Carnaval, trio elétrico — ela não estava no meu bloco mas acabou no meu espaço
O bloco era diferente, o abadá era de outra cor. Ela apareceu na confusão da virada de rua como se o destino não tivesse outra opção — e o carnaval fez o resto.
O bloco do meu bairro era o melhor de todos. Todo mundo sabia disso, não só pela quantidade de gente que lotava as ruas, mas também pelo som incrível que saía dos caixas do trio elétrico. Eu estava no meio da galera, com meu abadá vermelho e branco, dançando e cantando junto com os outros. O suor escorria pelo meu corpo, mas eu nem ligava. Era carnaval, e eu estava no paraíso.
Até que a vi. Ela estava do outro lado da rua, com um abadá azul e amarelo. O bloco dela era diferente do meu, mas isso não importava. Ela chamou a minha atenção logo de cara. Era linda, com o corpo bem definido e os cabelos encaracolados balançando ao ritmo da música. Ela sorria e dançava com toda a força, como se estivesse se divertindo demais.
Eu tentei me aproximar dela, mas a multidão estava demais. Era impossível passar. A única chance que eu tinha era esperar a virada de rua. Quando o trio elétrico chegou no fim da rua, todo mundo gritou e pulou. Foi quando eu aproveitei a confusão e fui em direção a ela.
Eu cheguei bem perto, tanto que senti o cheiro do seu perfume misturado com o suor do corpo. Ela estava ainda mais linda de perto. O coração dela batia forte, e eu pude ver a veia do pescoço pulsando. Ela não percebeu que eu estava bem atrás dela, então aproveitei para aproveitar a vista.
Mas logo ela sentiu a minha presença e virou para me encarar. Os olhos dela brilhavam, e eu não consegui segurar o desejo que sentia. Eu me aproximei dela e sussurrei no ouvido dela: "você é linda". Ela sorriu e se virou de frente para mim. Eu não aguentei e a beijei com toda a força.
Foi um beijo intenso, cheio de desejo e paixão. A multidão ao redor desapareceu, e só havia nós dois. Nossas línguas se encontraram e se entrelaçaram, como se estivessem dançando um ritmo próprio. Ela correspondeu ao beijo com a mesma intensidade, e eu senti o coração dela bater ainda mais forte.
Quando nos separamos, ela tinha o rosto vermelho e ofegante. Eu não aguentei e fui em direção ao pescoço dela, beijando e chupando a pele macia. Ela gemeu baixinho, e eu pude sentir o corpo dela tremendo de desejo.
Eu não aguentava mais. Eu tinha que ter ela ali mesmo, na rua, no meio do carnaval. Eu olhei ao redor e vi que tinha um beco ali perto. A puxei pela mão e entramos no beco escuro. Ela não ofereceu resistência, e eu sabia que ela também não aguentava mais.
Eu a apertei contra a parede e comecei a beijar o corpo dela, descendo pelos seios, pela barriga, e chegando até a virilha. Ela abriu as pernas para mim e eu pude sentir a umidade do seu desejo. Eu comecei a beijar a calcinha dela, e ela gemeu ainda mais alto. Eu tirei a calcinha dela e comecei a explorar o seu corpo com a boca e com os dedos.
Ela começou a se contorcer de desejo, e eu pude sentir o gosto do seu prazer. Ela agarrou a minha cabeça e começou a se mover contra a minha boca, até que chegou ao orgasmo. Ela gritou meu nome e eu pude sentir o corpo dela tremendo de prazer.
Eu não aguentei mais e tirei a calça. Ela me puxou para ela e eu entrei nela com toda a força. Comecei a me mover dentro dela, sentindo o corpo dela se ajustar ao meu. Ela começou a gemer alto, e eu pude sentir o prazer aumentando dentro de mim também.
Eu comecei a me mover cada vez mais rápido, sentindo o corpo dela se ajustar ao meu ritmo.
Eu continuei a me movimentar dentro dela, sentindo o corpo dela se ajustar ao meu ritmo. Ela começou a gemer cada vez mais alto, e eu pude sentir o corpo dela se contraindo ao redor do meu membro. Ela era tão gostosa, tão quente, tão úmida. Eu não aguentava mais, eu estava prestes a gozar também. Ela percebeu e começou a sussurrar no meu ouvido: "Goza dentro de mim, eu quero sentir você gozando dentro de mim". Aquilo foi demais para mim, e eu não consegui segurar por mais tempo. Eu gozei dentro dela, sentindo um prazer imenso, como nunca tinha sentido antes. Ela também começou a gozar novamente, e nós dois ficamos ali, abraçados, ofegantes e satisfeitos.
Depois de alguns minutos, ela começou a se movimentar novamente, como se quisesse mais. Eu não pude acreditar que ela ainda queria mais, mas eu estava pronto para atender aos seus desejos. Ela começou a beijar o meu corpo, descendo até a virilha novamente. Ela começou a me chupar, me deixando cada vez mais duro novamente. Eu não aguentava mais, eu tinha que ter ela novamente. Eu a puxei para cima de mim e ela começou a se movimentar em cima de mim, me cavalgando com toda a força. Nós dois gozamos juntos, e eu pude sentir o corpo dela tremendo novamente.
Depois disso, nós dois ficamos ali, abraçados, olhando para o céu estrelado. Ela começou a rir e disse: "Eu não acredito que fizemos isso no meio do carnaval, no meio da rua". Eu ri também e respondi: "Eu não me arrependo nem um pouco, você é a mulher mais gostosa que eu já vi na minha vida". Ela sorriu e me deu um beijo na boca. Eu sabia que ela era minha, e eu não a deixaria escapar tão fácil.
Enquanto isso, o trio elétrico passava pela rua, e nós pudemos ouvir a música e o som das pessoas cantando e dançando. Nós nos abraçamos ainda mais forte, sabendo que estávamos vivendo um momento único e inesquecível. O carnaval nunca mais seria o mesmo para nós dois.
Enquanto o trio elétrico se afastava, ela começou a acariciar meu peito, seus dedos traçando os músculos e o suor que ainda cobriam minha pele. Ela sorriu e disse: "Eu não sei se você percebeu, mas eu não sou do seu bloco. Na verdade, eu nem mesmo estava no mesmo bloco que você".
Eu ri e respondi: "Bom, eu percebi que você não estava no meu bloco, mas isso não impediu que você acabasse no meu espaço".
Ela riu também e continuou: "Eu vi você dançando com seu bloco e fiquei atraída pela sua energia. Quando você saiu do grupo para ir ao banheiro, eu aproveitei a oportunidade para te seguir. Eu não pretendia fazer nada, apenas ver onde você iria. Mas quando eu te vi ali, sozinho, eu não consegui resistir".
Eu sorri e perguntei: "Então você é uma caçadora, é isso?"
Ela riu novamente e disse: "Talvez. Mas eu só caço de quem me interessa de verdade".
Eu a puxei para mais perto de mim e disse: "Bom, então eu me sinto muito honrado por ter sido caçado por você".
Ela começou a beijar meu pescoço, enviando arrepios pela minha espinha. Ela sussurrou: "Eu ainda não terminei com você. Tem mais coisas que eu gostaria de fazer".
Eu sorri e disse: "Eu também não terminei com você. Na verdade, eu nem sequer comecei a explorar tudo o que eu gostaria de fazer com você".
Ela riu e começou a se movimentar novamente, montando em mim e me fazendo gemer de prazer. Nós continuamos a fazer amor ali mesmo, no meio da rua, enquanto o som do trio elétrico ficava cada vez mais distante. Nós não nos importávamos com quem pudesse nos ver ou ouvir, estávamos perdidos em nosso próprio mundo, em nossa própria paixão.
Depois de mais uma rodada de sexo apaixonado, ela finalmente decidiu que era hora de ir embora. Ela começou a se vestir e eu fiz o mesmo. Enquanto ela estava se arrumando, eu aproveitei para admirar seu corpo novamente, sentindo um desejo cada vez maior por ela.
Quando ela terminou de se vestir, ela veio até mim e me deu um beijo na boca. Ela disse: "Eu não sei onde você vai estar amanhã, mas eu estarei no mesmo lugar, no mesmo horário. Espero te ver de novo".
Eu sorri e respondi: "Eu estarei lá, pode ter certeza. Não há nenhum lugar onde eu preferisse estar a não ser com você".
Ela sorriu de volta e saiu caminhando pela rua, desaparecendo na multidão do carnaval. Eu fiquei ali, olhando para ela até que ela desaparecesse de vista, sentindo uma vontade imensa de estar com ela novamente. Eu sabia que o carnaval nunca mais seria o mesmo para nós dois, e eu não poderia estar mais feliz com isso.
Eu ainda fiquei ali por alguns minutos, apreciando a noite quente e úmida do Rio de Janeiro. O som do trio elétrico havia sumido completamente e o silêncio da noite era apenas interrompido pelo som das conversas e risadas dos foliões que ainda permaneciam nas ruas. Eu me sentei ali, no chão, com as costas apoiadas na parede, e comecei a refletir sobre o que havia acontecido. Aquela mulher tinha sido uma surpresa completa para mim. Ela havia chegado do nada e tinha me deixado completamente louco de desejo. Eu nunca havia sentido nada parecido antes e eu não conseguia parar de pensar nela. Eu sabia que ela havia dito que nos veríamos no dia seguinte, mas eu não conseguia esperar tanto tempo para vê-la novamente. Eu precisava encontrá-la agora.
Eu me levantei e comecei a caminhar pelas ruas do Rio, procurando por ela em todos os lugares. Eu não sabia ao certo onde ela poderia estar, mas eu estava determinado a encontrá-la. Eu caminhei por horas, perguntando para as pessoas se elas a tinham visto, mas ninguém parecia saber de nada. Eu estava começando a perder as esperanças quando, finalmente, eu a vi. Ela estava sentada em um bar, tomando uma cerveja e conversando com algumas pessoas. Eu me aproximei dela e ela me viu. Ela sorriu e fez um sinal para que eu me sentasse com eles. Eu me sentei ao lado dela e ela passou o braço ao meu redor, me puxando para perto dela.
"Eu não esperava te ver tão cedo", ela disse, com um sorriso provocante nos lábios.
"Eu não consegui esperar até amanhã para te ver novamente", eu respondi, beijando-a na bochecha. "Eu precisei te encontrar agora."
Ela riu e continuou a conversar com as pessoas ao nosso redor. Eu fiquei ali, ouvindo a conversa e aproveitando a companhia dela. Eu estava completamente apaixonado por ela e eu sabia que não havia nada que eu não fizesse para ficar com ela. Depois de um tempo, ela se virou para mim e disse: "Vamos embora daqui". Eu não precisei de mais nada para me levantar e acompanhá-la para fora do bar.
Ela começou a caminhar pelas ruas, sem rumo aparente. Eu a segui, sem saber para onde ela estava me levando. Depois de alguns minutos, ela parou em frente a um hotel e disse: "Vamos para lá". Eu não questionei, eu apenas a segui até o Reception e fiz o check-in. Nós fomos para o quarto e ela começou a me beijar freneticamente, enquanto eu tirava sua roupa. Nós caímos na cama, ainda beijando e acariciando um ao outro, e fizemos amor novamente. Dessa vez, porém, foi diferente. Foi mais lento, mais terno e mais apaixonado. Nós não estávamos mais apenas nos perdendo no momento, nós estávamos nos conectando de verdade. Depois que terminamos, ela deitou a cabeça em meu peito e nós ficamos ali, em silêncio, apenas aproveitando a presença um do outro.
"Eu não sei onde isso vai dar", ela disse finalmente. "Mas eu sei que eu não quero que acabe tão cedo."
"Eu também não", eu respondi, beijando seu cabelo. "Eu não sei o que o futuro nos reserva, mas eu sei que eu quero estar com você nele."