondeu. Ficamos ali deitados por alguns minutos, apenas aproveitando a companhia um do outro e recuperando o fôlego. Mas logo comecei a sentir meu corpo ficando quente novamente, meu desejo sendo renovado pela presença dela ao meu lado. Ela deve ter percebido, pois começou a acariciar meu peito de novo, olhando para mim com aqueles olhos sedutores. - Você quer mais? - ela perguntou em um tom provocante. Eu não consegui resistir e comecei a beijá-la novamente, sentindo minha ereção crescendo cada vez mais. Ela sorriu e começou a acariciar meu membro, me fazendo gemer alto. - Isso foi muito rápido - eu disse, surpreso com meu próprio corpo. Ela riu e respondeu: - É porque você é muito gostoso. Não consegui pensar em nada além de quanto eu a queria novamente, então comecei a beijá-la e a explorar seu corpo outra vez, descobrindo novas curvas e lugares sensíveis que a faziam gemer alto. Começamos a fazer amor novamente, mas dessa vez de um jeito mais lento e gostoso, aproveitando cada toque e cada movimento. Foi ainda mais intenso do que da primeira vez, se é que isso era possível. Quando atingimos o orgasmo juntos outra vez, eu soube que havia encontrado algo especial com ela, algo além do sexo casual. E enquanto nos abraçávamos novamente, percebi que não queria que aquela noite acabasse tão cedo. Mas antes que pudéssemos dizer qualquer coisa, ouvimos uma batida na porta e a voz de uma mulher do outro lado dizendo: - Alô? Tudo bem aí dentro? Era a enfermeira da visita domiciliar, chegando para fazer sua ronda. Olhamos um para o outro e não pudemos evitar uma risada, percebendo que havíamos nos esquecido completamente de que ela viria hoje. Fomos obrigados a nos vestir rapidamente e explicar a situação à enfermeira, enquanto tentávamos disfarçar nosso desconforto e vergonha. Mas não havia como negar o que havia acontecido ali dentro, e nós sabíamos disso. A enfermeira acabou rindo também e disse: - Bem, pelo menos você dois parecem estar se sentindo muito bem agora.

Olhamos um para o outro e não pudemos evitar uma risada, percebendo que havíamos nos esquecido completamente de que ela viria hoje. Fomos obrigados a nos vestir rapidamente e explicar a situação à enfermeira, enquanto tentávamos disfarçar nosso desconforto e vergonha. Mas não havia como negar o que havia acontecido ali dentro, e nós sabíamos disso.

A enfermeira acabou rindo também e disse: - Bem, pelo menos você dois parecem estar se sentindo muito bem agora. Mas eu preciso verificar seus sinais vitais e fazer algumas perguntas, se estiver tudo bem para vocês. Acenamos afirmativamente e ela começou a fazer sua ronda, enquanto nós tentávamos nos recompor.

Depois de alguns minutos, ela terminou suas anotações e disse: - Tudo parece estar em ordem. Mas eu preciso perguntar: vocês estão tomando alguma precaução para evitar uma gravidez indesejada? Olhamos um para o outro e percebemos que tínhamos sido muito impulsivos em nosso momento de paixão.

- Não, nós não estamos - respondi, sentindo-me culpado por não ter pensado nisso antes. A enfermeira sorriu e disse: - Bem, eu posso providenciar alguns preservativos e também discutir algumas outras opções com vocês, se quiserem. Ficamos gratos pela oferta dela e aceitamos os preservativos, prometendo que seríamos mais cuidadosos da próxima vez.

Quando a enfermeira terminou sua visita e saiu do quarto, nós nos olhamos novamente e começamos a rir, percebendo o quanto tínhamos sido descuidados. Mas logo nosso riso se transformou em algo mais intenso e começamos a beijar um ao outro novamente, incapazes de resistir à atração entre nós.

- Não podemos deixar isso acontecer outra vez - eu disse, enquanto acariciava seu cabelo. Ela sorriu e respondeu: - Talvez não, mas pelo menos agora sabemos que precisamos ser mais cuidadosos. E quem sabe o que o futuro nos reserva? Aquiesci com um aceno de cabeça e a beijei novamente, sentindo meu desejo crescer outra vez. Sabíamos que tínhamos algo especial entre nós e estávamos dispostos a explorar onde isso nos levaria. E enquanto fazíamos amor novamente, soube que havia encontrado alguém com quem podia ser verdadeiramente eu mesmo, alguém que me aceitava completamente e sem julgamentos. E isso era algo ainda mais precioso do que qualquer outra coisa naquela noite.