Trinta anos e a primeira vez que arranjou um espaço só para ela
Não era um apartamento novo, era um fim de semana que os planos iam cancelar. Todos foram, ela ficou. Quarenta e oito horas de silêncio, liberdade e o que ela sempre quis tentar.
Eu estava com trinta anos e nunca tinha tido um espaço só meu. Eu sempre dividia o quarto com minha irmã mais nova, e depois, quando saí de casa para estudar, fui morando em apartamentos compartilhados com amigas. Mas finalmente, depois de anos economizando e fazendo planos, consegui comprar um apartamentinho pequeno, mas todo meu. Eu mal podia acreditar que finalmente ia ter meu próprio canto, onde poderia fazer o que quisesse sem precisar me preocupar com ninguém.
Mas as coisas não saíram como eu planejava. Assim que fui morar no meu novo apartamentinho, fui bombardeada de trabalho. Tinha projetos para fazer, reuniões para ir e, pior ainda, todos os meus amigos e familiares marcaram visitas para ver minha nova casa. Eu mal tinha tempo para colocar as coisas no lugar e organizar os móveis. E quando finalmente consegui uma folga no trabalho, tive que ir passar o fim de semana na casa dos meus pais para ajudar com uma festa de aniversário da minha irmã mais nova. Eu estava exausta e frustrada por não ter ainda aproveitado meu novo espaço como eu queria.
Mas então, no meio da semana, recebi uma mensagem do meu melhor amigo, Paulo. Ele estava planejando uma viagem com alguns amigos para um sítio no interior, mas tinha acontecido um imprevisto e eles não iam poder ir. Ele me perguntou se eu gostaria de ir no lugar deles, já que eu estava com tanto estresse e precisava de uma folga. Eu hesitei por um momento, mas então percebi que era a chance perfeita para finalmente ter o fim de semana que eu sempre sonhei: sozinha, no meu novo apartamentinho, sem ninguém para me atrapalhar.
Quando cheguei em casa depois do trabalho na sexta-feira, fui direto para o quarto, tirei minha roupa e me joguei na cama, suspirando de alívio. Finalmente, eu tinha o meu próprio espaço, onde eu podia fazer o que quisesse. Eu passei o fim de semana inteiro aproveitando cada segundo. Fiquei deitada na cama lendo livros que eu tinha guardado há anos, assisti filmes e séries que sempre quis ver, e até mesmo fiz uma faxina completa no apartamento, organizando tudo do jeito que eu queria.
Mas havia outra coisa que eu queria muito experimentar, algo que eu sempre quis fazer, mas nunca tive a chance. Eu queria explorar meu próprio corpo, conhecer meus próprios desejos e prazeres, sem ter que me preocupar com ninguém me ouvindo ou me vendo. E então, no sábado à tarde, enquanto estava deitada na cama lendo, eu decidi que era a hora. Eu fechei os olhos e comecei a acariciar meu corpo, explorando cada curva e cada canto, sentindo cada sensação.
Eu comecei devagar, apenas acariciando meus seios e sentindo a textura da minha pele. Mas então, fui aumentando a intensidade, acariciando mais firme e sentindo meu corpo arrepiar. Eu comecei a sentir uma sensação quente e gostosa se espalhando pelo meu corpo, e então, eu comecei a sentir uma necessidade cada vez maior de explorar ainda mais. Eu comecei a acariciar minha barriga, meus quadris e então, fui descendo ainda mais, até alcançar meu sexo.
Eu nunca tinha me tocado antes, e foi uma sensação incrível. Eu comecei a explorar cada dobra e cada canto, sentindo cada sensação nova e gostosa.
Eu continuei a explorar meu corpo, sentindo cada vez mais prazer. Meus movimentos se tornaram mais rápidos e mais intensos, e eu podia sentir meu coração batendo cada vez mais rápido. Eu estava tão envolvida no momento, que não percebi quando meu celular começou a tocar. Eu só percebi quando ele parou de tocar e começou a tocar novamente alguns minutos depois. Eu hesitei por um momento, mas então decidi ignorar, não querendo sair do momento que eu estava vivendo. Mas então, ele começou a tocar novamente, e eu percebi que era Paulo. Eu atendi, respirando fundo para tentar parecer mais calma do que realmente estava.
"Oi, Paulo. O que foi?" eu perguntei, tentando disfarçar a respiração ofegante.
"Oi, Sarah. Eu só queria saber se você estava bem. Você não respondeu minhas últimas mensagens e eu estava preocupado com você" ele disse, com uma voz preocupada.
"Ah, desculpa, Paulo. Eu só estava...
"Não se preocupe, Paulo. Estou bem, só estava muito ocupada com algumas coisas aqui em casa" eu disse, tentando parecer o mais natural possível. "Entendi. Bem, eu só liguei para saber se você queria sair para jantar hoje à noite. Eu Reservei uma mesa no seu restaurante favorito" ele disse, com um tom esperançoso. Eu hesitei por um momento, ainda meio envolvida com o que estava acontecendo antes da ligação, mas então pensei melhor. "Claro, Paulo. Eu adoraria sair para jantar com você hoje à noite" eu disse, com um sorriso no rosto. "Ótimo. Eu passo para te buscar às oito. Até mais tarde" ele disse, antes de desligar.
Eu suspirei fundo, ainda sentindo meu corpo todo arrepiado e com uma sensação gostosa. Eu olhei para o meu corpo nu, ainda todo excitado, e então, decidi tomar um banho para me acalmar um pouco antes do jantar. Enquanto estava debaixo do chuveiro, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido momentos antes. Eu nunca tinha me tocado antes, e foi uma sensação incrível. Eu nunca tinha me sentido tão livre e tão conectada com meu próprio corpo. Saí do banho me sentindo revigorada e cheia de energia. Decidi me arrumar com todo o cuidado para a noite, escolhendo um vestido vermelho que realçava minha silhueta e um par de saltos altos que me deixavam ainda mais sexy.
Quando Paulo chegou para me buscar, eu estava pronta e ansiosa para a noite que tínhamos pela frente. Ele me olhou de cima a baixo, com um olhar de aprovação. "Você está linda, Sarah" ele disse, com um sorriso no rosto. "Obrigado, Paulo. Você também está muito elegante" eu disse, sorrindo de volta. Entramos no carro e seguimos para o restaurante, conversando sobre o que tínhamos feito durante o dia. Quando chegamos ao restaurante, fomos recebidos pelo maitre e levados até a mesa que Paulo tinha reservado. O restaurante estava lotado e tinha um clima aconchegante e romântico.
Enquanto esperávamos pela nossa comida, nós conversávamos sobre vários assuntos, rindo e nos divertindo muito. Quando a comida chegou, nós começamos a comer, ainda conversando e aproveitando a noite. Mas então, enquanto eu estava levando um pedaço de comida à boca, eu me lembrei do que tinha acontecido mais cedo e comecei a sentir uma onda de desejo me invadir novamente. Eu olhei para Paulo e percebi que ele também estava me olhando, com um olhar de desejo no rosto. Eu sorri para ele e então, comecei a levar o pedaço de comida à boca, de uma maneira mais lenta e sensual. Paulo ficou me olhando, hipnotizado pelo meu movimento, e então, começou a fazer o mesmo, levando um pedaço de comida à boca de uma maneira sensual.
A noite passou rápido demais e quando percebemos, já era hora de irmos embora. Quando saímos do restaurante, eu me virei para Paulo e disse: "Quer ir para a minha casa? Ainda não acabou o meu fim de semana só para mim e eu adoraria ter você como companhia". Paulo sorriu para mim e disse: "Eu adoraria. Vamos para a sua casa". Quando chegamos ao meu apartamento, eu convidei Paulo para entrarmos e então, começamos a nos beijar loucamente, como se não houvesse amanhã. Eu comecei a acariciar seu corpo, sentindo cada músculo definido, enquanto Paulo fazia o mesmo comigo, explorando cada curva do meu corpo. Nós fomos para o quarto e começamos a fazer amor, com uma paixão e uma intensidade que eu nunca tinha experimentado antes. Foi uma noite incrível, que eu nunca esquecerei.
Depois de horas de paixão e desejo, Paulo e eu finalmente caímos exaustos na cama, com nossos corpos suados e entrelaçados. Eu sorri para ele e disse: "Isso foi incrível". Paulo sorriu de volta e disse: "Sim, foi mesmo. Você é incrível, Sarah". Nós ficamos ali, deitados em silêncio por alguns minutos, apenas aproveitando a companhia um do outro. Mas então, eu comecei a sentir uma sensação estranha no estômago. Eu me sentei na cama e disse para Paulo: "Desculpe, preciso ir ao banheiro". Paulo sorriu para mim e disse: "Tudo bem, não precisa se desculpar. Eu espero você aqui". Eu me levantei e fui até o banheiro, fechando a porta atrás de mim. Quando eu olhei no espelho, eu percebi que tinha uma marca vermelha no meu pescoço, onde Paulo tinha me beijado com força durante o sexo. Eu sorri para mim mesma, lembrando da paixão que tínhamos compartilhado. Mas então, eu comecei a me sentir um pouco enjoada. Eu abri a torneira e joguei um pouco de água no meu rosto, tentando me sentir melhor. Mas então, eu comecei a sentir uma onda de náusea me invadir e eu corri para o vaso sanitário, onde comecei a vomitar violentamente. Depois de alguns minutos, eu finalmente consegui me levantar e limpar meu rosto. Eu me senti fraca e cansada, mas também um pouco melhor. Eu saí do banheiro e voltei para o quarto, onde Paulo ainda estava deitado na cama, me esperando. "Tudo bem?" ele perguntou, preocupado. "Sim, tudo bem" eu disse, sorrindo para ele. "Acho que só preciso descansar um pouco". Paulo sorriu para mim e disse: "Venha cá, então. Deixe-me abraçá-la e cuidar de você". Eu me deitei ao lado dele e deixei que ele me abraçasse, sentindo-me segura e protegida em seus braços. Logo, eu estava dormindo profundamente, com um sorriso no rosto e o coração cheio de felicidade.