Aula de culinária toda quarta — ele nunca ficava até o fim, até uma vez ficar
Doze semanas de aula, doze vezes vendo ele sair antes da sobremesa. Na décima terceira semana, ele ficou. Ajudou a lavar as formas e disse que estava esperando alguém notar.
Eu me chamo Maria, uma mulher de 30 anos que sempre teve uma paixão por culinária. Depois de anos trabalhando em um escritório, decidi que precisava fazer alguma coisa que me apaixonasse de verdade, então fui atrás de uma escola de culinária. Foi aí que conheci ele.
O nome dele era João, um homem alto e musculoso, com um sorriso encantador e olhos penetrantes. Ele era o professor de culinária, e eu, uma aluna ansiosa para aprender tudo o que ele pudesse ensinar.
A aula de culinária acontecia toda quarta-feira, e eu esperava ansiosamente por ela. Aprendíamos a fazer pratos deliciosos, e o cheiro gostoso que tomava a cozinha era quase tão bom quanto o gosto dos pratos. Mas havia algo mais que me atraía para aquela aula, e esse algo era João.
Ele era paciente e atencioso, sempre estava disposto a ensinar e a responder qualquer pergunta que tivéssemos. Mas apesar de sua gentileza, havia algo de reservado nele, como se tivesse uma parede erguida em torno dele que ninguém podia ultrapassar.
Eu percebi logo de início que não era a única a sentir algo por ele. Outras alunas também pareciam atraídas por ele, e eu não podia culpá-las. Mas apesar disso, eu não conseguia deixar de me sentir atraída por ele, mesmo sabendo que não tinha chance alguma com ele.
Durante as doze primeiras semanas, ele nunca ficou até o fim da aula. Sempre que o relógio batia as oito horas, ele se despedia e saía, mesmo quando ainda tínhamos a sobremesa para fazer. Comecei a pensar que ele estava fugindo de algo, ou de alguém.
Mas na décima terceira semana, algo mudou. Quando o relógio bateu as oito horas, ele não saiu como sempre fazia. Em vez disso, começou a ajudar a lavar as formas e os utensílios que tínhamos usado durante a aula. Eu o observei enquanto ele trabalhava, seus músculos se contraindo enquanto ele limpava cada superfície com cuidado.
Enquanto eu o observava, percebi que havia algo diferente nele hoje. Ele estava mais relaxado, mais à vontade, como se uma grande pressão tivesse sido tirada de seus ombros. Eu não conseguia entender o que tinha mudado, mas não importava. Eu só estava feliz por ele ter ficado.
Enquanto lavávamos as formas, nossas mãos se tocaram várias vezes, e cada toque enviava um choque elétrico pelo meu corpo. Eu sentia meu coração batendo cada vez mais rápido, e eu tinha certeza de que ele podia ouvir também.
Eu sorri de volta, minha respiração ficando cada vez mais rápida e irregular. Eu não conseguia me controlar, ele estava tão perto de mim, e eu podia sentir o cheiro gostoso do seu perfume. Nossos olhares se encontraram, e por um momento, eu pensei que ele fosse me beijar. Mas em vez disso, ele se afastou e começou a secar as mãos com um pano de prato. Eu suspirei, desapontada, e comecei a secar as minhas também.
"Você quer uma carona para casa?" ele perguntou, enquanto guardávamos os utensílios.
"Não, obrigada", respondi automaticamente. "Eu vou de metrô."
"Eu posso deixar você em algum lugar pelo caminho", insistiu ele. "Não é nenhum incômodo."
Eu hesitei por um momento, mas então aceitei. "Tudo bem, obrigada. Eu moro em Copacabana."
Ele sorriu e pegou suas chaves. "Vamos então."
Enquanto saíamos da escola de culinária, eu podia sentir os olhares das outras alunas em mim. Elas estavam surpresas tanto quanto eu pelo fato de João ter ficado até o fim da aula hoje. Mas eu não liguei para elas. Tudo o que eu queria era estar perto dele, mesmo que fosse apenas por alguns minutos a mais.
Quando chegamos ao carro dele, um Ford Mustang vermelho brilhante, eu não pude evitar um sorriso. "Uau, que carro legal", comentei.
"Obrigado", disse ele, sorrindo de volta. "Eu gosto de dirigir algo que tem personalidade, você não acha?"
"Sim, eu acho", respondi, enquanto me sentava no banco do carona.
Ele ligou o carro e começou a dirigir pelas ruas de São Paulo.
"Então, como você acabou se interessando por culinária?" ele perguntou depois de alguns minutos de silêncio.
Eu lhe contei sobre meu trabalho no escritório e como eu tinha decidido que precisava fazer algo que me apaixonasse de verdade. Ele ouviu atentamente enquanto eu falava, fazendo perguntas aqui e ali para mostrar que estava interessado.
Quando chegamos ao meu prédio, eu agradeci pela carona e comecei a sair do carro. Mas então, ele segurou meu braço e disse: "Espere um segundo."
Eu me virei para encará-lo, surpresa. "Sim?"
"Eu gostaria de convidar você para jantar alguma hora", disse ele, olhando nos meus olhos. "Que tal essa semana? Quarta-feira, talvez?"
Eu fiquei surpresa com o convite, mas aceitei de bom grado. "Sim, eu adoraria. Quarta-feira está ótimo."
Ele sorriu e me deu um beijo no rosto antes de eu sair do carro. "Até quarta então", disse ele.
Enquanto eu caminhava até meu prédio, eu não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer. João tinha me convidado para jantar, e eu tinha dito sim. Eu não podia esperar pela quarta-feira, quando nós finalmente teríamos a chance de ficar a sós e ver onde isso nos levaria.
Durante os dias que se seguiram, eu não conseguia parar de pensar em João e no nosso jantar marcado para quarta-feira. Eu estava ansiosa para vê-lo novamente e para saber mais sobre ele. Eu não podia acreditar que tinha finalmente conseguido chamar sua atenção.
Finalmente, chegou a quarta-feira. Eu passei o dia todo nervosa no trabalho, contando as horas para o fim do meu turno. Quando finalmente chegou a hora de ir embora, eu corri para casa para me arrumar. Eu escolhi um vestido vermelho sexy e sapatos de salto alto, querendo estar tão atraente quanto possível.
Quando cheguei ao restaurante, eu vi João já sentado à mesa, parecendo incrivelmente gostoso em uma camisa preta justa e calça escura. Ele se levantou quando me aproximei e me deu um beijo no rosto. "Você está linda", disse ele, sorrindo. "Obrigado", respondi, sorrindo de volta. "Você também não fica nada mal." Nós sentamos e começamos a conversar enquanto esperávamos nosso pedido. Nós falamos sobre nossas vidas, nossas famílias e nossas esperanças e sonhos. Eu descobri que João tinha crescido em uma família grande e amorosa, e que ele tinha sempre sonhado em ter seu próprio restaurante algum dia. Eu também descobri que ele era muito engraçado e inteligente, além de ser um excelente ouvinte. Eu me senti à vontade com ele, como se eu o conhecesse há anos.
Depois do jantar, nós decidimos dar uma caminhada pelo parque perto do restaurante. Era uma noite agradável e estrelada, e eu estava gostando muito da companhia de João. Enquanto caminhávamos, ele segurou minha mão e eu não recuei. Eu gostei da sensação de nossas mãos juntas, como se estivéssemos destinados a estar juntos.
Finalmente, depois de caminharmos por um tempo, nós encontramos um lugar sossegado sob uma árvore e nos sentamos. João me olhou nos olhos e disse: "Eu gostei muito de hoje à noite. Eu gostaria de vê-la novamente, se você estiver interessada". Eu sorri e respondi: "Eu também gostei muito. Eu adoraria vê-lo novamente". Ele sorriu de volta e então se aproximou de mim, me beijando suavemente nos lábios. Eu me entreguei ao beijo, sentindo meu coração bater mais rápido enquanto nossas línguas dançavam juntas. Quando finalmente nos separamos, eu disse: "Eu não quero que esta noite acabe". "Não precisa acabar agora", disse ele, sorrindo. "Venha para minha casa, podemos tomar uma última taça de vinho juntos". Eu hesitei por um momento, mas então aceitei o convite. Nós caminhamos até o carro dele e dirigimos até seu apartamento, conversando animadamente sobre tudo e nada.
Quando chegamos ao seu apartamento, eu estava surpresa com o quão bonito e bem decorado era. Mas eu não tive muito tempo para admirar a decoração, pois logo João estava me puxando para seus braços e me beijando novamente. Eu me entreguei ao beijo, sentindo meu corpo se acender com desejo enquanto nossas línguas dançavam juntas. Nós começamos a explorar um ao outro, tocando e acariciando cada centímetro de nossos corpos enquanto nos beijávamos apaixonadamente.
Finalmente, depois de muito tempo, nós decidimos nos separar por um momento para tomar uma taça de vinho. Nós nos sentamos no sofá, sorrindo um para o outro enquanto tomávamos um gole do vinho. Mas logo estávamos nos beijando novamente, e dessa vez não havia mais volta. Nós começamos a nos despir um ao outro, explorando cada curva e recanto de nossos corpos enquanto nos beijávamos e acariciávamos. Quando finalmente ficamos nus, eu podia sentir o quão duro ele estava enquanto pressionava contra mim. Eu não conseguia esperar mais para tê-lo dentro de mim.
Eu montei nele e comecei a me mover para cima e para baixo enquanto ele segurava meus quadris, me guiando em um ritmo lento e sensual. Eu podia sentir cada centímetro dele dentro de mim enquanto nos movíamos juntos, nossos corpos suados e quentes enquanto nos beijávamos e acariciávamos. Finalmente, depois de muito tempo, eu senti meu corpo começar a tremer enquanto eu atingia o clímax. João logo depois atingiu o seu próprio clímax, gemendo enquanto se pressionava contra mim.
Nós ficamos ali por um momento, abraçados enquanto nossas respirações voltavam ao normal. Eu não queria me mover, não queria sair do momento perfeito que tínhamos criado juntos. Mas eventualmente, nós tivemos que nos levantar e nos vestir. Nós nos despedimos com um beijo longo e apaixonado, e eu saí do apartamento com um sorriso no rosto e uma sensação de felicidade no meu coração. Eu não podia esperar para vê-lo novamente, para saber onde nosso relacionamento iria levar. Tudo o que eu sabia era que eu tinha encontrado algo especial com João, algo que eu nunca tinha experimentado antes. E eu não queria deixar isso escapar.