Pela primeira vez na vida, ela escolheu o lugar, a hora e a roupa
Não que nunca tivesse opinião. Mas sempre tinha algo cedendo, sempre tinha um jeito de facilitar. Nessa noite, ela não cedeu nada — e foi a melhor decisão dos últimos anos.
A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi me jogar na cama. A reunião tinha sido cansativa e interminável, cheia de velhos que não sabiam o que queriam e não conseguiam tomar uma decisão. O que eles não sabiam é que eu não estava mais disposta a ceder, a fazer concessões para facilitar a vida de ninguém. Eu tinha trinta e três anos e tinha chegado a hora de fazer as coisas do meu jeito.
Eu não sou uma pessoa má, pelo contrário. Sou uma pessoa gentil, sempre disposta a ajudar, sempre pronta para ceder um pouco aqui e outro ali. Mas a vida é curta demais para ser vivida assim, sempre cedendo, sempre facilitando as coisas para os outros. Eu tinha chegado a um ponto em que não estava mais disposta a fazer isso. E foi isso que me deixou tão animada quando cheguei em casa, tão decidida a fazer algo que nunca tinha feito antes.
Eu liguei para o Lucas, um amigo com quem eu costumava sair de vez em quando. Ele era gostoso, engraçado e sempre muito atencioso comigo. Eu gostava dele, mas nunca tinha deixado as coisas chegarem a lugar nenhum. Eu sempre tinha alguma desculpa, alguma coisa para fazer ou algum lugar para estar. Mas dessa vez, eu não tinha nada disso. Eu queria vê-lo, queria estar com ele, queria fazer algo que eu nunca tinha feito antes.
Eu disse a ele que queria que ele viesse até a minha casa, que eu queria fazer algo especial. Ele ficou surpreso, claro, mas não demorou muito para concordar. Eu disse a ele que queria que ele chegasse às nove, que eu tinha uma surpresa para ele. E então eu comecei a me preparar para o que eu tinha em mente.
Eu passei horas escolhendo a roupa que eu queria usar. Eu não queria nada muito ousado, nada muito provocante. Eu queria algo que fosse eu, algo que me fizesse sentir bem comigo mesma. Eu escolhi uma blusa preta de seda e uma saia vermelha justa que eu tinha comprado há alguns anos e ainda não tinha usado. Eu me senti poderosa quando coloquei a roupa, como se eu estivesse vestindo uma armadura que me protegesse do mundo.
Eu também passei um tempo escolhendo o lugar onde eu queria que as coisas acontecessem. Eu não queria que fosse na minha cama, não queria que fosse em nenhum lugar onde eu já tivesse feito sexo antes. Eu queria que fosse em algum lugar novo, algum lugar onde eu pudesse começar de novo. Eu escolhi a sala de estar, com as luzes apagadas e a lareira acesa. Eu queria que fosse quente, íntimo, especial.
Eu estava nervosa enquanto esperava por ele. Eu não sabia muito bem o que esperar, não sabia muito bem o que eu estava fazendo. Eu só sabia que eu queria fazer algo que fosse meu, algo que eu escolhesse. E então, às nove em ponto, a campainha tocou.
Eu abri a porta e ele estava lá, sorrindo para mim com aqueles dentes brancos e perfeitos. Ele estava gostoso, como sempre, com uma camisa azul clara e uma calça jeans surrada que destacava cada músculo do seu corpo. Eu o convidei a entrar e ele veio até a sala de estar, onde eu tinha posto uma música suave para tocar. Eu podia sentir o cheiro da sua colônia, podia sentir o calor do seu corpo enquanto ele se aproximava de mim.
Eu não disse nada enquanto ele se aproximava, não disse nada enquanto ele colocava as mãos na minha cintura e me puxava para perto dele. Eu podia sentir o seu coração batendo forte contra o meu, podia sentir a sua respiração quente na minha orelha enquanto ele sussurrava o meu nome. Eu não disse nada enquanto ele me beijava, enquanto a sua língua explorava a minha boca, enquanto as suas mãos corriam pelo meu corpo.
Eu não disse nada porque não precisava dizer nada. Eu tinha escolhido o lugar, tinha escolhido a hora, tinha escolhido a roupa. Eu tinha escolhido tudo, desde o começo até o fim. E enquanto ele me beijava, enquanto as suas mãos me tocavam, eu soube que tinha sido a melhor decisão dos últimos anos. Eu tinha escolhido e eu estava no comando. E era gostoso. Era muito gostoso.
Eu o puxei para o sofá, onde eu tinha posto algumas velas acesas para criar uma luz suave e aconchegante. Eu o sentei e fui para o outro lado do sofá, onde eu podia olhá-lo enquanto ele me olhava. Eu não disse nada enquanto ele olhava para mim, enquanto os seus olhos corriam pelo meu corpo, enquanto a sua respiração acelerava. Eu não disse nada porque não precisava dizer nada. Eu tinha escolhido e isso era tudo o que importava.
Eu me levantei e fui até o meu quarto, onde eu tinha preparado uma surpresa para ele. Eu tinha posto um Penis Masturbador Realista no meio da cama e tinha deixado algumas roupas suas ao lado dele. Quando eu voltei para a sala de estar, ele estava sorrindo para mim, como se soubesse o que estava prestes a acontecer.
Eu não disse nada enquanto ele se levantava e me seguia até o meu quarto. Eu não disse nada enquanto ele olhava para a surpresa que eu tinha preparado para ele. Eu só sorri enquanto ele começava a se despir, enquanto ele deixava cair a camisa no chão e enquanto ele começava a desabotoar a calça jeans.
Eu o observei enquanto ele se despia, enquanto ele deixava à mostra cada músculo do seu corpo, enquanto ele se aproximava de mim com um olhar predador nos olhos. Eu não disse nada enquanto ele me pegava e me jogava na cama, enquanto ele começava a me beijar, enquanto as suas mãos corriam pelo meu corpo.
Eu não disse nada enquanto ele me despia, enquanto ele tirava a minha blusa e enquanto ele começava a beijar o meu pescoço, enquanto ele começava a descer pelo meu corpo. Eu não disse nada enquanto ele tirava a minha saia e enquanto ele começava a beijar a minha barriga, enquanto ele começava a descer ainda mais.
Eu não disse nada enquanto ele começava a me beijar lá embaixo, enquanto a sua língua explorava o meu corpo, enquanto as suas mãos corriam pelas minhas pernas. Eu não disse nada porque não precisava dizer nada. Eu tinha escolhido e isso era tudo o que importava.
Eu me entreguei às sensações, às suas mãos, à sua boca, ao seu corpo. Eu deixei que ele me levasse ao limite, deixei que ele me fizesse gritar de prazer, deixei que ele me fizesse sentir coisas que eu nunca tinha sentido antes. Eu não disse nada enquanto ele se colocava entre as minhas pernas, enquanto ele começava a se mexer dentro de mim, enquanto ele me levava ao orgasmo mais gostoso que eu já tinha tido.
Eu não disse nada enquanto ele se deitava ao meu lado, enquanto ele me puxava para perto dele, enquanto ele me abraçava. Eu não disse nada porque não precisava dizer nada. Eu tinha escolhido e isso era tudo o que importava.
Enquanto eu adormecia nos seus braços, eu soube que tinha sido a melhor decisão dos últimos anos. Eu tinha escolhido o lugar, tinha escolhido a hora, tinha escolhido a roupa. E enquanto eu adormecia nos seus braços, eu soube que nunca mais ia deixar de escolher. Eu ia escolher sempre, porque era assim que eu queria viver a minha vida. Era assim que eu queria ser feliz.
Acordamos com a luz do sol filtrando através das cortinas do meu quarto. Ele ainda estava ali, ao meu lado, me abraçando. Eu não sabia se ele ia desaparecer, como um sonho que eu não queria acordar. Mas ele estava lá, real e presente. Eu sorri, ainda meio adormecida, e me aconcheguei mais em seus braços.
- Bom dia - ele disse, com a voz rouca de sono.
- Bom dia - respondi, ainda sorrindo.
- Você tem alguma coisa planejada para hoje? - ele perguntou, passando a mão pelo meu cabelo.
- Não - eu respondi, honestamente. - Eu não tenho nada planejado para hoje. Eu não planejo nada desde que eu decidi que ia escolher. E eu escolho você, hoje.
Ele sorriu, feliz com a minha resposta. E eu soube que tinha escolhido certo, mais uma vez. Nós passamos o dia juntos, fazendo coisas bobas, como assistir filmes e comer pipoca na cama. E enquanto eu estava ali, ao seu lado, eu soube que tinha sido a melhor escolha que eu poderia ter feito. Eu tinha escolhido viver a minha vida do jeito que eu queria, do jeito que me fazia feliz. E eu nunca mais ia deixar de escolher. Eu ia escolher sempre, porque era assim que eu queria viver a minha vida. Era assim que eu queria ser feliz. E eu estava escolhendo ele, hoje, amanhã e sempre.
Enquanto estávamos deitados na cama, assistindo a um filme, ele passou a mão pela minha cintura e começou a fazer pequenos círculos com o dedo. Eu olhei para ele e sorri, percebendo que ele tinha algo em mente. - O que você está pensando? - perguntei, brincando com o cabelo dele. - Estou pensando em um jeito de fazer hoje ser ainda mais especial - ele respondeu, sorrindo de volta. - E como você pretende fazer isso? - perguntei, curiosa. - Bem, eu estava pensando em irmos para a varanda e aproveitar a vista enquanto fazemos alguma coisa diferente - ele disse, ainda sorrindo. - E o que você tem em mente? - perguntei, sentindo o meu coração bater mais rápido. - Você vai ver - ele disse, se levantando e puxando-me pela mão. Saímos do quarto e fomos para a varanda, onde ele tinha preparado uma pequena mesa com velas acesas e uma garrafa de vinho. Ele pegou duas taças e serviu o vinho enquanto eu admirava a vista da cidade à noite. - Isso é muito romântico - eu disse, sorrindo para ele. - Eu só quero fazer você feliz - ele respondeu, entregando-me uma taça. Brindamos e bebemos o vinho enquanto conversávamos sobre tudo e nada, aproveitando a companhia um do outro. Depois de um tempo, ele se aproximou de mim e começou a beijar o meu pescoço, causando arrepios pelo meu corpo. - Eu tenho uma ideia - ele disse, sussurrando no meu ouvido. - O que você tem em mente? - perguntei, sentindo a minha voz ficar mais rouca. - Eu acho que você vai gostar - ele disse, sorrindo e começando a me beijar com mais intensidade. E assim, nós passamos o resto da noite na varanda, aproveitando a vista e aproveitando um ao outro, escolhendo cada momento, cada toque, cada beijo. E eu soube que tinha sido a melhor escolha que eu já tinha feito, escolher ele e escolher ser feliz ao seu lado.