Os dois sabíamos que éramos casados — e nenhum dos dois tinha plano nenhum

A mesa de fora do evento de trabalho era pra quem precisava de ar. Os dois precisavam. Depois de dois copos de vinho e uma conversa honesta demais, o fato de os dois serem casados virou só mais uma das coisas que a gente decidiu não mencionar.

Eu estava numa reunião infernal, uma daquelas reuniões intermináveis onde todo mundo quer mostrar que sabe mais que o outro e ninguém chegava a lugar algum. O evento de trabalho havia começado bem cedo, mas já estava se arrastando há horas e eu sentia que ia explodir de tédio.

Foi então que vi ela, do outro lado da sala. Era uma mulher linda, com cabelos castanhos até a cintura e olhos verdes que brilhavam como esmeraldas. Ela sorriu para mim e eu senti um frio na barriga. Puta merda, pensei, essa mulher é linda demais.

A reunião finalmente acabou e eu fui direto para o bar, preciso de uma bebida para esquecer esse dia horrível. Foi então que vi ela novamente, dessa vez do outro lado da mesa de fora. Ela estava sentada ali, olhando para o nada, provavelmente tão aliviada quanto eu por ter sobrevivido àquele evento interminável.

Eu me aproximei dela e perguntei se ela queria uma bebida. Ela aceitou e nós começamos a conversar. Descobrimos que tínhamos muito em comum, gostávamos dos mesmos livros, dos mesmos filmes, até mesmo das mesmas comidas. Era como se tivéssemos conhecido há anos, não como duas pessoas que tinham acabado de se encontrar num evento de trabalho.

Depois de alguns copos de vinho, a conversa começou a ficar mais intensa. Começamos a falar sobre nossas vidas, nossos sonhos e nossos medos. E então, ela mencionou seu marido. Eu mencionei minha esposa. Mas, para nossa surpresa, nenhum dos dois ficou desconfortável com a situação. Era como se tivéssemos decidido, ali mesmo, que não íamos deixar isso atrapalhar nosso momento.

A conversa continuou e nós dois percebemos que estávamos precisando de ar fresco. Saímos do bar e fomos caminhar pelo parque ao lado do hotel onde o evento estava acontecendo. Era uma noite linda, com a lua cheia iluminando tudo ao redor. Nós caminhamos em silêncio por um tempo, até que ela parou e virou-se para mim.

"Eu não posso fazer isso", ela disse, olhando para mim com seus olhos verdes brilhantes. "Eu sou casada."

Eu suspirei e sorri para ela. "Eu também", eu disse. "E daí? Nós estamos aqui agora, juntos. E nós duas sabemos que o casamento não é uma prisão."

Ela riu e concordou. "Você tem razão. Mas isso não significa que podemos só... fazer de conta que nada disso está acontecendo."

"E por que não?" eu perguntei, aproximando-me dela. "Podemos ter essa noite, pelo menos. Podemos ter esse momento para nós mesmos, sem preocupações com o amanhã. Não é como se fôssemos nos ver de novo depois disso, certo?"

Ela ficou em silêncio por um momento, então sorriu e colocou a mão na minha cintura. "Você tem razão", ela disse. "Vamos aproveitar essa noite. Afinal, quem sabe quando teremos outra chance de estar juntos assim novamente?"

Eu sorri para ela e coloquei minha mão na dela, então começamos a caminhar novamente. Nós andamos até o hotel e fomos direto para meu quarto. Uma vez dentro do quarto, eu não pude mais esperar. Eu a puxei para perto de mim e comecei a beijá-la intensamente.

Sua boca tinha gosto de vinho e ela cheirava como um campo de flores após uma chuva fresca. Sua pele era macia e quente ao toque e eu podia sentir seu coração batendo rápido contra o meu peito.

Eu continuei desabotoando sua blusa, enquanto ela começou a abrir os botões da minha camisa. Nossas mãos se atrapalhavam na pressa e nós dois rimos da situação. Quando finalmente conseguimos nos livrar das roupas desnecessárias, ficamos apenas de calcinha e cueca, olhando um para o outro como se fosse a primeira vez.

Ela estava linda, com sua pele bronzeada e seus seios fartos ainda escondidos pelo sutiã preto. Eu não aguentei e comecei a beijá-la novamente, agora com mais desejo do que nunca. Ela correspondeu ao meu beijo com a mesma intensidade e começou a acariciar minhas costas, fazendo-me arrepiar com seu toque.

Eu a peguei no colo e a levei até a cama, onde a deitei com delicadeza. Comecei a beijá-la pelo pescoço, descendo até seus seios e depois até sua barriga. Ela começou a gemer baixinho enquanto eu continuava meu caminho até sua calcinha preta. Eu comecei a acariciar seu sexo por cima da roupa íntima, sentindo-a ficar cada vez mais molhada.

Ela abriu as pernas para me dar acesso e eu tirei sua calcinha devagar, revelando sua boceta perfeita e lisinha. Eu não aguentei e comecei a beijá-la ali também, saboreando seu gosto delicioso enquanto ela se contorcia de prazer.

Eu continuei a explorar seu corpo com minha boca e mãos, fazendo-a gemer cada vez mais alto até que ela não aguentou mais. Ela agarrou meu cabelo e começou a esfregar sua boceta em meu rosto, gozando gostoso enquanto eu continuava a estimulá-la com minha língua.

Depois de alguns minutos de descanso, ela me puxou para cima dela e começou a beijar-me novamente, agora com um novo desejo em seus olhos. Ela abriu minhas calças e começou a acariciar meu pau através da cueca, fazendo-me gemer baixinho.

Eu tirei minha cueca e ela continuou a acariciar meu membro duro, olhando para mim com um sorriso malicioso. Ela então começou a me masturbar enquanto eu beijava seus seios, fazendo-me ficar cada vez mais excitado.

Eu não aguentei mais e comecei a penetrá-la devagar, sentindo seu calor úmido envolvendo meu pau. Começamos a nos movimentar juntos em um ritmo delicioso, nossos corpos suados se encaixando perfeitamente enquanto gozávamos cada vez mais alto.

Depois de algumas horas de sexo intenso e gostoso, nós dois caímos exaustos na cama, olhando um para o outro com sorrisos no rosto. Sabíamos que tínhamos aproveitado ao máximo nossa noite juntos e que nunca a esqueceríamos.

[...]

Depois de alguns minutos em silêncio, ela se virou para mim e começou a passar seus dedos levemente pelo meu peito. "Você é incrível", ela disse baixinho. "Eu nunca havia me sentido assim antes."

Eu sorri para ela e beijei sua testa. "Eu também não", respondi. "Foi perfeito."

Ela suspirou e se aconchegou mais perto de mim. "Eu não quero que isso acabe", ela murmurou.

"Não precisa acabar ainda", eu disse, puxando-a mais para perto. Comecei a beijar seu pescoço novamente, sentindo seu cheiro delicioso. Ela começou a gemer baixinho enquanto eu continuava meus beijos até seus seios. Ela abriu as pernas e eu me posicionei entre elas, começando a beijá-la novamente ali embaixo.

"Eu não aguento mais", ela disse, ofegante. "Eu preciso de você dentro de mim agora."

Eu sorri para ela e comecei a penetrá-la devagar, sentindo seu calor úmido envolver meu pau. Começamos a nos movimentar juntos em um ritmo delicioso, nossos corpos suados se encaixando perfeitamente enquanto gozávamos cada vez mais alto.

Continuei a penetrá-la devagar, sentindo seu corpo se ajustar ao meu. Ela começou a mover os quadris em ritmo com os meus, gemendo cada vez mais alto enquanto eu aumentava a velocidade das estocadas. Eu podia sentir minha própria excitação aumentando e comecei a beijá-la loucamente, nossas línguas dançando juntas enquanto nossos corpos se uniam.

De repente, ela agarrou meu cabelo com força e começou a sussurrar no meu ouvido: "Eu quero você em cima de mim. Agora." Eu sorri maliciosamente e saí de dentro dela, virando-a de bruços na cama. Ela ficou de quatro, oferecendo sua boceta para mim. Eu não precisava de mais nenhum convite e comecei a penetrá-la novamente, agora com força e profondeur.

Ela começou a gemer cada vez mais alto enquanto eu aumentava o ritmo das estocadas, segurando firme em seus quadris. Ela arqueava as costas e empinava a bunda para mim, me incentivando a ir ainda mais fundo. Eu podia sentir seu corpo tremer enquanto ela se aproximava do orgasmo, então comecei a estimular seu clitóris com minha mão livre.

Ela começou a gritar de prazer enquanto gozava intensamente, contraindo seus músculos internos ao redor do meu pau. Isso foi demais para mim e eu também atingi o clímax, gozando dentro dela enquanto ela continuava a se contorcer de prazer.

Depois disso, nós dois caímos exaustos na cama novamente, desta vez de bruços. Ela virou-se para mim e começou a passar seus dedos levemente pelo meu peito mais uma vez. "Isso foi incrível", ela disse baixinho. "Eu não aguento mais". Eu sorri para ela e beijei sua testa novamente. "Não precisa aguentar", respondi. "Podemos fazer isso de novo sempre que você quiser." Ela sorriu de volta e se aconchegou ainda mais perto de mim, enquanto começávamos a adormecer juntos.

E assim, passamos o restante da noite e da manhã seguinte nos explorando mutuamente, aproveitando cada momento juntos antes de nos separarmos novamente. Mas sabíamos que não seria uma despedida definitiva, pois agora éramos casados - mesmo sem plano nenhum.