O running buddy do app marcou no parque às sete — e era exatamente quem eu imaginei
O aplicativo de corrida sugeriu um parceiro de treino compatível. A foto era pequena, o perfil era vago. Quando ele apareceu na entrada do parque às sete em ponto, eu soube antes de ele abrir a boca.
Eu estava cansado de correr sozinho. O aplicativo de corrida sugeriu um parceiro de treino compatível e aceitei sem pensar duas vezes. A foto era pequena, o perfil era vago. Mas eu não estava à procura de um romance, apenas de alguém com quem dividir quilômetros e suor.
O parque estava deserto às seis e cinquenta e cinco. Eu me alonguei, os músculos ainda quentes do banho recente. O sol estava começando a desaparecer no horizonte, pintando o céu com tons de laranja e rosa. Foi então que eu o vi.
Ele estava usando shorts pretos e uma regata branca que abraçava seu corpo como uma segunda pele. Seus cabelos castanhos estavam penteados para trás, revelando um rosto forte e definido. Ele era mais alto do que eu imaginava, mais alto do que eu. Seus olhos azuis brilhavam sob a luz do parque e eu soube, antes mesmo de ele abrir a boca, que era ele.
— Oi, sou o Lucas — disse ele, estendendo a mão para mim.
— Olá, eu sou o Pedro — respondi, sorrindo e apertando sua mão.
Senti uma faísca ao toque de sua pele, algo que eu não sentia há muito tempo. Tentamos começar a corrida, mas a tensão entre nós era palpável. Nós dois estávamos sem fôlego, mas não por causa do esforço físico.
Corremos em silêncio por alguns minutos, mas logo percebi que não era apenas o silêncio que estava me incomodando. Era a maneira como ele me olhava, como se quisesse me devorar. E eu não pude deixar de notar a maneira como seus shorts abraçavam sua bunda perfeita.
Pensei em parar, em propor que fizéssemos algo além de correr. Mas algo me segurava, alguma coisa me dizia para esperar.
Corremos por mais alguns quilômetros, até que ele parou e disse:
— Preciso de uma água. Você quer uma também?
Balancei a cabeça e o segui até o bebedouro. Ele pegou duas garrafas e começou a beber, os músculos de seu pescoço se contraindo com cada gole. Eu não conseguia tirar os olhos dele.
Ele percebeu meu olhar e sorriu. Foi então que percebi que ele tinha uma covinha no queixo, algo que não havia notado antes.
— Você é muito gostoso, sabia disso? — disse ele, se aproximando de mim.
— Eu... eu não sabia — respondi, gaguejando.
Ele riu e passou a mão em meu pescoço, me puxando para perto dele.
— Você é gostoso e não sabe — disse ele, antes de me beijar.
Senti seus lábios macios nos meus, sua língua explorando minha boca. Ele tinha gosto de água fresca e menta. Meu corpo começou a responder ao toque dele, minha respiração ficando cada vez mais rápida.
Ele percebeu meu desejo e começou a me beijar com mais intensidade, suas mãos explorando meu corpo. Eu podia sentir seu Member através de suas roupas, duro e pronto para mim.
— Vamos para outro lugar — sugeri, ofegante.
Ele concordou e nós dois começamos a procurar um lugar mais privado. Encontramos um caminho estreito que levava a uma área isolada do parque. Ali, nos beijamos novamente, as mãos explorando cada centímetro do corpo um do outro.
Ele começou a tirar minha camiseta, revelando meu peito nu. Seus dedos traçaram minha pele, me fazendo arrepiar. Logo em seguida, ele começou a beijar meu peito, minha barriga, até chegar à minha virilha.
Ele abriu meu short e começou a me chupar, sua língua me fazendo gemer alto. Eu não queria que ele parasse, mas eu também queria mais. Eu queria senti-lo dentro de mim.
— Vem aqui — disse eu, puxando-o para cima.
Ele sorriu e começou a se despir, revelando seu Member duro e pronto para mim. Eu o guiei até meu Member e comecei a me mexer junto com ele, sentindo o prazer crescer dentro de mim.
Ele começou a me penetrar, seus movimentos cada vez mais rápidos e intensos. Eu podia sentir meu Member crescendo cada vez mais, até que não aguentei mais e gozei, gritando seu nome.
Ele gozou pouco depois, seu corpo tremendo em cima do meu. Nós dois ficamos ali, ofegantes e suados, até que percebemos que estava ficando tarde.
— Acho que precisamos ir — disse eu, sorrindo.
— Sim, precisamos — disse ele, sorrindo de volta.
Nós nos vestimos e começamos a voltar para o parque, mas algo havia mudado entre nós. Era como se tivéssemos cruzado uma linha e não pudéssemos mais voltar atrás.
— Você quer se encontrar de novo? — perguntou ele, enquanto caminhávamos de volta para o carro.
— Sim, eu quero — respondi, sorrindo.
E assim, começamos a correr juntos, não apenas literalmente, mas também na vida. E percebi que o aplicativo de corrida não apenas havia encontrado um parceiro de treino compatível, mas também alguém com quem eu poderia dividir muito mais do que quilômetros e suor.
Seguimos nosso caminho de volta para o carro, o ar da noite fresca em nossas pele ainda quentes. Enquanto caminhávamos, não pude deixar de sentir uma conexão entre nós, algo além do sexo incrível que tínhamos acabado de ter. Ele deve ter sentido o mesmo, porque quando chegamos ao carro, ele me puxou para mais um beijo.
"Eu não quero que esta noite acabe", disse ele, com seus lábios ainda nos meus.
"Eu também não", respondi, me aconchegando em seu peito. "Mas acho que não podemos ficar aqui o resto da noite. Alguém pode nos ver".
Ele riu e deu um passo para trás, olhando para mim com uma expressão séria. "Você tem razão. Mas eu não quero esperar até a próxima corrida no parque para ver você de novo".
"Eu também não", concordei. "Que tal a gente se encontrar amanhã? Podemos correr juntos e depois... ver onde isso nos leva".
Ele sorriu e assentiu. "Eu gostaria disso. Que tal às nove da manhã, no mesmo lugar onde nos encontramos hoje?"
"Perfeito", disse eu, sorrindo de volta. "Até amanhã, então".
Nos despedimos com mais um beijo apaixonado e entrei no carro, sentindo meu coração bater mais rápido do que durante a corrida. Enquanto dirigia para casa, não pude deixar de pensar em como minha vida tinha mudado tão rapidamente. Não apenas eu havia encontrado um parceiro de corrida perfeito, mas também alguém com quem eu poderia ter uma conexão real e profunda. E eu mal podia esperar para ver onde isso iria nos levar.
Enquanto dirigia para casa, não pude deixar de sorrir ao pensar em tudo o que havia acontecido naquela noite. Mas quando cheguei em casa, fui recebida por uma surpresa inesperada. Meu namorado, que eu havia esquecido completamente em meio à paixão do momento, estava sentado no sofá da sala, com uma expressão séria no rosto.
"Oi, amor", disse eu, tentando parecer o mais natural possível. "Você chegou cedo. Como foi o seu dia?"
Ele não disse nada por um momento, apenas me olhou com uma expressão indescritível. "Onde você estava?" perguntou ele finalmente, sua voz fria.
"Eu estava... eu estava só dando uma volta", respondi, tentando disfarçar meu nervosismo.
"Uma volta?", ele repetiu, incrédulo. "A esta hora da noite? E por que você está vestida assim?"
Olhei para meu corpo, percebendo que ainda estava usando as mesmas roupas suadas e amarrotadas da corrida. "Eu... eu fui correr", improvisei. "Eu sei que eu disse que não gostava de fazer exercícios à noite, mas eu só... eu precisava me exercitar hoje."
Ele continuou me olhando com desconfiança, então comecei a me sentir desconfortável. "Escute, amor, eu sei que eu deveria ter ligado para você para avisar onde eu estava", disse eu, tentando consertar a situação. "Eu só... eu não queria que você se preocupasse. Mas eu juro, eu estava só dando uma volta."
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, então finalmente disse: "Tudo bem, eu acredito em você. Mas da próxima vez, por favor, me avise onde você vai estar, ok? Eu fiquei preocupado quando você não voltou para casa."
Senti um alívio enorme ao perceber que ele havia acreditado na minha desculpa esfarrapada. "Claro, amor", disse eu, sorrindo. "Eu prometo que da próxima vez eu vou ligar para você. Agora, por que você não vem para a cama? Eu preciso de um abraço depois de todo aquele exercício."
Ele sorriu de volta e veio até mim, me abraçando com força. "Eu te amo, você sabe disso, certo?" disse ele, com sua voz suave de sempre.
"Eu também te amo", respondi, sentindo uma onda de culpa por ter mentido para ele. Mas enquanto estávamos ali, abraçados, eu não pude deixar de pensar em como minha vida havia mudado tão rapidamente. Não apenas eu havia encontrado um parceiro de corrida perfeito, mas também alguém com quem eu poderia ter uma conexão real e profunda. E eu mal podia esperar para ver onde isso iria nos levar.
Aquela noite passou como um sonho. Acordamos cedo no dia seguinte, tomamos café juntos e conversamos sobre nossas vidas. Descobrimos que tínhamos muito em comum, além da paixão pela corrida. Decidimos então tornar aquilo oficial e marcar outros encontros pelo app. Foi assim que tudo começou.
Mas não demorou muito para que as coisas começassem a ficar mais sérias entre nós. Cada vez que nos encontrávamos no parque para correr, sentíamos uma conexão cada vez maior. E não era apenas a adrenalina da corrida que fazia nossos corações baterem mais rápido. Era uma conexão real, profunda e intensa.
Um dia, depois de uma corrida particularmente longa e exaustiva, sentamos em um banco para recuperar o fôlego. Olhei para ele e percebi que estava diferente. Havia algo em seus olhos que eu nunca tinha visto antes. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele falou:
"Eu não sei o que é isso entre nós, mas eu não quero que acabe. Eu sinto como se você fosse... a pessoa certa. A pessoa com quem eu quero passar o resto da minha vida."
Fiquei emocionada com suas palavras. Era exatamente o que eu estava sentindo também. Antes mesmo que eu pudesse responder, ele continuou:
"Eu sei que pode parecer loucura, mas eu não posso evitar. Eu te amo. E eu quero passar o resto da minha vida com você."
As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto enquanto eu ouvia suas palavras. Eu não podia acreditar no quão rápido tudo havia acontecido, mas eu sabia que era real. Era o verdadeiro amor.
"Eu também te amo", respondi, com a voz trêmula de emoção. "Eu não acredito que isso aconteceu tão rápido, mas eu não posso evitar. Eu te amo tanto."
Ele sorriu e me abraçou com força, como se nunca mais quisesse me soltar. E foi então que soube que tinha encontrado minha alma gêmea. Não importava o que acontecesse no futuro, eu sabia que nós estaríamos juntos para sempre.