O entregador bateu na porta errada

O endereço estava errado em uma letra. Ele entrou no hall certo, bateu na porta errada. Ela atendeu com o cabelo molhado, percebeu o engano na terceira frase — mas não foi ela quem abreviou a conversa.

Eu sou o Pedro, entregador de uma das maiores empresas de entregas da cidade. Meu trabalho é simples: pego a mercadoria no dépôt e a levo até o destinatário. Mas hoje, as coisas não estavam indo como de costume.

Eu tinha o endereço anotado em meu bloquinho de notas, como sempre fazia. Mas quando cheguei ao prédio certo, percebi que o número da porta não batia com o que estava no papel. Achei estranho, mas não dei importância. Bati na porta e uma mulher atendeu, com o cabelo ainda molhado.

— Oi, eu tenho uma entrega para o apartamento 302 — falei, mostrando o comprovante.

Ela me olhou de cima a baixo, com uma expressão de surpresa.

— Acho que você está na porta errada — disse ela, ainda segurando a porta. — Eu moro no 301.

Eu olhei para o papel novamente, e percebi que ela estava certa. A letra "e" do três estava escrita de forma meio torta, parecendo um "l". Puta merda, pensei, como eu não percebi isso antes?

— Desculpa, eu não percebi que o endereço estava errado — falei, me sentindo meio idiota. — Eu só preciso entregar essa encomenda e sair.

Ela me olhou por alguns segundos, e então abriu a porta completamente.

— Tudo bem, pode entrar — disse ela, com um sorriso malicioso.

Eu entrei no apartamento, ainda meio sem graça pela minha confusão. Mas enquanto ela fechava a porta atrás de mim, eu percebi que o lugar estava diferente do que eu imaginava. Era muito mais aconchegante e convidativo do que o típico apartamento de solteiro que eu entregava.

— Senta aí — disse ela, apontando para o sofá. — Eu vou pegar um copo d'água para você, deve estar com sede depois de tanto subir e descer.

Eu me sentei no sofá, ainda meio sem jeito. Mas enquanto ela estava na cozinha, eu percebi que o lugar estava cheio de detalhes femininos. Havia plantas em vasos, livros de romance em uma estante, e até um jogo de xadrez em uma mesa de centro. Puta merda, pensei, eu não deveria estar aqui.

Ela voltou com o copo d'água e se sentou ao meu lado no sofá. Eu percebi que ela estava usando uma blusa justa que deixava pouco para a imaginação, e uma saia curta que mostrava suas pernas bronzeadas. Puta merda, pensei novamente, eu preciso sair daqui o mais rápido possível.

— Então, o que você tem aí? — perguntou ela, apontando para a caixa que eu estava segurando.

— É uma encomenda para o apartamento 302 — falei, mostrando o comprovante novamente. — Mas como você viu, eu estava na porta errada.

Ela deu uma risada e se aproximou de mim.

— Não tem problema — disse ela, com uma voz suave. — Eu posso ficar com a encomenda, se você quiser.

Eu olhei para ela, surpreso. Ela estava mesmo sugerindo o que eu estava pensando?

— Eu não sei, eu tenho que fazer a entrega — falei, meio hesitante.

Ela se aproximou ainda mais, até que seus lábios estavam a poucos centímetros dos meus.

— Eu posso fazer você esquecer a entrega — disse ela, com uma voz provocante.

Eu senti meu coração começar a bater mais rápido. Puta merda, eu não deveria estar fazendo isso. Mas eu não consegui resistir. Eu me inclinei para frente e a beijei, sentindo seus lábios macios e quentes contra os meus.

Ela correspondeu ao beijo com entusiasmo, passando as mãos em meu cabelo e puxando-me para mais perto. Eu percebi que estava ficando excitado, e não consegui mais pensar em nada além da mulher à minha frente.

Ela começou a explorar meu corpo com suas mãos, passando pelos músculos do meu peito e do meu abdome, até chegar à minha calça. Ela começou a abrir o botão e eu sentei meio sem jeito enquanto ela tirava minha calça e minha cueca, deixando meu pau duro à mostra.

Ela sorriu e começou a passar a língua pelo meu pau, fazendo-me gemer de prazer. Eu me reclinei no sofá e deixei que ela continuasse, sentindo o prazer crescer dentro de mim.

Depois de alguns minutos, ela parou e começou a se despir, revelando um corpo lindo e curvilíneo. Ela ficou apenas de calcinha e sutiã, e eu não aguentei mais. Eu a puxei para mim e a beijei novamente, sentindo seu corpo quente contra o meu.

Eu comecei a explorar seu corpo também, passando as mãos em seus seios e em sua bunda, até chegar à sua calcinha. Eu comecei a deslizar meus dedos para dentro dela, sentindo sua umidade e fazendo-a gemer de prazer.

Ela se reclinou no sofá e eu tirei sua calcinha, revelando sua buceta lisinha e molhada. Eu não aguentei mais e comecei a chupá-la, fazendo-a gemer ainda mais alto. Ela começou a se contorcer de prazer, e eu continuei até que ela não aguentou mais e teve um orgasmo delicioso.

Mas eu ainda não tinha terminado com ela. Eu a levantei do sofá e a coloquei de quatro no chão, então comecei a colocar meu pau duro dentro dela, fazendo-a gemer novamente. Comecei a estocá-la com força, fazendo seus seios balançarem e sua buceta se contrair em torno do meu pau.

Ela começou a me pedir para ir mais fundo e mais rápido, então eu obedeci, estocando-a com tudo. Eu sentia meu pau ficando cada vez mais duro e ela cada vez mais molhada, até que eu não aguentei mais e tive um orgasmo delicioso dentro dela.

Ficamos ali por alguns minutos, ofegantes e suados. Eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Eu tinha conhecido uma mulher incrível e tivemos um sexo incrível, tudo porque eu tinha batido na porta errada.

Mas enquanto eu estava ali, deitado no chão com ela nos meus braços, eu percebi que não tinha sido uma porta errada. Tinha sido o caminho certo para um encontro incrível. E eu não iria me arrepender disso nunca.

Depois de alguns minutos de silêncio, ela se virou para mim e sorriu. "Isso foi incrível", ela disse. Eu sorri de volta e a beijei novamente. "Sim, foi mesmo", respondi. Ela começou a se vestir enquanto eu fazia o mesmo. "Sabe, eu nunca fiz algo assim antes", ela disse enquanto abotoava sua blusa. "Eu não costumo transar com estranhos", ela continuou com um sorriso malicioso. "Bem, eu acho que não somos mais estranhos agora", respondi, rindo. Ela riu também e concordou. "É verdade. Acho que não somos mais estranhos", ela disse. Ela começou a caminhar em direção à porta, mas parou e se virou para mim. "Escuta, eu não sei se você tem planos para hoje à noite, mas eu adoraria te ver de novo", ela disse. Eu sorri e concordei. "Eu adoraria também", respondi. Ela sorriu e escreveu seu número de telefone em um pedaço de papel que pegou da mesa. "Me liga", ela disse enquanto saía do apartamento. Eu fiquei ali por alguns minutos, olhando para o pedaço de papel em minha mão. Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Eu tinha conhecido uma mulher incrível e transado com ela de um jeito incrível. E agora, eu tinha a chance de vê-la novamente. Eu sorri e guardei o papel no meu bolso. Eu não via a hora de ligar para ela.

Eu olhei para o papel com o número dela e decidi não esperar muito tempo para ligar. Passei o resto do dia ocupado com algumas tarefas, mas não conseguia parar de pensar nela e no que tínhamos feito. Quando chegou a noite, eu já tinha tomado banho e estava pronto para sair. Peguei meu celular e disquei o número dela.

Ela atendeu no segundo toque, com uma voz alegre e animada. "Oi, é você?", ela perguntou.

"Sim, é eu. Espero não estar ligando em uma hora ruim", respondi.

"Não, de jeito nenhum. Estou muito feliz que você ligou", ela disse. "O que você está fazendo agora?"

"Na verdade, eu estava me perguntando se você ainda queria sair hoje à noite. Eu posso passar aí para buscar você, se você quiser", sugeri.

"Eu adoraria", ela respondeu. "Eu posso te enviar a meu endereço por mensagem?"

"Claro", respondi. Ela me enviou o endereço e eu disse que estaria lá em trinta minutos.

Cheguei ao endereço dela com alguns minutos de antecedência e fiquei esperando do lado de fora do prédio. Quando ela apareceu, estava usando um vestido preto justo que deixou minha boca seca instantaneamente. Ela estava ainda mais gostosa do que eu me lembrava.

"Oi", ela disse com um sorriso sedutor. "Você está linda", respondi, me aproximando dela e dando um beijo em sua bochecha. "Você também não está nada mal", ela disse, me encarando de cima a baixo. "Bem, eu pensei em levar você para jantar em um lugar que eu conheço. É bem perto daqui", sugeri. Ela concordou e entramos no carro.