Ela entrou como sócia quando a gente estava frágil em casa

O timing foi péssimo e eu sabia. Ela precisava de um sócio, eu precisava de um motivo. A empresa cresceu, o casamento não — e entre reuniões e chamadas, o que era profissional parou de ser.

Eu estava passando por um momento difícil em meu casamento. Meu casamento sempre foi bom, mas ultimamente eu e minha esposa parecíamos estar perdendo a faísca. Nosso casamento estava frágil, e eu não sabia o que fazer para consertá-lo. Foi então que ela apareceu.

Ela era a nova sócia da empresa que eu e meu melhor amigo tínhamos acabado de abrir. Ela era linda, com seus longos cabelos castanhos e olhos azuis penetrantes. Era difícil não notar ela, e eu não podia negar que me sentia atraído por ela.

Mas eu não queria admitir para mim mesmo que estava atraído por ela. Eu estava casado, e eu não queria ser um daqueles caras que traem sua esposa. Mas quanto mais eu passava tempo com ela, mais difícil era resistir à sua beleza e ao seu carisma.

Ela era muito profissional e séria em seu trabalho, mas eu não podia deixar de notar como ela me olhava às vezes. Era como se ela sentisse a mesma atração que eu sentia por ela. Eu podia sentir a tensão crescendo entre nós a cada reunião e chamada que tínhamos juntos.

Um dia, enquanto estávamos trabalhando juntos em uma apresentação importante, ela me pediu para ajudá-la com alguma coisa em seu computador. Quando eu me aproximei dela, ela virou para mim e me beijou. Foi um beijo apaixonado e intensitieso, e eu não pude resistir. Eu a beijei de volta, e logo estávamos envolvidos em um abraço apaixonado.

Eu sabia que estava fazendo algo errado, mas eu não podia parar. Foi como se uma força fora do meu controle tivesse tomado conta de mim. Nós nos separamos depois do beijo, mas a tensão entre nós continuou a crescer.

Finalmente, não podíamos mais resistir. Nós marcamos um encontro em um hotel discreto depois do trabalho. Quando eu cheguei no quarto, ela já estava lá, esperando por mim. Ela estava vestindo uma lingerie preta sexy, e eu não pude evitar notar o quão perfeita ela estava.

Eu me aproximei dela e comecei a beijá-la novamente, minhas mãos explorando seu corpo suave. Ela começou a desabotoar minha camisa, e logo estávamos envolvidos em uma paixão intensitiesa. Eu podia sentir meu coração batendo forte enquanto a beijava e a tocava em lugares que eu nunca tinha tocado antes.

Nós fomos para a cama juntos, e eu comecei a explorar seu corpo com minha boca e minhas mãos. Ela gemeu baixinho enquanto eu a beijava e a lambia, e eu podia sentir seu corpo tremendo de desejo. Ela começou a me tocar também, e eu podia sentir meu corpo respondendo ao seu toque.

Logo estávamos envolvidos em uma paixão intensitiesa, nossos corpos se movendo em perfeita harmonia. Ela era incrível, e eu não podia acreditar como ela estava me fazendo sentir. Era como se eu estivesse em um sonho.

Depois que terminamos, ficamos deitados juntos na cama, nossas cabeças apoiadas no travesseiro enquanto conversávamos sobre tudo e nada. Era como se fôssemos duas pessoas diferentes fora daquele quarto, mas ali, naquele momento, éramos apenas um.

Mas logo a realidade começou a se intrometer. Eu sabia que tinha cometido um erro terrível, e eu não sabia como iria consertar as coisas com minha esposa. Mas eu também não podia negar que tinha sentido algo especial com ela, algo que eu nunca tinha sentido antes.

Quando saímos do hotel, eu não podia acreditar no que tínhamos feito. Tínhamos cruzado uma linha que não podia ser desfeita. Caminhamos em silêncio pela rua, nossas mãos roçando uma na outra, mas nenhum de nós teve coragem de segurar a mão do outro. Quando chegamos ao meu carro, ela parou e me encarou com aqueles olhos que me faziam perder a razão.

"Eu não posso fazer isso de novo", ela disse finalmente, a voz trêmula. "Eu não posso continuar sendo a outra mulher. Não é certo."

Eu concordava com ela, mas ao mesmo tempo, não podia negar o que tínhamos compartilhado. Era algo que ia além do físico, algo que eu não podia simplesmente ignorar.

"Eu sei", respondi, passando a mão pelo cabelo. "Eu também não queria que isso acontecesse. Mas aconteceu, e agora nós temos que lidar com isso."

Ela assentiu, mas continuou a evitar meu olhar. "Eu preciso de algum tempo para pensar", ela disse. "Preciso colocar minhas ideias em ordem e decidir o que eu quero fazer."

Eu entendi, mesmo que doesse. "Tudo bem", eu disse. "Eu vou lhe dar espaço. Mas podemos pelo menos continuar sendo amigos? Pelo menos até termos uma ideia melhor do que queremos fazer?"

Ela me olhou então, e eu vi um pouco do calor que tínhamos compartilhado no hotel em seus olhos. "Sim", ela disse finalmente. "Podemos ser amigos. Mas isso não significa que eu não vá lutar contra o que sinto por você. Porque eu ainda sinto, mesmo que não queira."

Com isso, ela se virou e caminhou em direção ao seu carro, me deixando sozinho com meus pensamentos. Eu sabia que tinha muito em que pensar também, muito para resolver. Mas eu também sabia que, independentemente do que acontecesse, ela sempre teria um lugar especial em meu coração.

Eu fiquei olhando enquanto ela se afastava, seus passos ecoando na rua vazia. Eu não sabia o que fazer ou o que dizer, então eu apenas fiquei lá, parado, até que ela entrou no carro e saiu. Eu suspirei fundo e fui para o meu próprio carro, ligando-o e dirigindo para casa em silêncio.

Nos dias seguintes, eu não ouvi nada dela. Eu não sabia se ela ainda estava pensando sobre o que tínhamos feito ou se ela tinha simplesmente decidido seguir em frente e esquecer tudo. Eu não podia culpá-la se ela escolhesse esse caminho, mas isso não tornava as coisas mais fáceis para mim. Eu ainda sentia algo por ela, algo forte e verdadeiro, e eu não queria simplesmente esquecer.

Eu passei meus dias mergulhado no trabalho, tentando me distrair com qualquer coisa que não fosse ela. Mas sempre que eu fechava os olhos à noite, eu via o rosto dela, ouvia sua voz, sentia seu toque. Era como se ela estivesse sempre presente, mesmo quando ela não estava lá.

Finalmente, depois de uma semana inteira sem nenhuma notícia dela, eu decidi tomar as rédeas da situação. Eu não podia simplesmente esperar que ela resolvesse as coisas em sua própria cabeça. Eu tinha que fazer alguma coisa.

Eu liguei para ela e convidei-a para tomar café comigo. Ela hesitou antes de concordar, mas finalmente disse que estaria lá. Quando ela chegou, eu pude ver que ela estava nervosa. Ela tinha uma expressão séria no rosto e não olhou nos meus olhos quando se sentou à minha frente.

Eu tomei um gole do meu café e comecei a falar. "Eu não aguento mais esperar", eu disse. "Eu preciso saber o que você está sentindo, o que você quer fazer. Eu não posso simplesmente seguir em frente sem saber o que acontecenext"

Ela suspirou fundo e finalmente olhou para mim. "Eu não sei o que eu quero fazer", ela disse. "Eu não sei o que eu sinto. Eu sei que o que fizemos foi errado, mas eu não posso negar que eu ainda sinto algo por você. Eu não posso simplesmente desligar esses sentimentos como se nada tivesse acontecido."

Eu concordei, entendendo completamente o que ela estava sentindo. "Eu também não posso desligar esses sentimentos", eu disse. "Eu não posso simplesmente fingir que não aconteceu nada entre nós. Eu sei que não é certo, mas eu não posso negar o que eu sinto."

Ela ficou em silêncio por um momento antes de continuar. "Eu não sei o que fazer", ela disse finalmente. "Eu não sei como resolver isso. Eu não sei como fazer isso certo."

Eu tomei sua mão na minha e apertei levemente. "Não precisamos resolver tudo agora", eu disse. "Podemos ir devagar, passo a passo. Podemos ver onde isso nos leva. Não precisamos ter todas as respostas agora mesmo."

Ela sorriu levemente e apertou minha mão de volta. "Eu acho que você está certo", ela disse. "Podemos ir devagar e ver onde isso nos leva. Mas eu ainda não sei se isso é certo ou não. Eu não sei se isso vai machucar alguém no final. Eu não quero machucar ninguém."

Eu concordei com ela. "Eu também não quero machucar ninguém", eu disse. "Eu só sei que eu não posso simplesmente ignorar o que eu sinto por você. Eu preciso pelo menos tentar ver onde isso nos leva."

Ela ficou em silêncio por um momento antes de finalmente assentir. "Tudo bem", ela disse. "Podemos ver onde isso nos leva. Mas eu não sei se isso é certo ou não. Eu ainda preciso pensar sobre isso."

Eu sorri para ela e apertei sua mão novamente. "Eu entendo", eu disse. "Eu vou lhe dar todo o tempo que você precisa. E quem sabe? Talvez no final, tudo dê certo. Talvez isso seja exatamente o que nós dois precisamos."

Ela sorriu de volta e eu pude ver um pouco do calor que tínhamos compartilhado no hotel em seus olhos. Eu sabia que ainda havia muito a ser resolvido, mas eu também sabia que, não importava o que acontecesse, eu sempre teria sentimentos por ela. E eu estava disposto a lutar por isso, não importa onde isso nos levasse.