A gente sempre perdia o mesmo cliente — até parar de se importar com o cliente

Três anos no mesmo setor, perdendo as mesmas contas, escrevendo os mesmos pós-mortems. Num dia qualquer depois de mais uma derrota, ela fechou a porta da sala de reunião e não era para falar de estratégia.

Eu trabalhava no mesmo setor há três anos. A rotina era sempre a mesma: perder as mesmas contas, escrever os mesmos pós-mortems, enfrentar a mesma tensão todos os dias. Até que numa tarde qualquer, depois de mais uma derrota, eu tomei uma decisão impulsiva.

Fechei a porta da sala de reunião e me sentei ao lado de Marcelo, meu colega mais próximo. Ele me olhou surpreso, mas não disse nada. Eu sabia que estava arriscando tudo, mas não aguentava mais a tensão acumulada entre nós.

Marcelo era o tipo de homem que qualquer mulher desejaria ter ao seu lado. Alto, loiro, olhos azuis penetrantes e um corpo definido que ficava ainda mais atraente com o terno que usava todos os dias. Ele era meu colega, meu amigo, meu crush secreto há anos.

Eu sempre fui uma mulher discreta, nunca deixei transparecer meu interesse por ele. Mas naquela tarde, depois de mais uma derrota, eu não aguentava mais esconder meus sentimentos. Eu precisava agir.

Comecei a conversar com ele sobre trabalho, como sempre fazíamos. Mas dessa vez, eu estava mais próxima dele do que o normal. Eu podia sentir seu cheiro, seu perfume misturado com o cheiro do seu perfume. Eu podia sentir sua respiração, seu hálito quente no meu rosto. Eu podia sentir seu corpo, sua coxa roçando na minha.

Ele percebeu minha mudança de comportamento e começou a me fitar de um jeito diferente. Seus olhos azuis pareciam estar me atravessando, me penetrando fundo. Eu sentia meu coração batendo cada vez mais rápido, minha respiração ficando cada vez mais ofegante. Eu sabia que estava indo longe demais, mas não conseguia me controlar.

Ele começou a colocar a mão na minha coxa, de um jeito discreto, como se fosse um acidente. Mas eu sabia que não era. Eu sentia sua mão quente, sua pele macia na minha pele. Eu sentia meu corpo arrepiando, minha pele formigando. Eu sentia meu desejo crescendo cada vez mais.

Eu não aguentei mais. Eu me aproximei dele e comecei a beijá-lo. Ele ficou surpreso, mas não recuou. Ele me beijou de volta, com paixão, com desejo. Eu sentia sua língua dançando na minha boca, seu hálito quente misturado com o meu. Eu sentia seu corpo pressionado contra o meu, seu membro duro pressionando minha virilha.

Eu não conseguia mais parar. Eu comecei a desabotoar sua camisa, revelando seu corpo definido. Eu podia ver seus músculos definidos, sua pele bronzeada. Eu comecei a beijar seu peito, sua barriga, enquanto minhas mãos exploravam seu corpo.

Ele começou a gemer baixinho, enquanto eu descia cada vez mais.

Eu li com atenção o texto que você compartilhou e entendi que desejo que eu continue a narrativa a partir do ponto em que o personagem feminino começou a beijar o peito e a barriga de Marcelo, enquanto explorava seu corpo com as mãos. Vou então prosseguir com a história a partir desse ponto:

Eu comecei a beijar seu membro, sentindo sua textura macia e dura ao mesmo tempo. Marcelo gemeu mais alto enquanto eu passava a língua em toda a sua extensão, sentindo o gosto salgado de sua pele. Ele passou a mão em meus cabelos, me incentivando a continuar. Comecei a sugá-lo, sentindo-o crescer ainda mais em minha boca. Ele começou a se movimentar, acompanhando o ritmo de meu boquete. Eu estava gostando demais, estava gostando demais do controle que eu tinha sobre ele. Eu sabia que podia fazer com que ele perdesse o controle a qualquer momento.

Marcelo começou a gemer cada vez mais alto, seu corpo inteiro tensionado. Eu podia sentir sua respiração ofegante enquanto eu continuava a sugá-lo. Eu sabia que ele estava perto do limite, então decidi aumentar ainda mais o ritmo. Ele começou a gemer cada vez mais alto, até que finalmente eu senti seu corpo inteiro tremer enquanto ele atingia o orgasmo. Eu continuei a sugá-lo até que ele acabou completamente, sentindo seu membro amolecer em minha boca.

Quando eu me levantei, ele me puxou para um beijo apaixonado, saboreando seu próprio gosto em minha boca. Quando nos separamos, ele me olhava com um desejo ainda maior do que antes.

"Agora é a sua vez", ele disse, com um sorriso safado no rosto.

Eu sorri de volta enquanto ele começava a desabotoar minha blusa, revelando meu sutiã de renda preta. Ele passou as mãos em meus seios, sentindo seu peso e sua maciez. Começou a beijar meu pescoço, minha clavícula, enquanto suas mãos exploravam meu corpo. Eu sentia minha pele formigando, minha respiração ficando cada vez mais ofegante enquanto ele me tocava.

Ele me deitou na mesa de reunião, onde tínhamos acabado de perder mais um cliente. Mas agora, não estávamos preocupados com trabalho algum. Estávamos preocupados apenas com o desejo que sentíamos um pelo outro.

Ele começou a beijar meu corpo inteiro, descendo cada vez mais. Quando chegou em minha virilha, ele começou a passar a língua em minha calcinha, sentindo meu calor e minha umidade através do tecido. Eu comecei a gemer, sentindo meu desejo crescer cada vez mais. Ele começou a mexer em minha calcinha, tirando-a lentamente enquanto eu me contorcia de desejo.

Finalmente, ele passou a língua em minha boceta, sentindo meu gosto salgado. Começou a mover a língua para dentro e para fora, me fazendo gemer cada vez mais alto. Eu podia sentir meu corpo inteiro tensionando, minha respiração ficando cada vez mais ofegante enquanto ele me levava ao limite do orgasmo. Quando finalmente atingi o orgasmo, ele continuou a me lamber até que eu não aguentasse mais. Eu estava completamente exausta, mas satisfeita.

Enquanto nos vestíamos, eu olhei para Marcelo e sorri. "Acho que finalmente aprendemos a não nos importar tanto com os clientes", eu disse, brincando.

Ele riu de volta. "Sim, acho que finalmente aprendemos a nos importar mais conosco mesmos", ele respondeu, me dando um beijo apaixonado antes de sairmos da sala de reunião, deixando para trás não só mais um cliente perdido, mas também uma nova história para contar.

Enquanto caminhávamos pelo corredor, de mãos dadas, não pudemos evitar os olhares surpresos dos colegas de trabalho. Sabíamos que eles provavelmente estavam se perguntando o que tinha acontecido na sala de reunião, mas não nos importávamos mais. Tínhamos aprendido a lição de que não deveríamos nos preocupar tanto com os clientes, mas sim com nossas próprias necessidades e desejos.

Quando chegamos à minha mesa, percebi que tinha deixado meu celular lá. Pedi a Marcelo que me esperasse enquanto eu ia buscá-lo. Quando me inclinei para pegá-lo, percebi que meu chefe estava parado ali, com uma expressão séria no rosto.

"Posso falar com você por um momento?" ele perguntou.

Eu me endireitei, surpresa com o pedido. "Claro, o que você precisa?" eu perguntei, tentando disfarçar meu nervosismo.

"Eu sei o que aconteceu na sala de reunião hoje", ele disse, baixando a voz para um tom conspiratório. "E eu acho que isso pode ser muito útil para nós."

Eu arqueei as sobrancelhas, surpresa com suas palavras. "O que você quer dizer?" eu perguntei, confusa.

"Eu tenho um plano para aumentar nossas vendas e fazer com que nossos clientes não parem de voltar", ele disse, com um sorriso malicioso no rosto. "E eu acho que você e Marcelo podem ser a chave para isso."

Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Meu chefe estava sugerindo que nós dois usássemos nossas habilidades eróticas para atrair mais clientes para a empresa? Isso era loucura!

"Eu não sei se isso é uma boa ideia", eu disse, hesitando. "Quero dizer, eu não acho que seja ético usar sexo para atrair clientes."

"Não é isso que eu estou sugerindo", ele disse, com um aceno de mão. "Eu só acho que vocês dois têm uma química incrível, e que isso pode ser usado para criar uma experiência única para nossos clientes. Algo que eles nunca vão esquecer."

Eu olhei para Marcelo, que estava nos observando com uma expressão curiosa. Ele deu de ombros, como se dizendo que estava aberto a qualquer ideia que pudesse nos ajudar a manter nosso trabalho.

"Eu não sei", eu disse, ainda hesitante. "Eu preciso pensar sobre isso."

"Claro, pense sobre isso", meu chefe disse, sorrindo. "Mas lembre-se, o tempo é dinheiro, e quanto mais cedo começarmos, mais cedo poderemos ver os resultados."

Enquanto caminhávamos de volta para a sala de Marcelo, não pude deixar de me sentir confusa com a proposta do meu chefe. Eu não sabia se era certo ou não usar nossas habilidades sexuais para atrair mais clientes, mas uma coisa era certa: eu não queria perder meu emprego por causa disso.

"O que você acha sobre o que o chefe disse?" eu perguntei a Marcelo, enquanto entrávamos em sua sala.

Ele suspirou e se deixou cair em sua cadeira. "Eu não sei", ele disse. "Eu acho que podemos pelo menos considerar a ideia, certo? Afinal, nós dois sabemos o quão bom podemos ser quando trabalhamos juntos."

Eu sorri, lembrando-me da cena na sala de reunião. "Sim, nós podemos ser muito bons", eu concordei. "Mas eu ainda não sei se isso é uma boa ideia. Quero dizer, isso pode nos colocar em uma situação muito desconfortável."

"Eu entendo", ele disse, assentindo. "Mas eu acho que devemos pelo menos discutir a ideia com mais calma. Afinal, não temos nada a perder, certo?"

Eu suspirei, sabendo que ele estava certo. Não tínhamos nada a perder, exceto talvez nossa dignidade. Mas nós já tínhamos perdido muito por causa dos clientes, então o que mais tínhamos a perder?

"Tudo bem", eu disse, decidindo me render à ideia. "Vamos discutir isso mais tarde, em um lugar mais privado."

Ele sorriu, aprovando minha ideia. "Isso soa como um plano", ele disse, levantando-se da cadeira. "Vamos embora daqui e continuar essa conversa em casa."

Enquanto saíamos do escritório, não pude deixar de me sentir ansiosa sobre o que estava por vir. Mas, ao mesmo tempo, eu também me sentia excitada pela possibilidade de explorar ainda mais essa química entre nós dois. Afinal, quem sabe onde isso tudo pode nos levar?