A mentoria que começou no café e acabou depois que o bar fechou

Ela pediu orientação de carreira, ele aceitou por educação. Cinco encontros depois, nenhum dos dois estava mais falando sobre carreira.

Eu me chamo Carlos, sou um homem de trinta e poucos anos, trabalhando como consultor de carreira em uma grande empresa de Recursos Humanos. Minha vida profissional é bem-sucedida, mas minha vida pessoal deixou um pouco a desejar. Até que conheci ela.

Um dia, no fim de uma tarde agitada, eu estava tomando café no meu café preferido, perto do trabalho, quando uma jovem atraente se aproximou de mim. Ela tinha um sorriso encantador e um olhar decidido. Perguntou se eu poderia ajudá-la com sua carreira, já que eu trabalhava com isso. Apesar de estar meio ocupado, aceitei encontrá-la algumas vezes para uma mentoria informal.

Ela se chamava Maria, tinha vinte e poucos anos, era inteligente e ambiciosa. Ela queria saber tudo sobre o mercado de trabalho, como se destacar em uma entrevista, como negociar um salário melhor. Eu ficava impressionado com sua determinação e sua vontade de aprender. E, embora eu tentasse manter a mentoria no campo profissional, eu não podia negar que havia uma química entre nós.

Nosso primeiro encontro foi em um café perto do meu escritório. Ela chegou pontual, com um vestido azul que combinava com seus olhos. Conversamos sobre o mercado de trabalho, mas eu não conseguia me concentrar completamente, distraído pelo seu perfume suave e pela maneira como ela mordia o lábio inferior quando estava concentrada.

Nosso segundo encontro foi em um parque perto do seu apartamento. Ela queria saber sobre networking e eu achei que um passeio pelo parque poderia ser uma boa maneira de praticar. Mas enquanto caminhávamos, eu não podia deixar de notar como o sol fazia seu cabelo brilhar e como ela ria facilmente com minhas piadas ruins. Eu estava começando a me perguntar se essa mentoria estava sendo uma má ideia.

Nosso terceiro encontro foi em uma biblioteca pública. Ela queria saber mais sobre liderança e eu achei que seria um bom lugar para encontrar alguns livros sobre o assunto. Mas enquanto estávamos ali, cercados por estantes cheias de livros, eu não podia deixar de me aproximar dela, sentindo seu cheiro, ouvindo sua risada. Quando ela saiu para ir ao banheiro, eu percebi que estava com uma ereção incômoda.

Nosso quarto encontro foi no meu escritório. Ela queria saber sobre como lidar com conflitos no trabalho e eu achei que seria mais fácil mostrar do que apenas dizer. Mas enquanto estávamos lá, sentados perto um do outro, eu não podia deixar de notar como seu perfume estava me deixando louco. Quando ela se aproximou para ver algo no meu computador, eu não pude resistir. Eu a beijei.

Ela ficou surpresa, mas não se afastou. Na verdade, ela correspondeu ao beijo, colocando suas mãos em meu cabelo. Eu a puxei para mais perto, sentindo seu corpo contra o meu. Ela estava gostando, eu podia sentir. Mas então ela parou, se afastando.

"Eu não deveria ter feito isso", ela disse, parecendo envergonhada. "Eu sinto muito."

Eu suspirei, passando a mão no cabelo. "Eu sinto muito também. Eu não sei o que me passou pela cabeça."

Ela sorriu, um pouco triste. "Eu acho que nós sabemos o que passou pela sua cabeça. E pela minha também."

Nós nos olhamos por um longo momento, em silêncio. Então ela saiu do meu escritório, me deixando sozinho com meus pensamentos.

Nosso quinto e último encontro foi em um bar perto do meu apartamento. Ela queria saber sobre como lidar com estresse no trabalho e eu achei que um drinque depois do trabalho seria uma boa maneira de demonstrar. Mas enquanto estávamos lá, eu não podia deixar de notar como ela estava linda, com um vestido vermelho que abraçava seu corpo. E quando o bar começou a ficar vazio, eu não pude mais resistir.

Eu me aproximei dela, colocando minha mão em sua cintura. Ela olhou para mim, surpresa, mas não se afastou. Eu a beijei novamente, dessa vez com mais paixão, mais necessidade. Ela correspondeu, colocando suas mãos em meu cabelo novamente.

Eu comecei a beijar seu pescoço, sentindo sua pele macia. Ela gemeu baixinho, me fazendo querer mais. Eu a puxei para mais perto, sentindo seu corpo contra o meu novamente. Ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu comecei a beijar seus ombros, sentindo sua pele macia e quente. Ela começou a respirar mais rápido, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu comecei a beijar seu pescoço novamente, sentindo sua pele macia e quente. Ela começou a respirar mais rápido, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu a peguei no colo e a levei para o meu apartamento, que ficava bem em frente ao bar. Ela não disse nada, apenas passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou novamente.

No meu apartamento, eu a coloquei na cama e comecei a beijar seu corpo inteiro, sentindo sua pele macia e quente. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu comecei a beijar seus seios, sentindo seus mamilos endurecerem. Ela começou a se contorcer debaixo de mim, me fazendo querê-la ainda mais. Eu comecei a beijar sua barriga, descendo cada vez mais até que eu estava entre suas pernas, sentindo seu cheiro doce e excitante. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu comecei a beijar sua boceta, sentindo seu gosto doce e excitante. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu continuei a beijar sua boceta até que ela começou a se contorcer debaixo de mim, gritando meu nome. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Então eu subi em cima dela, sentindo seu corpo contra o meu novamente. Ela passou suas pernas em volta da minha cintura, me fazendo querê-la ainda mais. Eu comecei a penetrá-la, sentindo sua boceta quente e apertada. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu comecei a me mexer dentro dela, sentindo seu corpo se contraindo em volta do meu pau. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Eu continuei a me mexer dentro dela até que eu não pude mais aguentar. Eu gozei dentro dela, sentindo seu corpo se contrair em volta do meu pau. Ela começou a gemer mais alto, mais fundo. Eu sabia que ela estava gostando, eu podia sentir. E eu também.

Depois disso, nós ficamos ali deitados por um longo tempo, em silêncio. Eu não sabia o que dizer, então eu não disse nada. Ela também não disse nada, apenas passou os braços em volta do meu pescoço e ficou ali.

No final, ela se levantou e começou a se vestir. Eu não disse nada, apenas a observei enquanto ela saía do meu apartamento.

Eu não sei o que vai acontecer agora. Talvez ela não queira mais nenhuma mentoria, talvez ela não queira mais me ver. Eu não sei. Mas eu sei que eu nunca esquecerei o que aconteceu entre nós naquela noite. E eu espero que ela também não esqueça.

A porta se fechou atrás dela e eu fiquei ali sentado no escuro, apenas com a luz do luar entrando pela janela. Eu ainda podia sentir seu cheiro em mim, seu gosto em meus lábios. Eu não sabia o que fazer agora. Eu não tinha como saber o que ela estava sentindo, o que ela estava pensando. Eu só sabia que eu queria ela de novo. Eu queria senti-la de novo, beijá-la de novo, fazer amor com ela de novo. Mas eu não sabia se ela queria o mesmo. Eu não sabia se ela estava apenas usando-me para se divertir, para esquecer sua dor, ou se ela realmente sentia algo por mim. Eu não sabia nada e isso me deixava louco.

Eu não consegui dormir aquela noite. Eu só fiquei ali deitado, olhando para o teto, pensando nela. No dia seguinte, eu fui para o trabalho como de costume. Quando eu cheguei, ela já estava lá, sentada em sua mesa, como se nada tivesse acontecido. Ela não olhou para mim, nem mesmo disse olá. Eu não sabia o que fazer, então eu apenas fui para minha mesa e comecei a trabalhar. Mas eu não conseguia me concentrar em nada. Tudo o que eu podia fazer era pensar nela, no que tínhamos feito, no que ela estava sentindo.

Finalmente, eu não aguentei mais. Eu me levantei e fui até sua mesa. Ela olhou para mim, surpresa.

"Posso falar com você?" eu perguntei, tentando manter a voz calma.

"Claro," ela disse, ainda sem me olhar nos olhos.

Eu a levei até uma sala de reuniões vazia e fechei a porta atrás de nós.

"Eu não sei o que fazer agora," eu disse, finalmente admitindo o que eu estava sentindo. "Eu não sei o que você quer, o que você sente por mim. Eu não sei se você quer que isso aconteça de novo ou se você quer apenas esquecer o que aconteceu."

Ela ficou em silêncio por um momento, apenas me olhando. Então ela suspirou e começou a falar.

"Eu não sei o que eu quero também," ela admitiu. "Eu não sei o que isso significa, o que isso quer dizer para nós. Eu não sei se eu posso fazer isso de novo, se eu posso lidar com isso. Eu não sei nada, além do fato de que eu te desejo. Eu te desejo muito."

Eu senti um alívio imenso ao ouvir isso. Pelo menos eu não estava sozinho nisso. Pelo menos ela ainda me queria.

"Então o que fazemos agora?" eu perguntei, ainda não sabendo onde isso ia nos levar.

Ela ficou em silêncio por um momento, então ela sorriu e disse: "Eu não sei. Mas eu sei que eu não quero parar. Eu não quero esquecer o que aconteceu entre nós. Eu quero que isso continue. Eu quero você."