A única regra que ele me deu antes de a gente sair: você não decide nada esta noite
Ele falou baixo, sem drama, enquanto eu ainda estava me arrumando. Uma frase só. Passei o jantar inteiro lembrando dela — cada escolha que eu queria fazer e não fazia, cada vez que ia abrir a boca e ele me olhava.
Eu estava me arrumando para a nossa saída quando ele falou baixo, sem drama, enquanto eu ainda estava me vestindo. Uma frase só: "Esta noite, você não decide nada". Passei o jantar inteiro lembrando dela — cada escolha que eu queria fazer e não fazia, cada vez que ia abrir a boca e ele me olhava.
Ele era meu chefe, mas também meu amante. Seu nome era Rodrigo, e eu o conheci em uma festa de trabalho. Desde então, nosso relacionamento foi uma mistura de poder e submissão. Ele gostava de ter o controle, e eu gostava de lhe dar isso. Mas aquela noite era diferente.
Estávamos indo a um restaurante chique, onde eu não poderia tomar minhas próprias decisões. Tudo seria escolha dele — desde a comida até o vinho. E eu deveria aceitar tudo sem questionar. Era uma regra clara e simples, mas ela criou uma tensão entre nós que eu podia sentir enquanto nos arrumávamos para sair.
Ele vestiu seu terno preto, que caía perfeitamente em seus ombros largos. Eu o observei enquanto se penteava, admirando a forma como suas costas musculosas se moviam debaixo do tecido. Ele era um homem alto e forte, com uma presença dominante que me deixava nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Eu escolhi um vestido vermelho longo, com um decote profundo que mostrava meus seios fartos. Era um pedido seu — ele gostava de mostrar meu corpo aos outros, mesmo que eles não pudessem tocar nele. Me olhei no espelho e vi o brilho nos meus olhos, a cor em minhas bochechas. Estava excitada, ansiosa por sua ordem.
Mas quando chegamos ao restaurante, tudo mudou. Ele começou a fazer pedidos para nós dois, escolhendo pratos que eu nunca tinha provado antes. E enquanto isso, ele conversava com o garçom como se eu não estivesse lá. Era como se eu fosse uma convidada indesejada, e não sua companheira.
Eu senti um aperto no peito, uma sensação de rejeição que me surpreendeu. Não era assim que as coisas deveriam ser entre nós. Mas eu lembrei de suas palavras — "Esta noite, você não decide nada" — e continuei quieta, tentando engolir o gosto amargo da humilhação.
Depois do jantar, fomos para um clube exclusivo onde conheci alguns dos amigos de Rodrigo. Eles eram todos homens poderosos, como ele, e eu senti seus olhares em mim enquanto dançávamos juntos. Mas mesmo quando estávamos na pista de dança, ele continuou no comando. Ele decidia quais músicas ouviríamos, quando iríamos embora, até mesmo onde colocar minhas mãos.
E então, no meio da noite, algo mudou novamente. Ele me levou para um canto escuro do clube e começou a beijar meu pescoço, seu toque quente e insistente. Senti sua ereção através das nossas roupas, e soube que ele queria mais do que apenas exibir-me para seus amigos.
Ele levou minha mão até seu membro duro, me fazendo sentir seu tamanho através da calça. "Vamos embora", disse ele em meu ouvido. E dessa vez, eu não questionei sua ordem.
Quando chegamos ao apartamento dele, ele começou a me despir lentamente, como se estivesse desembrulhando um presente. Seus dedos acariciavam minha pele enquanto tiravam meu vestido, fazendo meus mamilos endurecerem e meu coração acelerar. Ele estava excitado, mas também havia algo mais em seu olhar — uma ternura que eu não via com frequência.
Ele me levou para a cama e começou a me beijar, seus lábios macios deslizando sobre os meus enquanto sua mãoright
Ele continuou beijando-me enquanto suas mãos exploravam meu corpo, acariciando cada curva como se estivesse descobrindo um novo território. Eu sentia sua ereção crescendo contra mim, e isso só me deixava ainda mais excitada. Ele parou por um momento para tirar a camisa e revelar seu torso musculoso. Eu não pude resistir ao desejo de passar as mãos por seus abdominales bem definidos.
Ele sorriu quando viu meu desejo evidente em meus olhos. "Você gosta do que vê?" perguntou ele, com uma voz rouca. Antes que eu pudesse responder, ele começou a descer pelo meu corpo, beijando e mordiscando minha pele até chegar à altura dos meus seios. Ele passou a língua ao redor de um mamilo, fazendo-me arquear as costas em resposta. "Você é gostosa demais", murmurou ele enquanto continuava sua exploração.
Mas eu não queria ser a única sem roupas. Queria sentir sua pele contra a minha, seu membro duro entre minhas pernas. Comecei a puxá-lo para cima, mas ele resistiu. "Eu ainda não terminei aqui", disse ele, com um sorrisinho malicioso. E continuou seu caminho até chegar à altura da minha boceta. Ele passou os dedos pela minha calcinha úmida, me fazendo gemer alto.
"Você quer que eu continue?" perguntou ele, com a voz cheia de desejo. Eu só pude assentir, ansiosa por mais do seu toque. Ele então começou a esfregar meu clitóris através da calcinha, enviando ondas de prazer pelo meu corpo. Eu estava quase implorando por mais quando ele finalmente tirou minha calcinha e passou a língua em meu sexo molhado.
Eu não aguentei muito tempo com aquela tortura deliciosa. Comecei a gemer cada vez mais alto enquanto ele me levava ao limite do orgasmo. Quando eu estava prestes a gozar, ele parou de repente. "Não tão rápido", disse ele, subindo até ficar novamente ao meu lado na cama. "Eu ainda não terminei com você."
Eu estava impaciente agora, querendo sentir seu membro dentro de mim. Mas ele tinha outras ideias. Ele pegou um pequeno frasco do criado-mudo e começou a esparramar óleo em suas mãos. "Vire-se de costas", ordenou ele. E quando eu obedeci, ele começou a massagear minhas costas com os dedos untados em óleo, fazendo círculos lentos que me deixaram relaxada e excitada ao mesmo tempo.
Ele continuou sua massagem por alguns minutos, até que chegou à altura das minhas nádegas. Ele passou as mãos sobre elas, acariciando-as suavemente antes de começar a pressionar mais forte, fazendo-me gemer alto. Eu estava ficando cada vez mais excitada, e minha boceta estava molhada novamente quando ele finalmente começou a esfregar meu clitóris com os dedos.
Eu não aguentei muito tempo dessa vez também. Comecei a sentir o prazer crescendo dentro de mim até que explode em um orgasmo intenso. Ele continuou me acariciando enquanto eu gozava, prolongando minha sensação de prazer até que eu estava completamente exausta e satisfeita.
Mas mesmo depois disso, ele ainda não tinha terminado comigo. Ele pegou outro preservativo e começou a se preparar para entrar em mim novamente. "Vamos fazer isso direito agora", disse ele, com um sorriso malicioso. E quando ele finalmente entrou em mim, eu soube que iria ter uma noite inesquecível.
Ele começou a se movimentar dentro de mim, lentamente no começo, como se estivesse querendo saborear cada momento. Eu podia sentir cada centímetro dele enquanto ele entrava e saía de mim, me fazendo gemer baixinho em seu ouvido. Ele continuou me beijando enquanto nos movimentávamos juntos, nossas línguas dançando uma com a outra.
Enquanto isso, suas mãos exploravam meu corpo, apertando meus seios, passando pelos meus quadris e segurando minha bunda. Eu podia sentir o óleo ainda em sua pele, me fazendo escorregar sob seus toques enquanto ele aumentava o ritmo de nossas estocadas.
Eu não aguentei muito tempo com aquela deliciosa tortura. Comecei a sentir meu corpo inteiro formigar, minhas pernas começaram a tremer e eu sabia que estava prestes a ter outro orgasmo avassalador. "Goze para mim", ele murmurou em meu ouvido enquanto continuava se movimentando dentro de mim. E como se suas palavras tivessem algum poder mágico sobre mim, comecei a gozar intensamente, minhas unhas cravadas em suas costas enquanto gritava seu nome.
Ele continuou se movimentando dentro de mim mesmo depois que meu orgasmo passou, prolongando minha sensação de prazer até que ele também chegou ao clímax. Ele grunhiu alto enquanto esvaziava-se dentro de mim, sua respiração quente em meu pescoço.
Finalmente, ele saiu de cima de mim e rolou para o lado, ambos exaustos depois da noite cheia de prazer. Mas enquanto eu estava ali deitada, ainda sentindo suas mãos em meu corpo e seu perfume em minha pele, percebi que apesar de ter sido uma noite incrível, eu não queria que ela terminasse ali.
"Quando podemos fazer isso de novo?" perguntei, sorrindo para ele. Ele riu baixinho e me abraçou forte, beijando meu ombro antes de responder: "Logo, muito em breve. Agora durma um pouco, você merece". E com esse pensamento reconfortante, eu adormeci em seus braços, sonhando com a próxima vez que estaríamos juntos.
Fim.
Acordamos tarde no dia seguinte, ainda envoltos nos lençóis e nos braços um do outro. O sol entrava pela janela, iluminando nossas peles suadas e brilhantes. Eu me aconcheguei ainda mais nele, aproveitando o calor do seu corpo enquanto ouvia sua respiração lenta e profunda.
Ele abriu os olhos e sorriu para mim, passando os dedos pelos meus cabelos bagunçados.
"Bom dia", disse ele, beijando minha testa.
"Bom dia", respondi, sorrindo de volta.
Nos olhamos em silêncio por alguns segundos, apenas aproveitando a companhia um do outro. Mas logo o estômago dele começou a roncar alto, fazendo-nos rir.
"Acho que alguém precisa tomar café da manhã", brinquei, passando a mão em sua barriga sarada.
"Sim, parece que sim", disse ele, sorrindo. "E você? Quer alguma coisa?"
"Na verdade, eu estava pensando em outra coisa", respondi, mordendo o lábio inferior de um jeito provocante.
Ele arqueou uma sobrancelha e me lançou um olhar questionador.
"E o que seria?" perguntou, aproximando-se mais de mim.
"Eu estava pensando que poderíamos repetir a noite passada", sussurrei em seu ouvido. "Mas desta vez, quem decide tudo sou eu."
Ele sorriu maliciosamente e passou a mão pelo meu corpo, parando entre minhas pernas.
"Eu achei que você não podia decidir nada esta noite", disse ele, com um tom brincalhão na voz.
"Isso foi ontem", respondi, lhe dando um beijo apaixonado. "Hoje é outro dia."
Ele riu baixinho e me abraçou forte, fazendo-me sentir segura em seus braços.
"Então está bem, hoje você decide tudo", disse ele, com um sorriso no rosto. "Mas lembre-se: depois do café da manhã, claro."
E assim, começamos mais uma manhã cheia de prazer e desejo, sabendo que teríamos muito tempo para aproveitar a companhia um do outro. E mesmo depois de todo esse tempo juntos, ainda havia muita coisa para descobrirmos sobre nós mesmos e sobre o que gostávamos de fazer quando estávamos sozinhos.