A avaliação de desempenho que durou o dobro — e parou de ser sobre metas no primeiro terço
Avaliações anuais duravam quarenta minutos. A dele durou quase duas horas — a gente parou de falar sobre indicadores antes do primeiro terço, e eu era a gestora responsável pelo processo.
Eu sou a Fernanda, uma mulher de 30 anos, loira, olhos verdes e um corpo que eu gostava de exibir em vestidos justos e saltos altos. Era a gestora responsável pelas avaliações anuais da empresa onde trabalho há oito anos. Sempre fui boa no meu trabalho, disciplinada e dedicada, mas também gostava de aproveitar a vida fora do escritório.
O Carlos era o novo funcionário que havia sido contratado para o setor de vendas. Ele tinha 35 anos, era moreno, olhos castanhos e um corpo bem definido que eu não podia deixar de notar sempre que ele passava por mim no corredor. Era um homem atraente, mas também muito profissional e sério em seu trabalho.
As avaliações anuais sempre eram uma tarefa corrida para mim, mas eu gostava do desafio de fazer com que os funcionários se sentissem valorizados e motivados após a mesma. Porém, o Carlos era diferente dos outros funcionários que eu já havia avaliado. Ele parecia ter um certo desconforto em estar ali comigo, como se soubesse que algo estava prestes a acontecer entre nós.
Eu comecei a avaliação dele como sempre fazia, perguntando sobre seus indicadores de desempenho e como ele achava que estava se saindo no trabalho. Mas o Carlos não parecia muito interessado em falar sobre isso. Ele me olhava com um desejo mal disfarado nos olhos enquanto eu falava sobre os gráficos e estatísticas do seu desempenho.
Eu não podia negar que a maneira como ele me olhava estava me deixando nervosa. Eu sentia meu coração acelerar e minha respiração ficar mais profunda cada vez que nossos olhares se encontravam. Logo percebi que não estávamos mais falando sobre trabalho, mas sim sobre algo muito mais proibido.
O primeiro terço da avaliação já havia passado e nós ainda não havíamos falado nada sobre o trabalho dele. Eu deveria estar preocupada com isso, mas tudo em que eu conseguia pensar era no quão atraente ele estava ali sentado na minha frente.
Eu percebi que estava me perdendo nos olhos castanhos do Carlos enquanto ele continuava a me encarar intensamente. Não havia mais nenhum outro som além da nossa respiração e o bater do meu coração ecoando alto em meus ouvidos.
De repente, eu não aguentava mais. Eu me levantei da minha cadeira e fui até onde ele estava sentado. Ele também se levantou e começou a acariciar meus braços enquanto nos beijávamos com uma paixão que não deixava dúvidas sobre o quanto ambos tínhamos vontade um do outro.
Eu podia sentir seu corpo duro contra o meu enquanto nossas línguas dançavam juntas em um beijo apaixonado. Ele começou a me tocar por cima da minha blusa, seus dedos acariciando meus seios enquanto eu gemia baixinho em sua boca.
Ele então me pegou no colo e me levou até a mesa onde eu havia estado sentada apenas alguns minutos antes. Lá, ele começou a explorar cada centímetro do meu corpo com suas mãos e boca enquanto eu arqueava minhas costas para encontrá-lo.
Ele tirou minha blusa e minha saia, deixando-me só de sutiã e calcinha enquanto ele continuava a me beijar e acariciar. Eu podia sentir sua ereção pressionando contra mim através da sua calça enquanto ele continuava a me tocar cada vez mais intensamente.
Eu não podia acreditar no quanto isso estava sendo gostoso. Nós éramos duas pessoas adultas, profissionais, e estávamos nos envolvendo em algo muito proibido dentro do nosso local de trabalho. Mas naquele momento, nada disso importava para mim.
Carlos continuou tirando sua própria roupa enquanto eu observava, hipnotizada pelo seu corpo firme e bem definido. Ele tirou a camisa e revelou um peito musculoso e bronzeado, coberto por uma camada fina de pelos negros. Em seguida, ele começou a desabotoar a calça, me olhando com aqueles olhos intensos enquanto fazia isso. Eu sentia minha respiração ficando cada vez mais profunda enquanto ele se aproximava ainda mais de mim.
Ele então começou a beijar meu pescoço e meus ombros enquanto suas mãos acariciavam meus seios através do sutiã. Eu podia sentir meu corpo inteiro formigando com o toque dele enquanto seus lábios desciam pelo meu corpo, parando em cada centímetro da minha pele. Ele continuou descendo até alcançar a borda da minha calcinha, onde parou por alguns segundos antes de continuar.
Eu arqueei minhas costas enquanto ele começava a beijar e lamber minha região íntima através da minha calcinha molhada. Eu podia sentir seu hálito quente contra minha pele enquanto ele continuava a me tocar cada vez mais intimamente. Não demorou muito para que eu estivesse gemendo alto, implorando por mais.
Ele então tirou minha calcinha e começou a explorar cada centímetro da minha região íntima com sua boca e seus dedos. Eu podia sentir meu corpo inteiro tremendo enquanto ele continuava a me tocar, fazendo-me sentir coisas que eu nunca tinha sentido antes. Em pouco tempo, eu estava tendo um orgasmo intenso enquanto Carlos continuava a me acariciar.
Quando eu finalmente recuperei o fôlego, percebi que Carlos ainda não havia tirado toda sua roupa. Eu comecei a ajudar ele, tirando sua calça e cueca enquanto ele me olhava com desejo nos olhos. Quando seu membro ficou livre, eu não pude resistir em tocá-lo e acariciá-lo enquanto ele gemia baixinho.
Ele então me pegou no colo novamente e me levou até o sofá da sala ao lado, onde começou a explorar meu corpo novamente enquanto eu fazia o mesmo com o dele. Nós nos beijávamos e acariciávamos intensamente enquanto nossa paixão aumentava cada vez mais.
Finalmente, Carlos não aguentou mais e penetrou em mim com uma força e intensidade que me fez gemer alto. Ele começou a se mover dentro de mim enquanto eu arqueava minhas costas para encontrá-lo, nossos corpos se movimentando juntos em uma dança intensa e apaixonada.
Nós continuamos fazendo amor por muito tempo, até que ambos atingimos o clímax juntos. Quando finalmente terminamos, ficamos ali deitados no sofá, abraçados enquanto nossas respirações voltavam ao normal.
Eu olhei para Carlos e sorri, percebendo que havia algo mais do que apenas uma avaliação de desempenho acontecendo ali naquele dia. Mas eu não me importei com nada além daquela conexão intensa e proibida que tínhamos criado juntos.
Finalmente levantamos do sofá e decidimos nos vestir. Carlos pegou suas roupas enquanto eu pegava as minhas. Enquanto me vestia, percebi que estava ainda mais molhada do que antes da nossa transa. Olhei para Carlos e ele sorriu, como se soubesse exatamente o que eu estava sentindo.
"Eu posso te levar pra casa, se quiser", disse ele enquanto se aproximava de mim novamente.
Eu balancei minha cabeça. "Não é necessário. Eu posso pegar um táxi."
Ele fez uma careta, como se não gostasse da ideia de eu ir embora tão rápido. Mas eu não estava pronta para enfrentar as consequências do que tínhamos feito. Afinal, ainda éramos chefe e funcionária, e isso complicava tudo.
"Tudo bem", disse ele finalmente. "Mas podemos nos ver novamente? Fora do trabalho, quero dizer."
Eu hesitei por um momento antes de responder. "Sim, eu gostaria disso. Mas precisamos ser cuidadosos."
Ele sorriu e pegou meu telefone para adicionar seu número à minha lista de contatos. "Eu vou ligar pra você amanhã", disse ele enquanto me acompanhava até a porta.
Quando saí do prédio onde trabalho, percebi que estava meio perdida. Não estava acostumada a sair tão tarde e as ruas pareciam diferentes sob a luz da lua. Mas eu não estava preocupada - afinal, ainda tinha o número de Carlos salvo no meu telefone caso precisasse pedir ajuda.
Enquanto caminhava pela calçada, comecei a pensar em tudo o que havia acontecido naquele dia. Foi incrível, mas também assustador. Não apenas porque tínhamos transado no trabalho, mas porque eu estava começando a me envolver emocionalmente com meu chefe. E isso nunca termina bem.
Mas mesmo assim, não consegui evitar um sorriso quando pensei em como Carlos havia sido gentil e atencioso durante nosso encontro. Ele tinha me feito sentir especial, e não apenas como mais uma conquista. Talvez pudéssemos fazer funcionar, mesmo que fosse difícil no começo.
Quando cheguei em casa, fui direto para o chuveiro, ainda com o cheiro de Carlos impregnado em minha pele. Lavei meu corpo lentamente, revivendo cada detalhe do nosso encontro no escritório. Quando saí do banho, me sentei na cama e peguei meu telefone para enviar uma mensagem a ele. "Cheguei em casa segura. Obrigada pela oferta de me levar", digitei. Poucos segundos depois, ele respondeu: "De nada. Estou feliz que chegou bem. Durma bem." Sorri ao ver sua resposta e decidi não pensar demais no que tinha acontecido hoje. Afinal, amanhã seria outro dia.
No dia seguinte, acordei cedo para me preparar para o trabalho. Enquanto tomava café da manhã, meu telefone tocou. Era Carlos. "Bom dia", disse ele com uma voz suave e convidativa. "Bom dia", respondi, sorrindo ao ouvir sua voz. "Eu estava pensando... Que tal sairmos hoje à noite? Conheço um lugar onde podemos jantar e tomar alguns drinques", propôs ele. Hesitei por um momento antes de concordar. Afinal, tínhamos decidido dar uma chance a esse relacionamento fora do trabalho.
Depois do trabalho, fui para casa e me preparei para nosso encontro. Vesti um vestido vermelho que havia comprado recentemente e deixei meu cabelo cair solto pelos ombros. Quando Carlos passou para me pegar, não pude evitar sentir borboletas no estômago ao vê-lo vestindo uma camisa branca e calça preta.
Fomos a um restaurante elegante com vista para o mar. Conversamos sobre tudo enquanto jantávamos, rindo e compartilhando histórias do nosso passado. Quando terminamos de comer, pedimos drinks e continuamos conversando até tarde da noite. Foi surpreendente como tínhamos tanta química fora do ambiente de trabalho.
Mais tarde, voltamos ao apartamento dele para tomar mais alguns drinques. Enquanto bebíamos, conversávamos cada vez mais perto um do outro até que finalmente nos beijamos. Foi uma sensação incrível sentir seus lábios contra os meus novamente e perceber o quanto nosso desejo havia crescido desde ontem.
Nós continuamos a fazer carinhos um no outro enquanto íamos para o quarto dele. Lá, deixamo-nos levar pela paixão e fizemos amor de novo, ainda mais intenso do que da primeira vez. Quando acordamos na manhã seguinte, percebimos que tínhamos dormido demais e chegado atrasados ao trabalho.
Mesmo assim, não conseguíamos nos arrepender daquele momento tão especial que havíamos compartilhado juntos. Sabíamos que precisávamos ser cuidadosos no futuro, mas também sabíamos que valia a pena arriscar por esse sentimento tão forte entre nós dois.