As regras que ela deixou no meu bolso antes da reunião de trabalho

Era só um bilhete dobrado no bolso do paletó: três regras pra seguir até a noite, sem perguntar por quê. Eu não imaginava o quanto aquele pequeno gesto de entrega ia mudar o resto do meu dia.

Eu sou o tipo de cara que sempre gostou de controle. No trabalho, no jogo, na cama. O poder de tomar decisões, de comandar as coisas, de fazer as pessoas obedecerem às minhas ordens. Era assim desde cedo, e eu me orgulhava disso.

Até que ela chegou. A nova estagiária da empresa, uma garota de sorriso doce e olhar inteligente. Ela não parecia nada impressionada com meu cargo ou minha reputação, o que era surpreendente e excitante ao mesmo tempo. Eu percebi logo de cara que ela ia ser um desafio.

A primeira oportunidade apareceu numa reunião de trabalho. Eu estava distribuindo tarefas para a semana seguinte quando reparei que ela não tinha nada para fazer. Isso não podia ficar assim, então fui até ela e disse:

— Você vai trabalhar comigo no projeto X. Vai ser uma boa experiência pra você.

Ela apenas sorriu e disse:

— Claro, eu ficaria honrada em trabalhar com você.

Fiquei meio decepcionado com a falta de resistência, mas logo percebi que isso era só o começo. No fim da reunião, ela se aproximou de mim e colocou algo no bolso do meu paletó.

— O que é isso? — perguntei, surpreso.

— Algo pra você pensar sobre durante a tarde — ela respondeu, com um olhar misterioso.

Curioso, esperei até estar sozinho para abrir o bilhete. Havia três regraswritten em uma caligrafia elegante:

1. Não faça nenhuma pergunta hoje. 2. Segue todas as minhas ordens sem hesitação ou reclamação. 3. Encontre-me no meu apartamento às oito da noite.

Fiquei impressionado com a audácia dela. Quem ela pensava que era para me dar ordens assim? E, ao mesmo tempo, eu estava excitado. Aquela garota tinha coragem e sabia o que queria. E, pelo visto, ela queria algo de mim.

Resolvi seguir as regras. Passei a tarde evitando suas perguntas e obedecendo às suas instruções no trabalho. Ela parecia gostar disso, sorrindo para mim de vez em quando como se soubesse alguma coisa que eu não sabia. E, para ser honesto, isso me deixava louco de desejo.

Às oito horas em ponto, eu estava na porta do apartamento dela. Ela abriu a porta vestida apenas com uma camisola preta e um robe aberto. Fiquei sem palavras ao ver seu corpo curvilíneo à mostra.

— Entre — ela disse, sorrindo. — Você foi muito obediente hoje. Isso merece uma recompensa.

Fechei a porta atrás de mim e segui-a até o quarto. Ela sentou na cama e começou a mexer no cinto do meu paletó.

— Quero ver como você obedece às minhas ordens na cama — ela disse, olhando para mim com aqueles olhos verdes que brilhavam de desejo.

Comecei a ficar nervoso. Eu estava acostumado a ser o mandante, não o mandado. Mas havia alguma coisa nessa garota que me fazia querer ceder o controle, pelo menos dessa vez.

Ela abriu meu paletó e passou as mãos pelo meu peito, sentindo meus músculos através da camisa. Depois, ela começou a desabotoar minha calça, olhando para mim com um sorriso provocador.

— Tira a roupa — ela ordenou, com uma voz suave que me fez obedecer automaticamente.

Fiquei nu diante dela, sentindo-me exposto e vulnerável. Ela passou os olhos pelo meu corpo, demorando-se no meu membro ereto antes de dizer:

— Deita na cama.

Obedeci, deitado de costas enquanto ela se aproximava de mim. Ela começou a acariciar meu corpo com as mãos, explorando cada centímetro da minha pele. Sua mão passou pelos meus mamilos, fazendo-os endurecer, e desceu até o meu pau, que pulsava de desejo.

— Você quer que eu te toque? — ela perguntou, com uma voz provocadora.

— Sim — respondi, sem hesitar.

Ela começou a me acariciar devagar, esfregando minha ereção com as duas mãos. Fiquei louco de desejo, sentindo-me à beira do orgasmo. Mas ela parou logo antes disso e disse:

— Ainda não. Não até eu dizer que pode gozar.

Fiquei frustrado, mas não disse nada. Ela continuou me acariciando, às vezes mais rápido, às vezes mais devagar, sempre mantendo-me à beira do clímax sem deixar

— Eu sei que você quer gozar agora mesmo — ela continuou, sorrindo para mim —, mas eu tenho outros planos para nós dois esta noite. Ela se afastou de mim e começou a abrir seu robe, revelando seu corpo nu abaixo dele. Fiquei boquiaberto com a visão de seus seios fartos e curvas perfeitas. Ela veio até mim na cama e ficou em cima de mim, esfregando sua boceta quente no meu pau duro. — Agora — ela disse —, você vai fazer tudo o que eu mandar esta noite. Sem reclamações, sem hesitações. Você vai me dar prazer do jeito que eu quiser e quando eu quiser. Eu assenti, pronto para seguir suas ordens. Ela começou a se movimentar em cima de mim, esfregando sua boceta molhada no meu pau até que eu estava quase enlouquecido de desejo. — Agora — ela ordenou —, quer me ver chupar você? Eu concordei com a cabeça, sem palavras enquanto ela descia pelo meu corpo e começava a me chupar. Ela usou sua língua habilmente para me levar ao limite do clímax várias vezes antes de se afastar novamente. — Não goze ainda — ela disse —, eu ainda não terminei com você. Ela voltou a subir em cima de mim, sentando-se sobre meu pau duro enquanto eu lhe dava prazer. Ela começou a cavalgar sobre mim enquanto eu segurava seus quadris e me movia junto com ela. Nós dois estávamos perdidos na sensação quando ela gritou: — Agora você pode gozar! Eu fiz o que ela mandou, sentindo um orgasmo incrível enquanto nos movíamos juntos até o fim. Ela desabou em cima de mim, respirando pesadamente enquanto eu acariciava suas costas suadas. — Essa foi uma boa reunião de trabalho — ela disse com um sorriso antes de se aconchegar ao meu lado para dormir.

Acordamos no meio da noite com ela se mexendo em meu peito e acariciando meu pau duro novamente. Ela sorriu maliciosamente enquanto eu ainda estava adormecido.

— Já está pronto para mais? — ela sussurrou no meu ouvido.

Eu só pude assentir, sentindo minha ereção crescer ainda mais com seu toque quente e provocador.

Ela começou a me beijar pelo corpo, descendo até o meu pau novamente. Ela passou a língua pela cabeça sensível enquanto eu gemia de prazer. Ela continuou me chupando até que eu estava prestes a gozar outra vez.

— Goze na minha boca — ela pediu, olhando para mim com seus olhos intensos.

Eu não pude resistir àquele pedido e fui tomado por outro orgasmo incrível enquanto ela continuava me chupando. Ela engoliu tudo antes de subir até meu peito novamente e me beijar profundamente.

— Agora é a sua vez — eu disse, virando-a de costas e começando a beijar seu corpo também. Ela gemeu enquanto eu passava minha língua em seus seios e descia até sua boceta molhada. Eu comecei a chupá-la enquanto ela segurava minha cabeça e me guiava com seus quadris.

Depois que ela gozou, ficamos deitados juntos por um tempo antes de decidirmos nos arrumar e ir embora. Quando chegamos ao trabalho na manhã seguinte, todos perceberam nossa chegada tardia e nossas expressões sonolentas, mas ninguém disse nada. Ela foi para sua sala e eu fui para a minha.

Mas enquanto eu trabalhava em meus papéis, não conseguia parar de pensar no que tínhamos feito na noite anterior e em quanto ela tinha sido mandona e sexy. Comecei a fantasiar sobre o que aconteceria quando chegássemos em casa depois do trabalho hoje à noite.

Eu estava tão perdido em minhas fantasias que nem percebi que ela havia entrado na minha sala.

— Você está pronto para outra reunião de trabalho esta noite? — ela perguntou com um sorriso provocador enquanto se aproximava da minha mesa.

Eu não pude evitar um sorrisinho também, sentindo meu pau começar a ficar duro novamente.

— Estou sempre pronto quando se trata de você — eu respondi.

— Precisamos ser cuidadosos aqui no trabalho — eu disse enquanto me levantava e fechava a porta da minha sala. Ela assentiu enquanto se aproximava ainda mais de mim.

— Eu sei, mas isso não impede que eu possa te deixar louco com apenas um olhar — ela respondeu enquanto passava seus dedos pelos meus cabelos.

Eu a puxei para perto de mim e comecei a beijá-la intensamente enquanto ela passava suas mãos pelo meu corpo. Ela começou a desabotoar minha camisa enquanto eu lhe acariciava os seios por cima do sutiã. Ela gemeu baixinho enquanto eu lhe dava atenção especial aos mamilos endurecidos.

— Acho que precisamos encontrar um lugar mais privado — eu sugeri enquanto ela mordia meu lábio inferior.

— Eu conheço o lugar perfeito — ela respondeu com um sorriso malicioso. Ela pegou minha mão e me levou até o pequeno armário de arquivos no canto da sala. Ela abriu a porta e entrou, puxando-me para dentro atrás dela.

O espaço era apertado, mas suficiente para que pudéssemos continuar nossos beijos e carícias. Ela começou a desabotoar minha calça enquanto eu lhe levantava a saia e acariciava sua boceta por cima da calcinha molhada. Ela gemeu baixinho enquanto eu começava a massageá-la com meus dedos.

— Eu quero você dentro de mim agora — ela sussurrou no meu ouvido enquanto me beijava o pescoço.

Eu sorri enquanto lhe tirava a calcinha e a posicionava contra a parede do armário. Ela envolveu suas pernas em minha cintura enquanto eu a penetrava lentamente, sentindo-a envolver meu pau com seu calor úmido. Comecei a me mover dentro dela enquanto ela gemia baixinho em meu ouvido.

— Cuidado para não fazermos muito barulho — eu disse enquanto ela começava a se movimentar contra mim.

— Não se preocupe, eu posso ser silenciosa quando preciso — ela respondeu com um sorriso antes de me beijar profundamente. Continuei a mover-me dentro dela enquanto ela mordia meu lábio inferior e passava suas unhas pelas minhas costas.

Depois de alguns minutos, ela começou a ficar tensa em meus braços enquanto se aproximava do orgasmo. Ela apertou ainda mais suas pernas em minha cintura enquanto eu aumentava o ritmo de minhas estocadas. Ela agarrou meus cabelos com força enquanto seu corpo era tomado pelo prazer e ela gozava em silêncio.

Eu gozei logo depois dela, sentindo meu pau pulsar dentro dela enquanto me deixava cair contra a parede do armário. Ela sorriu enquanto se afastava de mim e começava a se arrumar novamente.

— Precisamos nos preocupar com as regras mais tarde — ela disse enquanto saía do armário e voltava para sua sala.

Eu só pude sorrir enquanto saía do armário também e voltava para minha mesa, sentindo-me satisfeito e pronto para enfrentar o resto do dia de trabalho.